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sexta-feira, 17 de abril de 2015

“Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência!” O SONHO DOS RATOS, por Rubem Alves. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade…




Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.

Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade…Bem pertinho é modo de dizer.

Na verdade, o queijo estava imensamente longe porque entre ele e os ratos estava um gato… O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho…Os ratos odiavam o gato.

Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro…

Como nada pudessem fazer, reuniram-se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. “Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”…

- O queijo é grande o bastante para todos, dizia um.

- Socializaremos o queijo, dizia outro.

Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções.

Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem sempre. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: “o queijo, já!”…

Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos para fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era.

O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu.

Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem.

Assim, quanto maior o número dos ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram.

Arreganharam os dentes. Esqueceram-se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si.

Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:

“Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”.

Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando. Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido.

O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato o olhar malvado, os dentes à mostra.

Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica dono do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos.

“Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência!”

Rubem Alves – escrito em dezembro de 2004
Texto nos apresentado pela amiga Loiva Karnopp

domingo, 12 de abril de 2015

Existem pessoas que nos abraçam mesmo sem estar perto.


Existem pessoas que nos abraçam mesmo sem estar perto.
Algumas vezes são por palavras doces, outras porque de alguma forma se fazem presente. 
Delas provém gestos bonitos de afeto que nos mostram o quanto se importam, o quanto nos querem bem e se tem uma coisa na vida que nada no mundo paga é o carinho sincero.
Pessoas assim são pequenos diamantes que aprendemos a lapidar com sorriso, com ternura e toda doçura que nos cabe.
Dessas eu não me afasto. E a Deus agradeço todos os dias por tê-las por perto... 
Simples assim!!

Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria. Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.


Um professor pediu aos alunos que levassem uma sacola com batatas para a sala de aula. Disse-lhes que separassem uma batata para cada pessoa que os magoara ou de alguma forma os fizera sofrer. Depois disso que escrevessem o nome de cada pessoa em cada batata e as colocassem dentro da sacola.
Eles começaram a pensar, e foram lembrando e escrevendo uma a uma as pessoas que os tinham magoado... Algumas sacolas ficaram muito pesadas!
A tarefa seguinte consistia em, durante uma semana, carregar consigo a sacola com as batatas para onde quer que fossem. Com o tempo as batatas foram se estragando e era um incômodo carregar a sacola o tempo todo e ainda sentir seu mau cheiro. Além disso, a preocupação em não esquecê-la em algum lugar fazia com que deixassem de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
E foi assim que os alunos entenderam a lição de que carregar mágoas é tão ruim quanto carregar batatas podres.
Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.
Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.
Jogue Fora suas "batatas

Vai demorar apenas 25 segundos para ler isso e mudar o seu pensamento, talvez o seu mundo interior. Dois homens , ambos gravemente doentes , estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões .




Dois homens , ambos gravemente doentes , estavam no mesmo
quarto de hospital.
Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma
hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de
seus pulmões .

Sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de
costas para a janela.
Os homens conversavam horas a fio .
Falavam das suas mulheres e famílias, das suas
casas, seus empregos, seu envolvimento no
serviço militar,locais onde eles passava as
férias ..
Todas as tardes , quando o homem da cama perto da
janela se sentava , ele passava o tempo
descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia
ver do lado de fora da janela.


O homem da cama do lado começou a viver para aqueles
períodos de uma hora, em que o seu mundo era
alargado e animado por toda a atividade e
cor do mundo do lado de fora.


A janela dava para um parque com um lindo lago de patos e cisnes brincavam na água enquanto crianças com os seus barquinhos . jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores e uma bela vista da silhueta da cidade podia ser visto na distância.

Quando o homem perto da janela descrevia isto tudo com
detalhes requintados , o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava esta cena pitoresca .

Uma tarde quente, o homem perto da janela
descreveu um desfile que passava.

Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda -
ele podia vê-lo no olho da sua mente como o senhor a retratava através de palavras descritivas .

Dias , semanas e meses se passaram.
Uma manhã , a enfermeira chegou ao quarto trazendo
água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida
do homem perto da janela , que tinha morrido
tranquilamente em seu sono .

Ela ficou muito triste e chamou o atendentes para que levassem o corpo .

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela.
A enfermeira ficou feliz em fazer a troca , e depois de ter certeza que ele estava confortável , ela deixou ele sozinho.

Vagarosamente, pacientemente , ele se apoiou em um
cotovelo para tomar o seu primeiro olhar para o mundo real.

Fez um grande esforço e lentamente a olhar para fora da janela
além da cama .

Ele enfrentou uma parede em branco .

O homem perguntou à enfermeira o que poderia ter
levado seu companheiro falecido, que tinha descrito coisas tão maravilhosas fora dessa janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.

Ela disse: ' Talvez ele só queria encorajar você.

Epílogo:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas .
A dor compartilhada é metade da tristeza , mas a felicidade
quando compartilhada, é dobrada .


