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domingo, 17 de janeiro de 2016

Ética de Kant. A moral Kantiana exclui a ideia de que possamos ser regidos se não por nós próprios. É a pessoa humana, ela própria, que é a medida e a fonte do dever. O homem é criador dos valores morais, dirige ele próprio a sua conduta. - O homem possui neste sentido um poder absoluto – a sua razão autónoma e livre determina a sua própria lei. - O homem é um destino, isto é, um ser que tem que fazer-se a si mesmo – Personalização – “ao homem cabe o destino moral da personalização.”



Kant
A moral Kantiana exclui a ideia de que possamos ser regidos se não por nós próprios. É a pessoa humana, ela própria, que é a medida e a fonte do dever. O homem é criador dos valores morais, dirige ele próprio a sua conduta.

Como para Rousseau, será para Kant a consciência a fonte dos valores. Mas não se trata de uma consciência instintiva e sentimental; A Consciência moral para Kant é a própria Razão.
Assim, a moral de Kant é uma moral racional: a regra da moralidade é estabelecida pela razão – O Princípio do dever é a pura Razão. A regra da acção não é uma lei exterior a que o homem se submete, mas é uma lei que a razão, Actividade Legisladora, impõe à sensibilidade. Nestas condições, o homem, no acto moral, é ao mesmo tempo, Legislador e Súbdito.

É uma ética formal, vazia de conteúdo, na medida em que:

1º - não estabelece nenhum bem ou fim que tenha que ser alcançado
2º - não nos diz o que temos que fazer, mas apenas como devemos actuar
O que interessa é a intenção, a coerência entre a acção e a lei, e não o fim.
A ética Kantiana possui uma Forma e não um conteúdo à essa forma necessária é a Universalidade: O racional é o Universal.

Kant critica as éticas tradicionais por serem:
a) empíricas – cujo conteúdo é extraído da experiência e portanto não permite leis universais.
b) os preceitos das éticas materiais são hipotéticos ou condicionais (meios para atingir um fim.
c) as éticas materiais são heterónomas – a lei moral é recebida, não radica na razão. A vontade é determinada a actuar deste ou daquele modo por desejo ou inclinação.

Na base da moral Kantiana está presente um determinado conceito de Homem.
- O homem é um ser que se auto-regula a si mesmo, que se auto-determina em liberdade.
- O homem possui neste sentido um poder absoluto – a sua razão autónoma e livre determina a sua própria lei.
- O homem é um destino, isto é, um ser que tem que fazer-se a si mesmo – Personalização – “ao homem cabe o destino moral da personalização.”
- Mas o homem, em virtude da sua constituição, participa também do mundo sensível, da animalidade.
- O homem é um ser dividido dentro de si próprio. Por um lado é um Ser Empírico, enquanto livre arbítrio que pode ou não agir segundo a representação da lei moral. Por outro lado é um Ser Inteligível, na medida em que leva em si um tipo de Causalidade Livre, que se impõe como exigência absoluta e incondicional.

O Homem como Ser Moral à Autonomamente à Lei Moral

O que é a Lei Moral?

A lei moral é para Kant, Universal, Necessária e «apriori», pois o seu fundamento não poderia ter sido tirado da experiência onde existem muitas inclinações e desejos contraditórios.
A lei moral fundamenta-se na liberdade da Razão e tem origem na consciência moral, isto é, na razão autónoma.
A lei moral é a lei que o homem enquanto ser racional e livre descobre em si mesmo como correspondendo à sua natureza. É uma lei intrínseca da razão. É a existência da moralidade no homem – A Personalidade – que o identifica com Deus: “Maximamente pessoa e ideal de existência personalizada, isto é, absolutamente causadora de si”.

No homem a Lei Moral afirma-se como um Dever e assume a forma de Imperativo Categórico.

DEVER – O que é então o dever para Kant?

“A necessidade de uma acção por puro respeito à lei”
“O valor moral de uma acção não radica pois em qualquer fim a atingir, mas apenas na máxima, no motivo que determina a sua realização, quando este motivo é o dever.
Uma acção feita por dever tem o seu valor moral, não no fim que através dela se queira alcançar, mas na máxima pela qual ela resultou: não depende pois da realidade do objecto, mas apenas meramente do princípio do querer”.
Para Kant “uma acção não é obrigatória porque é boa, é boa porque é obrigatória”.

Para Kant o Dever é o Bem: A Boa Vontade é a Vontade de agir por Dever.

