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sábado, 21 de novembro de 2015

Mais uma tragédia que nos leva a indagar: Por que permite Deus tais acontecimentos tão trágicos? Logo, começaram a ser transmitidas, junto com o dantesco espetáculo do fogo, das explosões que se sucediam, as cenas de desespero de parentes das vítimas. Partidas coletivas. Desastres. Estima-se seja um dos desastres aéreos com maior número de vítimas.


No cair da tarde chuvosa do dia 17 de julho de 2007, em São Paulo, no Aeroporto de Congonhas, um desastre aéreo abalou a opinião pública e deixou um saldo de duas centenas de mortos.
A comoção atingiu patamares internacionais, vez que, entre os passageiros daquele voo estavam estrangeiros, tanto quanto pelo elevado número de vítimas.
Estima-se seja um dos desastres aéreos com maior número de vítimas.
Logo, começaram a ser transmitidas, junto com o dantesco espetáculo do fogo, das explosões que se sucediam, as cenas de desespero de parentes das vítimas.
Uns gritavam pelos nomes dos que haviam partido, dilacerados de dor. Outros, já clamavam por justiça, invocando direitos e normas não respeitados.
Por fim, um ou outro, abraçava-se, aliviado, ao familiar que deveria estar naquele voo, mas foi desviado para outro, pelos motivos mais diversos.
Depoimentos de quem se zangou por ter perdido o voo e agora, agradecia por não estar nele.
Informações desencontradas, esforço hercúleo de bombeiros para o resgate, trabalho de repórteres, jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos...
Mais uma tragédia que nos leva a indagar: Por que permite Deus tais acontecimentos tão trágicos?
Por que um voo de pouco mais de hora, realizado com sucesso, se transforma numa tragédia na chegada? Na hora do pouso?
Naturalmente, as autoridades competentes levantarão dados e se descobrirá, quem sabe, se a culpa foi da chuva torrencial, da pista do Aeroporto, de problema mecânico, de falha humana...
Mas, a indagação persiste: Por quê?
Por que jovens cheios de sonho tiveram sua vida ceifada desta forma? Por que pessoas que retornavam aos braços de seus amores morrem desta forma?
Por que tudo acontece, assim, sem a derradeira possibilidade de um abraço de despedidas? Por quê?
Se Deus é amor, por que permite tais acontecimentos que destroçam famílias e destroem vidas felizes?
Tudo na Criação é harmonia. Tudo revela uma previdência que não se desmente, nem nas menores, nem nas maiores coisas.
As grandes partidas coletivas estão na pauta da Justiça Divina. Ninguém recebe algo que não deva.
Desta forma, tragédias desse porte reúnem Espíritos que têm comprometimentos para com a Lei Divina.
Recambiados para o Mundo Espiritual, de forma brusca, ressarcem o que devem à Lei.
As famílias que sofrem as dores superlativas estão envolvidas no mesmo processo.
Nada de errado, portanto, se pensarmos na Justiça Divina que a cada um dá segundo as suas obras.
E que, conforme o preceito evangélico, a semeadura é livre, mas a colheita se torna obrigatória.
Contudo, se a Justiça Divina age, também Sua Misericórdia se estende.
E, os que cremos na vida além da vida, temos a certeza de que todos os Espíritos que pereceram no desastre aéreo, receberam apoio espiritual.
Seus anjos de guarda, enviados de Deus, os ampararam no trânsito desta para a vida verdadeira.
Aos que permanecemos na carne, aguardando o nosso momento da partida, cabe-nos orar pelos que se foram. Pelos que ficaram.
Pelos corações de mães destroçados, pelos cônjuges feridos, pelos órfãos, pelos enamorados, pelos amigos, por todos os que sofrem a ausência dos amores.
E, enquanto aguardamos a própria partida, orarmos ainda mesmo por nós, para que, em chegada a hora, estejamos a postos e preparados.
Seja a partida pelos braços da enfermidade, de forma lenta.
Ou de forma repentina, por acidente orgânico, meteorológico ou qualquer outro.
Pensemos nisso!
R. do Momento Esp.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ser bom no meio dos bons é fácil. Agora quero ver ser bom no meio dos medianos; ser resultado em meio a descompromissados. Isso é para os fortes!

Ser bom no meio dos bons é fácil. Agora quero ver ser bom no meio dos medianos; ser resultado em meio a descompromissados.  Isso é para os fortes!
Gilnei Teixeira

General Manager South of Brazil. RS SC PR. Gerente Sul do Brasil . RS SC PR.