" Hoje é uma dádiva, é por isso que é chamado de O
PRESENTE

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Mudança . Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas


 Mudança
Fernando Pessoa

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas ... Que já têm a forma do nosso corpo ... E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares ... É o tempo da travessia ... E se não ousarmos fazê-la ... Teremos ficado ... Para sempre ... À margem de nós mesmos...

domingo, 22 de março de 2015

Professor que não estuda não faz o aluno estudar. é importante compartilhar com alunos novas descobertas para mantê-los sempre interessados. Na minha conversa com os alunos no início de todo ano letivo, faço as seguintes perguntas: que coisas fizeram na escola, desde o primeiro dia de aula na educação infantil até hoje, as quais poderiam dizer que são seus autores? As exigências da Educação no século 21 ressignificaram o uso social do conhecimento. O conteúdo continua sendo importante, mas deixou de ser o fim, passando a ser o meio para a apropriação de saberes e habilidades necessárias aos desafios de nosso tempo. Acredito que inovação não precisa ser algo complexo, pois depende de simples ações, sustentadas por um descontentamento com aquilo que não se mostra mais efetivo.


Educador Leandro Grass relata como é importante compartilhar com alunos novas descobertas para mantê-los sempre interessados.

Por Leandro Grass
Na minha conversa com os alunos no início de todo ano letivo, faço as seguintes perguntas: que coisas fizeram na escola, desde o primeiro dia de aula na educação infantil até hoje, as quais poderiam dizer que são seus autores? Com exceção dos desenhos de arte e das redações nas aulas de língua portuguesa, o que foi produzido exclusivamente por eles, sem ter copiado ou replicado de algum lugar? Ao tentar responder, a grande maioria tem dificuldade em lembrar, pois, de fato, o que mais fazemos em nossa vida escolar (e continuamos a fazer na universidade) é copiar, resumir, sintetizar, memorizar e replicar. Vivemos ainda em uma escola que pouco estimula a criatividade e a autoria. É a escola do conteúdo por si só, dos exames e das aulas. A escola que repete o conhecimento, mas que pouco promove sua ampliação.
- Envie seu relato para a seção Diário de Inovações
Partindo dessa reflexão é que, desde o início de minha prática docente há 10 anos, procuro maneiras de possibilitar aos estudantes uma nova relação com o conhecimento. Atualmente, com o apoio das novas tecnologias, tenho intensificado o desenvolvimento de estratégias capazes de despertar o interesse dos estudantes pelo aprendizado. Tento fazê-los entender a importância de não apenas reproduzir, mas de produzir conhecimento.  A realização de pesquisas instantâneas com dispositivos móveis, o uso de aplicativos para determinadas atividades de produção multimídia, a disponibilização de tarefas e materiais em plataformas, e a apropriação de recursos digitais para estudo e pesquisa foram algumas das minhas recentes iniciativas pedagógicas.
Diário_InovaçõesCrédito: Thomas Bethge / Fotolia.com

Nesse processo, a Blackboard tem sido muito útil, considerando seu fácil acesso e ferramentas que possui. Além de manter todas as possibilidades que antes tínhamos através do Moodle , são oferecidas outras que servem de apoio aos professores que tem gosto pela inovação em sala de aula. No primeiro contato com a plataforma, personalizei o espaço da disciplina para ficar mais atrativo e compreensível aos estudantes. Linkei meu blog, minha fan page, e criei espaços específicos para cada uma das etapas de aprendizagem. Tenho disponibilizado materiais de apoio para estudo como textos, vídeos e links, bem como as tarefas e atividades que complementam o aprendizado da sala de aula. Criei também um espaço de discussão e partilha sobre os temas estudados, o que dá aos estudantes a oportunidade de interagir comigo e com os colegas.
Não há dúvidas de que as novas tecnologias favorecem e muito o aprendizado pela pesquisa. Mas a inovação não está em si na tecnologia. A perspectiva do aluno como sujeito produtor do conhecimento não depende de ferramenta a ou b. Há muitas formas de permitir que o estudante seja protagonista da aprendizagem e não apenas passivo, ouvinte de aulas. Tudo começa pelo professor, quando este se interessa cotidianamente em pesquisar e estudar. Professor que não estuda não tem como fazer o aluno estudar. Esse é um dos pilares daquilo que entendo como docência. Cada dia tenho mais gosto e vontade de aprender e acredito que isso serve também de estímulo para meus alunos, em especial quando compartilho com eles as coisas que descubro, as novidades que recebo, textos que li e achei interessantes, além das oportunidades que vão surgindo no ambiente acadêmico, como palestras, encontros e projetos.
Ao longo dos últimos anos tenho intensificado as atividades de pesquisa e produção com os estudantes. Em alguns projetos foi possível que eles se apropriassem de conhecimentos sobre metodologia científica e produzissem inclusive artigos. No ano passado, 2014, em parceria com os colegas da disciplina de História, realizei um projeto que resultou em mais de 50 artigos coletivos de alunos no 3º ano do ensino médio de nossa escola, sendo alguns passíveis de publicação em decorrência de sua boa qualidade. Nesse processo, os recursos digitais foram extremamente úteis, tanto para a pesquisa e compartilhamento de materiais quanto para a elaboração dos textos e apresentações. O retorno dos estudantes foi muito positivo. Alguns que ingressaram recentemente no ensino superior comentaram que já estão utilizando as técnicas de pesquisa que aprenderam e, por isso, sentem-se mais preparados que seus colegas de curso para lidar com os desafios da vida acadêmica.
As exigências da Educação no século 21 ressignificaram o uso social do conhecimento. O conteúdo continua sendo importante, mas deixou de ser o fim, passando a ser o meio para a apropriação de saberes e habilidades necessárias aos desafios de nosso tempo. Acredito que inovação não precisa ser algo complexo, pois depende de simples ações, sustentadas por um descontentamento com aquilo que não se mostra mais efetivo.  Na perspectiva do aprendizado pela pesquisa, pretendo continuar a explorar as novas tecnologias e consolidar minhas estratégias pedagógicas, tornando a aprendizagem mais interessante aos estudantes e as metodologias usadas em sala de aula mais flexíveis.