A Lei Moral que se impõe por Dever assume a Forma de Imperativo Categórico


O imperativo categórico, ou da moralidade, determina a acção independentemente de todo o fim a atingir e tem o seu fundamento apenas na consciência moral.
O imperativo moral é categórico (e não hipotético ) sem qualquer condição. Respeita à forma e princípio donde resulta a acção (“o valor da acção moral ... vem do princípio da vontade que o produziu”) isto é a Intenção, se assim não fosse, as suas determinações ficariam sujeitas à possibilidade material de realizar a acção apreciando-lhe as consequências, então não seria categórico. Essa forma necessária é a Universalidade: O Racional é o Universal.
A vontade não se determina só por leis, mas por fins, mas os fins subjectivos são relativos e só podem fundar imperativos hipotéticos. Só um fim em si pode fundar um imperativo categórico, só o homem é fim em si e tem valor absoluto, é pessoa; os objectos ou seres irracionais têm valor relativo, são coisas.
Se o homem é fim em si, a sua vontade só pode estar ao serviço da razão; a vontade moral é, pois, autónoma, e há heteronomia sempre que o ser racional obedece a um móvel exterior à Razão.
A lei moral é um imperativo e obriga o homem ao Dever.

O próprio princípio da moral à limite prático

constituído por impulsos
sensíveis que leva à
finitude de quem deve
realizá-la
A moralidade não é racionalmente necessária de um Ser Infinito que se identifica com a Razão, mas sim a racionalidade possível de um ser que tanto pode assumir como não assumir a Razão como guia de conduta.

Aqui está a Raíz da exigência paradoxal de que o homem como sujeito de Liberdade valha como Númeno – mas afirmando-se como Númeno o homem não anula a sua natureza sensível – o Ser Fenómeno.
A sua numenalidade mobiliza a sua fenomenalidade.
O mundo supra-sensível que estabelece no acto da sua liberdade, é a forma da própria natureza sensível.
Mas o sujeito moral enquanto Númeno não deixa se ser fenómeno – a sensibilidade, e como tal nunca se identifica com a Razão, a moralidade nunca é conformidade completa de vontade com lei moral, nunca é Santidade.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Nunca houve tanta solidão humana: moral, fraternal e afetiva como nesse período de amarguras íntimas e de glórias externas. Para que se instale o transtorno depressivo no ser humano, existem causas endógenas (hereditariedade, enfermidades infectocontagiosas, sequelas delas) e exógenas, também denominadas como eventos da vida (culpa, depressão, ansiedade, solidão, perda do sentido existencial...). TRANSTORNO DEPRESSIVO Artigo de Divaldo Franco publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 05-11-2015.


TRANSTORNO DEPRESSIVO

Artigo de Divaldo Franco publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 05-11-2015.

Para que se instale o transtorno depressivo no ser humano, existem causas endógenas (hereditariedade, enfermidades infectocontagiosas, sequelas delas) e exógenas, também denominadas como eventos da vida (culpa, depressão, ansiedade, solidão, perda do sentido existencial...). Considerando o volumoso número de vítimas nestes dias, acredita-se que em futuro não muito distante pode transformar-se na causa primeira dos óbitos, superando as neoplasias malignas, as cardiopatias e outras terríveis enfermidades. Numa cultura social individualista, consumista e sexista, não se podem aguardar outros que não sejam esses os resultados degradantes e funestos.

A perda dos objetivos existenciais exarados no amor, ante as ofertas do prazer incessante, alucina o ser humano, que se transfere para o desespero do poder de qualquer expressão ao invés da aquisição sublime do ser. Enquanto a ciência e a tecnologia avançam ampliando os horizontes do conhecimento e ensejando bênçãos, o comportamento moral desce aos mais baixos níveis, recordando idênticos períodos de degradação de superadas civilizações, que naufragaram na ilusão do gozo indevido. Para poder-se atingir determinadas metas atuais, com as exceções compreensíveis, é necessário que se alcance os desvãos do despudor e da vulgaridade, a fim de chamar-se a atenção e conseguir-se as migalhas da luz dos holofotes que consomem aqueles que as buscam.

Nunca houve tanta solidão humana: moral, fraternal e afetiva como nesse período de amarguras íntimas e de glórias externas. Extenuado pelas extravagâncias ou batalhas contínuas, o ser humano exausto cai na depressão. Indispensável pensar-se no valor da existência para si mesmo e para o próximo, vivendo-se, como ensinava S. Francisco: – Senhor! Fazei-me instrumento de vossa paz... Somente assim será possível crescer-se na vertical do dever, restaurando-se a alegria natural que sustenta a vida digna, sem drogadição e luxúria de qualquer tipo.