Ser bom no meio dos bons é fácil. Agora quero ver ser bom no meio dos medianos; ser resultado em meio a descompromissados. Isso é para os fortes!

O  homem sofre influência do meio. Influência resistível, vencível pelo poder da vontade. Como diz HUBERTO ROHDEN: “Todo mundo é bom no meio de bons. Ser bom no meio dos bons é fácil. Ser livre no meio dos livres é fácil. Isso é para os fracos. Agora quero ver ser bom no meio dos maus; ser livre no meio dos escravos; ser puro no meio dos impuros”.
 Superar-se é ser bom no meio dos medianos; Ser livre no meio dos algemados a limitações pessoais;  Ser competente mesmo em meio a relapsos, ser resultado em meio a descompromissados.
Isto é, produzir fora do tempo favorável.
Isso é para os fortes!

O potencial do homem é ilimitado. “A essência antecede a existência” ou o contrário? Sem polêmica. Quando o homem quer, nada o detém.

As leis, as normas, os costumes e os tabus representam condicionamentos culturais, que interferem na ação do homem.

O homem para conseguir a felicidade deve, sim, cumprir seus deveres.

Mas a obediência não a garante. Além do dever, carece o homem de vontade em alcançar algo maior.

Que o homem não apenas cumpra o dever, mas o discirna, não se deixando aprisionar. Sobretudo, conquiste a autonomia para exercer sua a função na sociedade.

O dever é a lei; o querer é a liberdade.

O dever, não raro, é uma imposição externa.

O querer é uma disposição interna.

O mal da humanidade é a preocupação com o rótulo, esquecendo da essência.

Necessário se faz desenvolvermos em nós a cultura de ética e vontade.

Que tenhamos a força do querer (vontade), que trará auto realização pessoal nos resultados que por nossas mãos se avolumam e contribuem ao meio em que estamos inseridos.

Ser forte é produzir fora do tempo favorável.
Fonte: LINKEDIN  Gilnei Teixeira
https://www.linkedin.com/pulse/ser-bom-meio-dos-bons-%C3%A9-f%C3%A1cil-agora-quero-ver-em-isso-gilnei-teixeira?trk=prof-post

Planejar é necessário. Planejamento Estratégico Pessoal. É neste ponto, na efetividade que a grande maioria dos profissionais se complicam.

Planejar é necessário. Planejamento Estratégico Pessoal. É neste ponto, na efetividade que a grande maioria dos profissionais se complicam.
Gilnei Teixeira

General Manager South of Brazil. RS SC PR. Gerente Sul do Brasil . RS SC PR.

Planejar é necessário. Planejamento Estratégico Pessoal. É neste ponto, na efetividade que a grande maioria dos profissionais se complicam.

  

Chiavenato (2003), define planejamento estratégico como " um processo de formulação de estratégias organizacionais no qual se busca a inserção da organização e de sua missão no ambiente em que ela está atuando".
  Planejar é necessário, muito importante a todas as organizações e pessoas que desejam atuar de maneira organizada.
  Podemos iniciar com questões simples como: Como está a organização (atuação profissional) de minha vida hoje? Como minha organização (atuação profissional) esta se desenhando em relação as pessoas e concorrentes? Caso não efetue mudanças em minha organização atual, como estarei em um ano? ou dois? ou cinco? Vamos avaliar e refletir?
  Um planejamento estratégico tem por objetivo maximizar os resultados e minimizar as deficiências.
Precisamos entender: 
Eficiência:
Eficácia:
Efetividade:
Eficiência é resolver os problemas, de maneira adequada, cumprir o dever.
Eficácia é produzir alternativas criativas, obter resultados.
Efetividade é apresentar resultados globais ao longo do tempo, ter continuidade, manter-se sustentável no ambiente.
  É neste ponto, na efetividade que a grande maioria dos profissionais se complicam. No início demonstram eficiência, logo após desenvolvem-se com eficácia, mas o grande desafio é terem efetividade ao longo dos anos.
  O profissional com efetividade,  mesmo que indiretamente, colabora nas tomadas de decisões dos superiores, já que um profissional com excelência, antecede a ação, e cria um ambiente decisório mais seguro e eficaz para planejamentos e investimentos por parte dos gestores de uma empresa, fortalecendo a gestão estratégica.
   A uma diferença primordial entre planejamento estratégico e a gestão estratégica; A gestão estratégica inclui a aplicação do planejamento estratégico em suas ações ao passo que o planejamento visa elaborar o cenário para auxiliar a condução dos negócios.
  O profissional de qualidade necessita se qualificar com excelência, para formar a base do planejamento estratégico, resumindo: Desenvolver suas atribuições com EFETIVIDADE, seja ela na recepção da empresa, nas vendas, na entrega ou compondo a Diretoria.
  Não importa a sua posição profissional, de o melhor de si e o resultado sempre virá, alguém sempre o observa e a oportunidade se fará. 
  E seguramente não será SORTE, será PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PESSOAL.
Fonte LINKEDIN 
https://www.linkedin.com/pulse/planejar-%C3%A9-necess%C3%A1rio-planejamento-estrat%C3%A9gico-pessoal-teixeira