sábado, 21 de março de 2015

Alegria: a característica predominante do cromossomo extra. O sonho da igualdade só cresce no terreno do respeito pelas diferenças: 21 de Março dia Internacional da Síndrome de Down.





Alegria: a característica predominante do cromossomo extra

O susto, o medo e a insegurança próprios da descoberta de um filho com síndrome de Down caracterizam, antes de mais nada, o desconhecimento sobre o que o que vem pela frente. “Aquilo que te assusta no momento que você recebe seu filho com Down é o mito que você tem na sua cabeça”, define o pediatra Dennis Alexander Burns.

A situação, inicialmente desconfortável, se mostra cheia de boas surpresas ao longo da vida. “No começo é muito difícil, mas hoje, pra nós, a Karen é uma criança normal. Ser mãe dela é a melhor coisa do mundo, é um presente de Deus”, atesta Raimunda Alves, mãe de uma menina com Down.

A visão de Raimunda é compartilhada por diversas outras famílias que convivem com a síndrome. Além das características físicas comuns aos portadores (olhos puxados, tendência à obesidade e baixa estatura), outro aspecto típico é o companheirismo. “Você pensa que você que tem que transmitir carinho, mas é o contrário. Você recebe muito mais do que dá. A alegria que eles nos dão de volta, é impressionante”, endossa Cleonice Bohn, mãe de Giovana.

A ocorrência genética é causada pela trissomia do cromossomo 21, e não pode ser considerada uma doença. Apesar de quase todos os portadores da alteração terem dificuldade de aprendizado e apresentarem atraso motor, a maioria é saudável e leva uma vida normal.

A grande ocorrência da síndrome coloca o distúrbio como um dos mais comuns no mundo. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, a cada 600 a 800 nascimentos, uma criança tem Down, independente de etnia, gênero ou classe social. Segundo esta conta, cerca de 280 mil brasileiros possuem a síndrome.

Devido aos avanços da medicina, a expectativa de vida das pessoas com síndrome de Down vem aumentando consideravelmente nas últimas duas décadas. Enquanto em 1947 a expectativa de vida era entre 12 e 15 anos, em 1989, subiu para 50 anos. Atualmente, é muito comum que pessoas com a síndrome cheguem aos 60, 70 anos.

Dia Internacional da Síndrome de Down
O Dia Internacional da Síndrome de Down foi comemorado pela primeira vez em 2006, mas apenas em 2012 passou a fazer parte do calendário oficial da Organização das Nações Unidas (ONU).
A data foi escolhida pela Associação Internacional, Down Syndrome International (http://www.ds-int.org/home), em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com síndrome de Down possuem.
Fonte: Agência Brasil

Mercado de Trabalho e Futebol o que eles tem em comum? Se você fosse um jogador de futebol, você seria Titular, Reserva ou Torcedor?




Mercado de Trabalho e Futebol o que eles tem em comum?

Se você fosse um jogador de futebol, você seria Titular, Reserva ou Torcedor?

A pergunta é simples, mas talvez você nunca tenha parado para pensar nisso. Se você é titular (Está empregado) quantos gols, defesas e desarmes vocês tem feito? Você tem se comprometido com o que a sua equipe exige técnica e taticamente? Quantos campeonatos vocês ganhou no ano passado e nesse ano (Metas Atingidas)? Você vem se dedicando aostreinos ou simplesmente não treina?
Bom, se você respondeu negativamente para no mínimo duas das questões, você esta prestes a ser substituído ou dispensado por falta de resultados. E no mercado de trabalho e no futebol o que conta são os resultados. Sendo assim os melhores jogadores (colaboradores) mesmo jogando em equipes menores, se tiverem bons resultados tem sua visibilidade garantida para as grandes equipes, pois sempre existem olheiros observando os melhores jogadores.
Por isso não interessa quanto o seu time paga para você jogar e defender as cores dele, você tem que fazer gol, defender como ninguém e não fazer gol contra.
Jogue todas as partidas do dia a dia (Trabalho) como se fosse uma copa do mundo e os resultados virão. Porque se não fizer isso tem alguém (Reserva), Treinando para tirar a sua vaga de titular. Não seja um torcedor que fica no alambrado, apenas reclamando e sonhando em ser um jogador. VISTA A CAMISA DO SEU TIME E FAÇA GOLS, DEFENDA, DESARME, enfim, seja o JOGADOR que todas as equipes querem disputar o passe
.
(Edson Terra)

Conheça a maior estação ecológica de esgotos do Brasil. Plantas que transformam esgoto em água limpa.Uma estação de tratamento de esgoto que não exala mau cheiro nem odores? Conheça uma Estação de Tratamento de Esgoto que não exala mal cheiro nem utiliza produto químico e energia elétrica. Somente plantas.