Divaldo Franco

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Feliz 2016. Eu desejo que em 2016 todos os adultos sejam mais crianças. Que eles se estressem menos e se divirtam mais, sorriam mais. Em 2016, eu desejo um feliz mundo novo pra você!


Eu desejo que todos os adultos sejam mais crianças. Que eles se estressem menos e se divirtam mais, sorriam mais.

Que façam guerras apenas de travesseiros.

E que briguem só de mentirinha.

Eu desejo que eles curtam mais os amigos que as redes sociais.

Que enviem mais flores que mensagens de celular.

Que passem horas no trabalho somente se for para encontrar uma ideia que pode salvar o planeta.

Em 2016, Eu desejo que o amor seja única epidemia do mundo. E que ela se espalhe por todos os cantos, por cada continente, contagiando a todos os seres vivos.

Em 2016, eu desejo que tenhamos tsunamis de esperança, de carinhos e de boas ações.

E que os furacões passem derrubando apenas o preconceito, o mau humor e o egoísmo.

Em 2016, eu desejo que a cura para a maldade seja, enfim, descoberta.

Que “morrer de fome” seja só uma expressão até o almoço ficar pronto.

E que o ano passo bem mais devagar para que dê tempo de todos os meus desejos serem realizados.

Em 2016, eu desejo um feliz mundo novo pra você!


Deivison Pedroza

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Superação e Você: 2015/2016. Mesmo que pareça muito clichê, Que você não esmoreça diante das dificuldades, e se supere sempre. Se supere sempre, este é o tônus da vida. SUCESSO!!


Superação e Você: 2015/2016
Gilnei Teixeira

General Manager South of Brazil. RS SC PR. Gerente Sul do Brasil . RS SC PR.

Superação e Você: 2015/201


Bom dia pessoal!
Passando nesta conclusão de ano, concluindo 2015 e já começando a visualizar um pouco o 2016.
Passando para deixar um recadinho para vocês, dizer que jamais, jamais desistam dos seus sonhos, jamais desistam de correr atras do que você acredita, do que você tem como ideal, pois 2015 tem e teve está proposta, de superação.
Aqueles que conseguiram se superar, legal, beleza, parabéns.
Aqueles que ainda não conseguiram conquistar tudo que queriam, vamos focar no 2016, o mais importante de tudo mesmo que pareça muito clichê, é que você não, não desista dos seus sonhos.
Que você não esmoreça diante das dificuldades, e se supere sempre.
Se supere sempre, este é o tônus da vida.
O tônus da vida é você construir metas, objetivos, e ir lá, correr atrás, realizar, com muita vontade, com muito empenho, com muita dedicação.
E tenho certeza, tenho certeza que o resultado sempre chega para aquele que batalha diariamente.
SUCESSO!!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Empreendedores são agentes da mudança, eles não olham para o mundo como ele é, mas pensando em como ele pode se transformar. Uma característica comum nas pessoas de perfil empreendedor é que elas constroem a diferença em vez de esperarem que as coisas sejam diferentes. 5 hábitos diários de empreendedores bem sucedidos Seguindo esses cinco passos, você desenvolverá as habilidades de liderança necessárias para se tornar um empreendedor de sucesso.




Empreendedores são agentes da mudança, eles não olham para o mundo como ele é, mas pensando em como ele pode se transformar. Uma característica comum nas pessoas de perfil empreendedor é que elas constroem a diferença em vez de esperarem que as coisas sejam diferentes. Se você é desses que não espera por nada para fazer acontecer, apenas faz, considere-se um empreendedor.

Ao mesmo tempo em que pensam à frente, empreendedores são motivados pela vontade de crescer financeira e intelectualmente. Mas iniciativa não é garantia de sucesso e elementos como postura de liderança e pensamento positivo podem fazer falta na hora de empreender. De acordo com um artigo de Meiko Patton, para o Entrepreneur, ao seguir estes cinco passos você desenvolverá as habilidades de liderança necessárias para se tornar um bom empreendedor:

1. Falhar e refletir voluntariamente

Se você tentou e falhou, tente novamente. Se fracassar mais uma vez, fracasse melhor. O importante é ter tempo para refletir sobre o que não deu certo. No livro The Call of Solitude (O chamado da solidão, em tradução literal), Ester Schaler Buchholz diz: "Outros nos inspiraram, a informação nos alimenta, a prática melhora nosso desempenho, mas precisamos de momentos de silêncio para descobrir as coisas".