Sua vida vai mudar se passar um mês inteiro sem reclamar. “Pode soar duro, mas acho que não é razoável passar tempo com uma pessoa com a qual nos sentimos pior depois” Ainda que reclamar em si não seja ruim, a ideia é não reclamar pelas pequenas coisas. “Se temos comida, casa, família, amigos… não deveríamos ser felizes?”Mais de mil pessoas se uniram a uma iniciativa que propõe deixar de reclamar. Esse suíço criador de tipografias não sabe de quem foi a sugestão, mas diz que um dos dois estava dando aborrecimento e o outro pediu que se calasse durante um mês. “Como depois nos sentimos mais felizes, decidimos repetir no ano seguinte”. Em 2014, perguntaram a alguns amigos se queriam se juntar e, depois de verem que também sentiam os efeitos, em 2015 abriram ao público com um site para que divulgassem o experimento. Esperavam ter 50 inscrições. No fim, foram 1.750.



Queixa vem do latim, de quassiare, de quassare, que significa golpear violentamente, quebrantar, e expressa uma dor, uma pena, o ressentimento, a inquietação… Um amplo espectro de sensações, mas com um nexo comum: seu caráter negativo. E esse leva ao ódio e, como é bastante sabido, o ódio leva ao lado escuro. Com isso em mente, os amigos Thierry Blancpain e Pieter Pelgrims decidiram estabelecer em fevereiro o projeto Complaint Restraint February. Um mês de 28 dias em que não poderiam reclamar por besteiras.

Os benefícios fícios dessa atitude têm duas caras. Por um lado, aumenta a sensação de felicidade. Por outro, as pessoas se dão conta de que certos conhecidos são muito negativos e te fazem mais infeliz


Depois de esclarecer que reclamar não é ruim por si só, Blancpain explica que sua ideia é deixar de reclamar por coisas pequenas que, na verdade, não importam. “A chuva, o bebê que chora no restaurante, o chefe que te faz ficar uma hora a mais no escritório, o ônibus que você perdeu na hora de ir trabalhar”. Acontecimentos que “vistos com perspectiva não têm importância, e que reclamar é uma perda de tempo e de energia”. “Se temos comida, casa, família, amigos… não deveríamos ser felizes?”."Pieter e eu somos amigos há 10 anos, e temos trabalhado juntos em muitos projetos e, no inverno de 2010, tivemos a ideia de deixar de nos queixar por um mês”, conta Blancpain, por e-mail. Esse suíço criador de tipografias não sabe de quem foi a sugestão, mas diz que um dos dois estava dando aborrecimento e o outro pediu que se calasse durante um mês. “Como depois nos sentimos mais felizes, decidimos repetir no ano seguinte”. Em 2014, perguntaram a alguns amigos se queriam se juntar e, depois de verem que também sentiam os efeitos, em 2015 abriram ao público com um site para que divulgassem o experimento. Esperavam ter 50 inscrições. No fim, foram 1.750.


Ainda que reclamar em si não seja ruim, a ideia é não reclamar pelas pequenas coisas. “Se temos comida, casa, família, amigos… não deveríamos ser felizes?”

Segundo Blancpain, os benefícios dessa atitude têm duas caras. Por um lado, aumenta “a sensação de felicidade” e diminui a de “estar esgotado”. Por outro, adquirimos “conhecimentos sobre a forma como nos comunicamos e como se comunicam as pessoas do nosso entorno”. Durante esse mês, afirma que se dá conta de que certos conhecidos são muito negativos e o fazem mais infeliz. “Pode soar duro, mas acho que não é razoável passar tempo com uma pessoa com a qual nos sentimos pior depois”

Sem serem especialistas em psicologia, Blancpain e Pelgrims têm o conhecimento resultante de anos de prática. Um truque é transformar reclamações em sugestões positivas. “Se alguém vem e me conta alguma pequena coisa negativa sobre seu trabalho, pergunto se não acha que seu chefe horrível é sinal de que deve procurar um novo emprego”. Quando você está mal e não pode estar na rua, sugere ir “ver um filme”. Alguns vão um pouco mais longe e levam um elástico ao redor do punho com o qual causam dor cada vez que se queixam alto, para se condicionar. “No mínimo ajuda, mas o importante não é deixar completamente [isso Blancpain considera impossível], e sim se dar contar e redirecionar essa energia” para aspectos positivos.