Uma estação de tratamento de esgoto que não exala mau cheiro nem odores? Você vai conhecer a maior estação ecológica de esgotos do Brasil. Em Araruama, na região dos lagos, litoral fluminense, em vez de energia elétrica ou produtos químicos para tratar a matéria orgânica, apenas plantas. São elas que cuidam da parte mais importante do tratamento. São 170 litros de esgoto por segundo.

Outra vantagem é a economia. Se fosse para tratar a mesma quantidade de esgoto em uma estação convencional, seriam gastos apenas com produtos químicos aproximadamente R$ 77 mil por mês. Graças ao uso de plantas, o custo é zero.

A economia também é grande em relação a conta de luz. Numa estação convencional, com mais máquinas e equipamentos, gasta-se aproximadamente R$ 20 mil por mês para tratar a mesma quantidade de esgoto. Oito vezes mais do que em Araruama.

sábado, 14 de março de 2015

Amor no Trabalho e Amor pelo Trabalho. Amo a solidariedade e a parceria nos riscos que todos corremos juntos. Admiro a entrega de cada uma dessas vidas para remar este barco que é de todos, e não conseguiria não amar tanta vontade. Até mesmo os momentos onde eu me canso, me desanimo, me desvio, são estas mesmas pessoas que me lembram do nosso sonho, da nossa busca, do nosso motivo maior. E por isso eu as amo.


Dei-me conta esses dias do quanto esse sentimento é verdadeiro e presente no meu dia-a-dia de trabalho e o quanto ele pode parecer estranho, distante, e até repudiado nas literaturas e nos ambientes corporativos.

Parece até loucura falar assim e parece que uma coisa não tem nada a ver com a outra.

E eu digo que agora vejo claramente que loucura é não pensar assim, não falar assim, não viver assim.

Convivo com pessoas que estão ao meu lado várias horas por dia, por vezes mais tempo que com suas próprias famílias. Eu mesmo me pego alguns dias mais envolvido e estando muito mais tempo na presença de algumas pessoas da minha equipe, que do meu próprio filho, de apenas três meses em casa. Mesmo com muita saudade.

E faço isso porque assim como o amo, também amo a essas pessoas, também amo nossos sonhos juntos, nossas ideias e amo a missão para a qual a empresa que eu represento foi criada. Amo o mundo que está sendo construído por ela existir. Amo ver as pessoas crescendo enquanto se seduzem e se juntam a este sonho. Amo ver essas pessoas tristes quando não conseguem a meta que tanto lutaram para ter e felizes quando se surpreendem com um daqueles dias onde parece que tudo dá certo.

Amo a solidariedade e a parceria nos riscos que todos corremos juntos. Admiro a entrega de cada uma dessas vidas para remar este barco que é de todos, e não conseguiria não amar tanta vontade.

Até mesmo os momentos onde eu me canso, me desanimo, me desvio, são estas mesmas pessoas que me lembram do nosso sonho, da nossa busca, do nosso motivo maior. E por isso eu as amo. E amo ao universo que me permitiu expressar tudo isso assim, abertamente.

Amo cada depoimento que recebemos dos alunos, dos clientes de coaching e das empresas que visitamos. Amo ver que fazemos a diferença e sou profundamente grato por tudo isso, e por todas essas pessoas.

O espaço do nosso escritório decorado com feng-shui, nossa parede amarela e as muitas frases espalhadas criativamente por toda a parede. Frases que eu amo reler e recorrer todas as vezes que preciso, como se ali houvesse uma sabedoria de outro mundo. A grande janela que permite ver o céu aberto.

Como eu poderia não amar tudo isso?

Há duas maneiras de ajudar outras pessoas a crescerem. A primeira é contar-lhes que elas já são iluminadas, que já têm um enorme potencial e que basta liberar isso. Mas elas não vão acreditar em você.

A segunda é você mesmo se tornando tudo aquilo que pode ser e que de fato já é. E então você inspira as pessoas, você dá a elas permissão para se soltarem, ser quem merecem ser. Você se torna um espelho, que quanto mais limpo, mais bonita é a imagem que reflete dos outros.

Não iluda a si mesmo. Na verdade, lá no fundo, a única coisa que realmente importa é o amor. Todo o resto passará.

Então o viva no seu trabalho, no seu dia-a-dia. E não apenas sinta o amor, mas fale isso aos outros, como se fosse natural, assim como eu faço agora para aqueles que trabalham comigo.

E não apenas sinta o amor, mas faça coisas amorosas. Se não há ação, não há transformação.

www.iluminattabrasil.com.br Nicolai

sábado, 7 de março de 2015

USP comprova: Energia liberada pelas mãos tem o poder de curar; Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar.



Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”.

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.

Segundo o cientista, durante seu mestrado foram investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.”

Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.
O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem.

domingo, 1 de março de 2015

Águas de Março Tom Jobim Elis Regina



É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumueira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto, o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
Au, edra, im, minho
Esto, oco, ouco, inho
Aco, idro, ida, ol, oite, orte, aço, zol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Sob ameaça, Cantareira precisa de 30 mi de árvores. " O prefeito acha provável que haja resistência dos condomínios e fazendeiros a um eventual programa de recomposição da mata ciliar. "Eles perderão boa parte de sua área, mas se trata de um momento emergencial, em que o Brasil não pode manter um benefício individual em detrimento do coletivo."



Vista do alto, a paisagem é desoladora: veleiros encalhados muito longe de qualquer sinal de água, rampas de píeres terminando em barrancos secos, condomínios luxuosos no meio do nada, represas reduzidas a rios estreitos, o gado pastando na vegetação rasteira de áreas antes submersas. O sonho de ter casa de fim de semana em um cenário espetacular de montanhas e lagos, e praticar esportes náuticos, a 90 km de São Paulo, ou uma fazenda com água abundante para o gado, parece distante do pesadelo dos 6,5 milhões de moradores da Região Metropolitana que dependem da água do Cantareira.

Mas, segundo especialistas, há uma ligação causal entre a ocupação nos 12 municípios do Cantareira, e destruição da mata ciliar de seus 8.171 km de rios, e o esgotamento do sistema. Choveu menos no último ano, mas, se a mata nativa ainda estivesse lá, os reservatórios poderiam ter mais água - e de melhor qualidade. A chuva não cairia sobre um solo tão seco, com o consequente efeito "esponja". A vegetação funcionaria como uma válvula, controlando a vazão e evitando inundações como a de 2011 - quando as comportas tiveram de ser abertas - e falta de água, como a de agora.

Técnicos da Embrapa Informática e da GV Agro propõem o plantio de 30 milhões de mudas para recompor a mata ciliar em 34 mil hectares, de modo a obedecer a faixa prevista pelo novo Código Florestal - que a reduziu, porque passou a medir a Área de Preservação Permanente (APP) a partir do leito regular do rio, e não mais de sua largura máxima. Para chegar a esses números, eles analisaram as imagens do satélite Rapid Eyes, que registra objetos de no mínimo 5 metros, explica Eduardo Assad, autor da proposta.

Leia também:
Sistema Cantareira chega a 9,5% e completa duas semanas de alta
Alckmin nega que rodízio seja evitado com Cantareira a 14%

A mata ciliar evita o deslocamento do solo, chamado de erosão, seu transporte pelos rios e depósito nos reservatórios, ou assoreamento. Segundo a Sabesp, estudo de 2009 mostrou que não havia assoreamento no Cantareira. A mata ciliar filtra os sedimentos trazidos pelas enxurradas, evitando que poluentes, como os agrotóxicos usados nas fazendas, comprometam a qualidade da água. E mantém a infiltração do solo pela água, que desce para o lençol freático, e aflora novamente. O solo sem vegetação, às vezes compactado por tratores ou pelo pisoteio de animais, deixa a água evaporar.

Orvalho
Entretanto, explica o especialista Antonio Carlos Zuffo, da Unicamp, a vegetação exerce esse papel não tanto na beira dos rios, onde o solo já está encharcado, mas um pouco mais longe, até mesmo nos topos de morros, onde ela também intercepta a umidade trazida pelas nuvens, que condensa na forma de orvalho e desce subterraneamente até as nascentes. Será preciso ir além da mata ciliar. Zuffo propõe, por exemplo, o plantio direto, em vez do arado, como forma de evitar a compactação.

Ricardo Rodrigues, da Esalq, a Escola de Agronomia da USP, acha que não é necessário plantar 30 milhões de mudas. Onde houver vegetação por perto, é possível induzir a regeneração natural. Com base em sua experiência com recomposição de florestas, Rodrigues estima que 50% da área precisaria de plantio total, com custo médio de R$ 9 mil por hectare; 25% se regeneraria sozinha, ao custo de R$ 2 mil/ha.; os restantes 25% requereriam enriquecimento com espécies, o que custa R$ 3 mil/ha. Caberia aos fazendeiros cercar o gado.

Por esse cálculo aproximado, o projeto custaria R$ 195,5 milhões. Bilhões de reais devem ser gastos nas obras de engenharia anunciadas pelo governo. Só a transposição entre as Represas Jaguari, da Bacia do Paraíba do Sul, e Atibainha, do Sistema Cantareira, está estimada em R$ 830,5 milhões. Para Assad e Rodrigues, a recuperação da mata nativa começaria a ter efeitos sobre o Cantareira em cinco anos.

A relação entre a vegetação e as chuvas em regiões de Mata Atlântica, como a do Cantareira, ainda está sendo estudada cientificamente, afirma o meteorologista Carlos Nobre. Na Amazônia, já foi provado o efeito da transpiração das árvores. Ontem, mesmo sem chuva, o manancial teve a 16.ª alta e chegou a 10,2% da capacidade.

A Sabesp incentiva o plantio de mata nativa no entorno das represas, por empresas que precisam fazer compensação ambiental. A Dersa plantou 1,13 milhão de mudas em 554 hectares. O governo paulista lançou no mês passado o programa Mata Ciliar, que pretende recuperar 20 mil hectares, com recursos de empreendedores em busca de licença ambiental, ou de proprietários que precisem se regularizar.