2. Abraçar e enfrentar os medos

O medo possui três formas, segundo o autor Brendon Burchard, todas relacionados à dor. A primeira delas é o temor de seguir em frente devido ao receio de perder algo valioso: a dor da perda. A segunda é a dor do processo e ocorre inevitavelmente ao tentar algo novo. A última é a dor do resultado, quando o objetivo desejado não é alcançado.

Burchard insiste que para dominar seus medos as pessoas devem atacá-lo por todos os lados, como se estivesse em uma guerra, assim como faz um exército ao emboscar o inimigo.

3. Praticar auto-disciplina



Esta é a habilidade de trabalhar duro no agora para colher os frutos mais tarde. O vencedor do Oscar Jamie Foxx, por exemplo, quando criança, era obrigado pela avó a fazer aulas de piano. Naquela época, ele não fazia ideia de que abdicar de brincar com os amigos no horário das aulas refletiriam em seu eventual sucesso. Até hoje ele continua a se disciplinar tocando duas horas de piano por dia.

4. Dormir

Pouco depois de lançar seu portal de notícias, Arianna Huffington, uma das 100 mulheres mais influentes no mundo segundo a Forbes, teve um colapso resultado de exaustão e sono atrasado. Ela estava tão comprometida em expandir sua empresa que trabalhava 18 horas por dia. Quando dorme o quanto precisa, você se sente mais fortalecido e energizado, pronto para enfrentar qualquer problema que possa surgir em seu caminho.

5. Doar

Adam Grant, professor da Wharton Business School, ensina a ideia de generosidade no livro Give and Take: Why Helping Others Drives Our Success (Por que ajudar os outros leva ao nosso sucesso, em tradução literal). Durante séculos, as pessoas têm se focado em três fatores motivacionais individuais: paixão, trabalho duro e força de vontade. No entanto, atualmente, o sucesso está cada vez mais ligado à maneira como interagimos com os outros e ao quanto doamos. De acordo com os estudos de Grant, as pessoas mais bem sucedidas são aquelas que doam consistentemente.

As pessoas geralmente possuem certa dificuldade de expressar sentimentos como a tristeza. O MEDO DA TRISTEZA É O APRISIONAMENTO DE UMA VIDA. A tristeza ensina, e aqueles que aprendem com ela se tornam sábios, pois é o que há de mais difícil na atualidade. Na cultura da difusão de felicidade, muitos esquecem o verdadeiro sentido da vida, disfarçando aquilo que ainda não é livre: suas emoções, sentimentos e a si próprio. Só é feliz aquele que conhece a tristeza pessoalmente. © obvious: http://obviousmag.org/animar/2015/o-medo-da-tristeza-e-o-aprisionamento-de-uma-vida.html#ixzz3skFvxxJM Follow us: @obvious on Twitter | obviousmagazine on Facebook



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LIGIA SANTOS TEXTO NA OBVIOUS