Os criadores da iniciativa têm o conhecimento de anos de prática. Um truque é transformar as reclamações em sugestões positivas

Esse foi o primeiro ano que abriram ao grande público. Estimam que foi um êxito. Alguns enviaram e-mails assegurando que tinham tornado suas vidas melhores, outros comentaram que viram um efeito negativo em suas vidas ao se dar conta de que tinham pessoas muito negativas em seu entorno. O sucesso os pegou de surpresa, de forma que na próxima edição pensam em preparar materiais, artigos, experiências… para ajudar a quem quiser se unir.

Escolheram fevereiro por ser o mês mais curto do ano, e seria mais fácil de conseguir, mas parar de reclamar não está limitado a esse período. “Pode deixar de reclamar agora mesmo, esteja onde estiver, e ter um melhor março, abril ou junho”. Só lembre que, se algo “realmente ruim” acontecer em sua vida, melhor “contar a seus amigos”. Supõe-se que tem que se sentir feliz, não miseravelmente sozinho.

sábado, 31 de outubro de 2015

A tese do coelho. – Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas.



Num dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca, com o notebook, e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali uma raposa, e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ela ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa:
– Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado?
– Estou redigindo a minha tese de doutorado, disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
– Hummmm… e qual é o tema da sua tese?
– Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas.
A raposa ficou indignada:
– Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos coelhos!
– Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu te mostro minha prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois se ouvem alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois… silêncio. Em seguida o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma aos trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido. No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda e resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:
– Olá, jovem coelhinho. O que o faz trabalhar tão arduamente?
– Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.
O lobo não se conteve com a petulância do coelho:
– Ah! Ah! Ah! Ah! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa…
– Desculpe-me, mas se você quiser, eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me à minha toca? O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte. Ambos desaparecem toca adentro.
Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e… silêncio.
Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível e volta ao trabalho de redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido. Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos.
Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme LEÃO, satisfeito, bem alimentado, palitando os dentes.
MORAL DA HISTÓRIA:
1. Não importa quão absurdo seja o tema de sua tese;
2. Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico;
3. Não importa se os seus experimentos nunca cheguem a provar sua teoria;
4. Não importa nem mesmo se suas idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos;
5. O que importa é QUEM ESTÁ APOIANDO SUA TESE…
Adaptado de Graduate School Humor

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Meghalaya, a incrível ponte que é cultivada. na Índia, árvores de uma espécie de figueira são cultivadas de forma que seja possível construir pontes. Essas pontes naturais podem suportar mais de 3 toneladas.



Aqui no Brasil estamos acostumados com pontes de concreto ou de madeira. Mas por mais inacreditável que pareça, em Meghalaya, na Índia, árvores de uma espécie de figueira são cultivadas de forma que seja possível construir pontes. Achou improvável? Descubra neste post porque isso não só é possível, como também virou uma solução sustentável para aquela região.

Em Meghalaya, o clima é um dos mais úmidos do mundo. Inclusive a região é conhecida pelos seus rios com córregos de fluxo rápido, e pela força das chuvas que destroem facilmente as pontes convencionais. Para solucionarem esse problema os habitantes locais, das tribos khasi, desenvolveram uma solução sustentável à prova de água: uma rede de pontes de madeira e escadarias desenvolvidas por meio da Ficus Elastica, chamada também pelo nome árvore-da-borracha.

Essa espécie de figueira que cresce até 15 metros por ano em torno dos rios, tem raízes fortes que com o passar do tempo formam pontes vivas. Essas pontes naturais podem suportar mais de 3 toneladas.

Para fazer essa “construção verde”, os khasi sustentam as raízes com uma estrutura de troncos ocos da árvore de bétel, tecendo-as e reforçando-as até a árvore crescer e formar uma ponte. No entanto, esse processo é lento. Para formar uma ponte grande e sólida, pode se levar de 10 a 15 anos. Mas a vantagem que além de sustentável e bela, algumas pontes duram mais de 500 anos!

Incrível, não é mesmo?