Em Bragança Paulista, onde restam apenas 11% de cobertura vegetal, o prefeito Fernão Dias (PT) criou um programa no qual os infratores ambientais regularizam sua situação bancando o plantio de árvores. "Em menos de dois anos, já fizemos mais de 30 mil plantios." O prefeito acha provável que haja resistência dos condomínios e fazendeiros a um eventual programa de recomposição da mata ciliar. "Eles perderão boa parte de sua área, mas se trata de um momento emergencial, em que o Brasil não pode manter um benefício individual em detrimento do coletivo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rubem Alves- Saúde Mental, o que é mesmo? Nietzsche, Fernando Pessoa, van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maikóvski. Mas será que tinham saúde mental? Saúde mental, essa condição em que as idéias se comportam bem, sempre iguais, previsíveis, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado...


SAÚDE MENTAL
Fui convidado a fazer uma preleção sobre saúde mental. Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicanalista, deveria ser um especialista no assunto. E eu também pensei. Tanto que aceitei. Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia. Eu me explico.

Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma. Nietzsche, Fernando Pessoa, van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maikóvski. E logo me assustei. Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. van Gogh se matou. Wittgenstein se alegrou ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia. Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica. Maiakóvski suicidou-se.

Essas eram pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos.

Mas será que tinham saúde mental? Saúde mental, essa condição em que as idéias se comportam bem, sempre iguais, previsíveis, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado, nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela, basta fazer o que fez a Shirley Valentine (se ainda não viu, veja o filme!), ou ter um amor proibido ou, mais perigoso que tudo isso, que tenha a coragem de pensar o que nunca pensou. Pensar é coisa muito perigosa...

Não, saúde mental elas não tinham. Eram lúcidas demais para isso. Elas sabiam que o mundo é controlado pelos loucos e idiotas de gravata. Sendo donos do poder, os loucos passam a ser os protótipos da saúde mental. É claro que nenhuma mamãe consciente quererá que o seu filho seja como van Gogh ou Maiakóvski. O desejável é que seja executivo de grande empresa, na pior das hipóteses funcionário do Banco do Brasil ou da CPFL. Preferível ser elefante ou tartaruga a ser borboleta ou condor. Claro que nenhum dos nomes que citei sobreviveria aos testes psicológicos a que teria de se submeter se fosse pedir emprego. Mas nunca ouvi falar de político que tivesse stress ou depressão, com exceção do Suplicy. Andam sempre fortes e certos de si mesmos, em passeatas pelas ruas da cidade, distribuindo sorrisos e certezas.

Sinto que meus pensamentos podem parecer pensamentos de louco e por isso apresso-me aos devidos esclarecimentos.

Nós somos muito parecidos com computadores. O funcionamento dos computadores, como todo mundo sabe, requer a interação de duas partes. Uma delas se chama hardware, literalmente coisa dura e a outra se denomina software, coisa mole. A hardware é constituída por todas as coisas sólidas com que o aparelho é feito. A software é constituída por entidades espirituais - símbolos, que formam os programas e são gravados nos disquetes.

Nós também temos um hardware e um software. O hardware são os nervos, o cérebro, os neurônios, tudo aquilo que compõe o sistema nervoso. O software é constituído por uma série de programas que ficam gravados na memória. Do mesmo jeito como nos computadores, o que fica na memória são símbolos, entidades levíssimas, dir-se-ia mesmo espirituais, sendo que o programa mais importante é linguagem.

Um computador pode enlouquecer por defeitos no hardware ou por defeitos no software. Nós também. Quando o nosso hardware fica louco há que se chamar psiquiatras e neurologistas, que virão com suas poções químicas e bisturis consertar o que se estragou. Quando o problema está no software, entretanto, poções e bisturis não funcionam. Não se conserta um programa com chave de fenda. Porque o software é feito de símbolos, somente símbolos podem entrar dentro dele. Assim, para se lidar com o software há que se fazer uso de símbolos. Por isso, quem trata das perturbações do software humano nunca se vale de recursos físicos para tal. Suas ferramentas são palavras, e eles podem ser poetas, humoristas, palhaços, escritores, gurus, amigos e até mesmo psicanalistas.

Acontece, entretanto, que esse computador que é o corpo humano tem uma peculiaridade que o diferencia dos outros: o seu hardware, o corpo, é sensível às coisas que o seu software produz. Pois não é isso que acontece conosco? Ouvimos uma música e choramos. Lemos os poemas eróticos do Drummond e o corpo fica excitado.

Imagine um aparelho de som. Imagine que o toca-discos e acessórios, o software, tenha a capacidade de ouvir a música que ele toca, e de se comover. Imagine mais, que a beleza é tão grande que o hardware não a comporta, e se arrebenta de emoção! Pois foi isso que aconteceu com aquelas pessoas que citei, no princípio: a música que saía do seu software era tão bonita que o seu hardware não suportou.

A beleza pode fazer mal à saúde mental. Sábias, portanto, são as empresas estatais, que têm retratos dos governadores e presidentes espalhados por todos os lados: eles estão lá para exorcizar a beleza e para produzir o suave estado de insensibilidade necessário ao bom trabalho.