As pessoas geralmente possuem certa dificuldade de expressar sentimentos como a tristeza, por exemplo. Diariamente, ao entrar em qualquer uma das redes sociais, é fácil observar um bombardeamento de postagens de momentos repletos de alegria. A felicidade precisa ser gritada por todos os lados, para todas as pessoas (sejam os amigos e principalmente os inimigos) verem e sentirem inveja da vida contente, da viagem adorável e da beleza inesgotável que é propagada. Às vezes, tudo isso não passa de uma súplica por aprovação, justamente porque a vida que se leva, geralmente, não é tão feliz assim.
Um grande professor e historiador Leandro Karnal, uma vez disse que “quando eu não tenho sabor nas coisas que vivo e faço, eu multiplico as coisas que vivo e faço. E falo mais, saio mais, faço mais festas e tenho mais amigos, e viajo mais e não paro de viajar, porque como eu não consigo estar comigo, quero estar em todos os lugares do mundo.” Compreendem-se que para muitos, é preferível a imersão completa na agitação exterior do que a companhia solitária dos (não menos turbulentos) silêncios interiores. De vez em quando, acessar determinadas sensações, recordar algumas lembranças e ouvir aquilo que realmente vocifera, torna-se uma tarefa difícil e dolorida, é preciso força para admitir a tristeza.
Na aclamada animação “Divertida Mente”, é possível ver que esse sentimento é essencial, a Tristeza é uma personagem um pouco atrapalhada, mas que demonstra que as relações não podem ser mecanizadas, e que sofrer é uma das coisas mais comuns entre os seres humanos. É necessário falar sobre ela e enfrentá-la, consciente de que através de momentos tristes as pessoas crescem. Pois, quanto mais as mágoas são guardadas e camufladas, acaba por acontecer um acúmulo nocivo à saúde psíquica, emocional e física.
Em uma das suas crônicas, Martha Medeiros disse “ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido (...) Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.” Faz parte da vida cotidiana saudável, só assim os momentos felizes podem ser exaltados, só assim o crescimento se torna efetivo e real, enfrentando as frustrações, desapontamentos e decepções, aprendem-se a conviver.
A vida não se finda nas redes sociais, até porque há momentos que curam muito mais do que meras curtidas. Permitir as emoções fluírem, ao contrário do que muitos pensam, não é sinônimo de fraqueza, mas sim, de coragem, uma vez que, abandonam-se as rígidas superficialidades e conveniências. Uma dessas formas é através do choro, a partir dele adquire-se uma visão mais límpida da vida, diante das lágrimas, as pessoas se apresentam um pouco mais humanas e sensíveis.
Os homens e as mulheres, os jovens e os idosos, somente amadurecem quando compreendem coisas que antes eram desconhecidas, quando as dores se tornam aprendizados e quando a amargura vira perdão, consequente permissão para a vida ter uma continuidade. Que não falta a alegria para viver, nem tristeza para saber viver.

LIGIA SANTOS texto na obvious

sábado, 21 de novembro de 2015

O Pardal e a Águia. Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha! Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser.


O Pardal e a Águia

O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza… Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe: Por que estás a me vigiar, Andala? Quero ser uma águia como tu, Yan. Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites. E como te sentes amigo sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas? Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho… - O pardal suspirou olhando para o chão… E disse: Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia a observar-te. E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan. Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas… Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente… Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu. Acredita! - E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente: Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho. Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre! Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles. Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha!

O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente. É importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso. Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.


Avance sempre

Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar. 
Mas é importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso. Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena. Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios. Continue andando e fazendo. O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente. A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele. Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo. Então continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante. Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo. Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado. Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!

Mais uma tragédia que nos leva a indagar: Por que permite Deus tais acontecimentos tão trágicos? Logo, começaram a ser transmitidas, junto com o dantesco espetáculo do fogo, das explosões que se sucediam, as cenas de desespero de parentes das vítimas. Partidas coletivas. Desastres. Estima-se seja um dos desastres aéreos com maior número de vítimas.