Dadas essas reflexões científicas sobre a saúde mental, vai aqui uma receita que, se seguida à risca, garantirá que ninguém será afetado pelas perturbações que afetaram os senhores que citei no início, evitando assim o triste fim que tiveram.

Opte por um software modesto. Evite as coisas belas e comoventes. Cuidado com a música. Brahms e Mahler são especialmente perigosos. Já o roque pode ser tomado à vontade, sem contra indicações. Quanto às leituras, evite aquelas que fazem pensar. Há uma vasta literatura especializada em impedir o pensamento. Se há livros do Dr. Lair Ribeiro, por que arriscar-se a ler Saramago? Os jornais têm o mesmo efeito. Devem ser lidos diariamente. Como eles publicam diariamente sempre a mesma coisa com nomes e caras diferentes, fica garantido que o nosso software pensará sempre coisas iguais. A saúde mental é um estômago que entra em convulsão sempre que lhe é servido um prato diferente. Por isso que as pessoas de boa saúde mental têm sempre as mesmas idéias. Essa cotidiana ingestão do banal é condição necessária para a produção da dormência da inteligência ligada à saúde mental. E, aos domingos, não se esqueca do Sílvio Santos e do Gugu Liberato.

Seguindo esta receita você terá uma vida tranquila, embora banal. Mas como você cultivou a insensibilidade, você não perceberá o quão banal ela é. E, ao invés de ter o fim que tiveram os senhores que mencionei, você se aposentará para, então, realizar os seus sonhos. Infelizmente, entretanto, quando chegar tal momento, você já não mais saberá como eles eram.
Rubem Alves (Pimentas - Para provocar um incêndio, não é preciso fogo, p.25-28)

A CALCULADORA DISPENSÁVEL DE DIVALDO PEREIRA FRANCO! Que a mediunidade de Divaldo é excepcional todos nós sabemos. Através de Divaldo Franco os Espíritos escreveram romances, ensaios e mensagens de alto valor doutrinário. Mas, sem duvidar da mediunidade de Divaldo, um companheiro nosso conhecido, durante uma palestra do orador baiano, resolveu comprovar o fundamento de tal talento.



Que a mediunidade de Divaldo é excepcional todos nós sabemos. Através de Divaldo Franco os Espíritos escreveram romances, ensaios e mensagens de alto valor doutrinário. Mas, sem duvidar da mediunidade de Divaldo, um companheiro nosso conhecido, durante uma palestra do orador baiano, resolveu comprovar o fundamento de tal talento.


O caso ocorreu, salvo erro, em 1990, por ocasião de um seminário que se realizou nas instalações da Associação de Comerciantes de Lisboa. Em discurso proferido em tom empolgante, característico de Divaldo, este divagava pelos acontecimentos mais marcantes da evolução da Física até à época actual. Referia nomes de cientistas, datas, locais...

E o nosso companheiro, que ouvia atentamente, ia ficando cada vez mais abismado com a profunda sabedoria de Divaldo mas, sobretudo, com a sua prodigiosa memória. Ele mostrava conhecimentos profundos precisamente na área em que esse nosso companheiro era especialista. Como era possível que uma pessoa revelasse tantos conhecimentos? O assunto intrigava-o profundamente.

E a situação chegou ao extremo quando Divaldo, a propósito de determinado assunto referiu, salvo erro, a trigésima segunda potência do número 2 e revelou que se tratava do número quatro biliões, duzentos e noventa e quatro milhões, novecentos e sessenta e sete mil e duzentos e noventa e seis. Era demais!

Sem hesitar, esse nosso amigo que se fazia acompanhar sempre com uma calculadora científica no bolso resolveu fazer a conta. Lá no canto onde se encontrava, no 1º balcão da sala e dissimuladamente, tirou a calculadora do bolso com o objetivo de confirmar o número referido por Divaldo.

Ouve-se a voz forte de Divaldo vinda do palco: “Não vale a pena tirar a calculadora porque o número é mesmo este!”.

O nosso companheiro instintivamente, como se tivesse sido descoberto, voltou a guardar rapidamente a calculadora na algibeira do casaco.

Mas a situação continuou para ele intrigante: como era possível que Divaldo possuísse tantos conhecimentos da sua área (Física) e tão prodigiosa memória. Como era possível que ele citasse com tanto rigor fatos e datas que nem mesmo os estudiosos da matéria conheciam?!...

Com estas perguntas na cabeça pediu a um companheiro que, em seguida, iria entrevistar Divaldo que procurasse desvendar este mistério.

Na entrevista Divaldo explicou que o Espírito que se manifestou enquanto ele falava era o espírito de Vianna de Carvalho que durante a vida terrena havia sido físico. Disse também que, enquanto discursava, lhe eram mostrados painéis que ele ia lendo.

Estavam, pois, explicados os “profundos conhecimentos” que Divaldo demonstrou ter na área da ciência Física.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Lutar e Vencer . O ser humano define a si próprio seja cedendo às circunstâncias, seja se insurgindo diante delas.