No cair da tarde chuvosa do dia 17 de julho de 2007, em São Paulo, no Aeroporto de Congonhas, um desastre aéreo abalou a opinião pública e deixou um saldo de duas centenas de mortos.
A comoção atingiu patamares internacionais, vez que, entre os passageiros daquele voo estavam estrangeiros, tanto quanto pelo elevado número de vítimas.
Estima-se seja um dos desastres aéreos com maior número de vítimas.
Logo, começaram a ser transmitidas, junto com o dantesco espetáculo do fogo, das explosões que se sucediam, as cenas de desespero de parentes das vítimas.
Uns gritavam pelos nomes dos que haviam partido, dilacerados de dor. Outros, já clamavam por justiça, invocando direitos e normas não respeitados.
Por fim, um ou outro, abraçava-se, aliviado, ao familiar que deveria estar naquele voo, mas foi desviado para outro, pelos motivos mais diversos.
Depoimentos de quem se zangou por ter perdido o voo e agora, agradecia por não estar nele.
Informações desencontradas, esforço hercúleo de bombeiros para o resgate, trabalho de repórteres, jornalistas, cinegrafistas, fotógrafos...
Mais uma tragédia que nos leva a indagar: Por que permite Deus tais acontecimentos tão trágicos?
Por que um voo de pouco mais de hora, realizado com sucesso, se transforma numa tragédia na chegada? Na hora do pouso?
Naturalmente, as autoridades competentes levantarão dados e se descobrirá, quem sabe, se a culpa foi da chuva torrencial, da pista do Aeroporto, de problema mecânico, de falha humana...
Mas, a indagação persiste: Por quê?
Por que jovens cheios de sonho tiveram sua vida ceifada desta forma? Por que pessoas que retornavam aos braços de seus amores morrem desta forma?
Por que tudo acontece, assim, sem a derradeira possibilidade de um abraço de despedidas? Por quê?
Se Deus é amor, por que permite tais acontecimentos que destroçam famílias e destroem vidas felizes?
Tudo na Criação é harmonia. Tudo revela uma previdência que não se desmente, nem nas menores, nem nas maiores coisas.
As grandes partidas coletivas estão na pauta da Justiça Divina. Ninguém recebe algo que não deva.
Desta forma, tragédias desse porte reúnem Espíritos que têm comprometimentos para com a Lei Divina.
Recambiados para o Mundo Espiritual, de forma brusca, ressarcem o que devem à Lei.
As famílias que sofrem as dores superlativas estão envolvidas no mesmo processo.
Nada de errado, portanto, se pensarmos na Justiça Divina que a cada um dá segundo as suas obras.
E que, conforme o preceito evangélico, a semeadura é livre, mas a colheita se torna obrigatória.
Contudo, se a Justiça Divina age, também Sua Misericórdia se estende.
E, os que cremos na vida além da vida, temos a certeza de que todos os Espíritos que pereceram no desastre aéreo, receberam apoio espiritual.
Seus anjos de guarda, enviados de Deus, os ampararam no trânsito desta para a vida verdadeira.
Aos que permanecemos na carne, aguardando o nosso momento da partida, cabe-nos orar pelos que se foram. Pelos que ficaram.
Pelos corações de mães destroçados, pelos cônjuges feridos, pelos órfãos, pelos enamorados, pelos amigos, por todos os que sofrem a ausência dos amores.
E, enquanto aguardamos a própria partida, orarmos ainda mesmo por nós, para que, em chegada a hora, estejamos a postos e preparados.
Seja a partida pelos braços da enfermidade, de forma lenta.
Ou de forma repentina, por acidente orgânico, meteorológico ou qualquer outro.
Pensemos nisso!
R. do Momento Esp.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ser bom no meio dos bons é fácil. Agora quero ver ser bom no meio dos medianos; ser resultado em meio a descompromissados. Isso é para os fortes!

Ser bom no meio dos bons é fácil. Agora quero ver ser bom no meio dos medianos; ser resultado em meio a descompromissados.  Isso é para os fortes!
Gilnei Teixeira

General Manager South of Brazil. RS SC PR. Gerente Sul do Brasil . RS SC PR.

Ser bom no meio dos bons é fácil. Agora quero ver ser bom no meio dos medianos; ser resultado em meio a descompromissados. Isso é para os fortes!

O  homem sofre influência do meio. Influência resistível, vencível pelo poder da vontade. Como diz HUBERTO ROHDEN: “Todo mundo é bom no meio de bons. Ser bom no meio dos bons é fácil. Ser livre no meio dos livres é fácil. Isso é para os fracos. Agora quero ver ser bom no meio dos maus; ser livre no meio dos escravos; ser puro no meio dos impuros”.
 Superar-se é ser bom no meio dos medianos; Ser livre no meio dos algemados a limitações pessoais;  Ser competente mesmo em meio a relapsos, ser resultado em meio a descompromissados.
Isto é, produzir fora do tempo favorável.
Isso é para os fortes!

O potencial do homem é ilimitado. “A essência antecede a existência” ou o contrário? Sem polêmica. Quando o homem quer, nada o detém.

As leis, as normas, os costumes e os tabus representam condicionamentos culturais, que interferem na ação do homem.

O homem para conseguir a felicidade deve, sim, cumprir seus deveres.

Mas a obediência não a garante. Além do dever, carece o homem de vontade em alcançar algo maior.

Que o homem não apenas cumpra o dever, mas o discirna, não se deixando aprisionar. Sobretudo, conquiste a autonomia para exercer sua a função na sociedade.

O dever é a lei; o querer é a liberdade.

O dever, não raro, é uma imposição externa.

O querer é uma disposição interna.

O mal da humanidade é a preocupação com o rótulo, esquecendo da essência.

Necessário se faz desenvolvermos em nós a cultura de ética e vontade.

Que tenhamos a força do querer (vontade), que trará auto realização pessoal nos resultados que por nossas mãos se avolumam e contribuem ao meio em que estamos inseridos.

Ser forte é produzir fora do tempo favorável.
Fonte: LINKEDIN  Gilnei Teixeira
https://www.linkedin.com/pulse/ser-bom-meio-dos-bons-%C3%A9-f%C3%A1cil-agora-quero-ver-em-isso-gilnei-teixeira?trk=prof-post