Viktor Frankl







O ser humano define a si próprio seja cedendo às circunstâncias, seja se insurgindo diante delas. Em outras palavras, o ser humano é, essencialmente, dotado de livre-arbítrio. Ele não existe simplesmente, mas sempre decide como será sua existência, o que ele se tornará no momento seguinte."

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

São os dois lados de uma mesma moeda, consequência da dinâmica de globalização tecnológica. Do homem no celular que não viu a baleia passar e o retrato de nossos tempos. “Homem não vê baleia que passou do seu lado porque estava enviando mensagens no celular” . De acordo com o texto, o rapaz em seu veleiro perdeu um verdadeiro espetáculo da natureza: uma enorme baleia jubarte passando a pouquíssimos metros da embarcação. ao mesmo tempo em que parecemos estar todos mais próximos, seja por whatsapp, facebook, skype, sms, etc., paradoxalmente estamos nos afastando do momento presente e de tudo aquilo que acontece ao nosso redor.

baleia
Por Grace Bender

Há alguns dias li uma curiosa matéria publicada no site O Globo sob o título: “Homem não vê baleia que passou do seu lado porque estava enviando mensagens no celular” . De acordo com o texto, o rapaz em seu veleiro perdeu um verdadeiro espetáculo da natureza: uma enorme baleia jubarte passando a pouquíssimos metros da embarcação.

Confesso que quando passei o olhar ligeiramente sobre a chamada, pensei que devesse se tratar de apenas mais uma das diversas notícias duvidosas ou falaciosas que comumente circulam pelas redes sociais. Não era possível! Como um homem não poderia perceber uma visita nada discreta e tão rara?

Ao que tudo indica sim, é possível. A Aldeia Global de McLuhan parece realmente ter se esfacelada. Ou não: ao mesmo tempo em que parecemos estar todos mais próximos, seja por whatsapp, facebook, skype, sms, etc., paradoxalmente estamos nos afastando do momento presente e de tudo aquilo que acontece ao nosso redor. São os dois lados de uma mesma moeda, consequência da dinâmica de globalização tecnológica.

De fato, já podemos observar uma geração de jovens cada vez mais desinteressada e apática. 
Se por um lado testemunhamos uma era de co-presença virtual dos indivíduos, a era dos humanos ligados ao instante, por outro podemos observar o surgimento de um ser humano cada vez mais distante e indiferente, em outras palavras, insípido. Este novo ser está tão conectado (ao mundo online) que acaba por se desconectar de sua própria realidade concreta e palpável, acontecendo exatamente no seu entorno, a cada instante e minuto.

E o que pode acontecer em um minuto? Bem, em um minuto podem ser postadas 72 horas de vídeo no YouTube, enquanto 204 milhões de emails chegam aos seus destinatários e 350 GB de dados são recebidos pelos servidores do Facebook…ou pode passar uma baleia ao seu lado (se estiver em alto mar, é claro). De qualquer forma, estes foram os dados angariados pela Qmee, empresa de consultoria norte-americana, e diz respeito a uma parte do que acontece pela internet afora enquanto em um minuto um evento precioso pode passar despercebido.

E assim a vida transcorre de minuto a minuto. As informações coletadas nos revelam que estamos deixando a vida passar enquanto ficamos hipnotizados pelo visor e por uma exacerbada interação a distância. Não sei se foi exatamente esse o caso do rapaz que perdeu a chance extraordinária de experimentar a real sensação de estar lado a lado com um dos maiores animais do planeta.

Não há como tirar conclusões, muito menos julgar a atitude do homem no veleiro como certa ou errada. Mas faz pensar sobre as consequências da extrema conectividade que parece estar suplantando o interesse pelas coisas mais simples do mundo. E que mundo é esse que parece já não surtir tanta graciosidade sobre os nossos olhos, que buscamos tão fervorosamente escapar, distraindo-nos?

Reinventar a graça do mundo é reinventar o olhar, é abrir-se sensivelmente para a realidade que o cerca ao enxergá-la como se fosse pela primeira vez. Você poderá se surpreender!
baleia


“Se ao menos …” O uso dessas palavras talvez seja uma das coisas mais tristes que você fará em 10 anos. Aqui estão dez escolhas que que podem te conduzir a frases de arrependimento como essa. Identifique se está fazendo algo que não gostará no futuro e mude seus caminhos: Daqui a 10 anos você terá se arrependido dessas 10 escolhas.



“Se ao menos …”   O uso dessas palavras talvez seja uma das coisas mais tristes que você fará em 10 anos.
Aqui estão dez escolhas que que podem te conduzir a frases de arrependimento como essa.
Identifique se está fazendo algo que não gostará no futuro e mude seus caminhos:

1. Ter vestido uma máscara para impressionar aos outros.

Se a cara que você sempre mostra ao mundo é uma máscara, um dia não haverá nada por baixo. Quando você gasta muito tempo concentrando-se na percepção que os outros têm de você, ou no que todo mundo quer que você seja, você acaba se esquecendo de quem você realmente é. Portanto, não tema os julgamentos dos outros; você sabe em seu coração quem é e quais são as suas verdades. Você não tem que ser perfeito para impressionar e inspirar as pessoas . Deixe-os ficar impressionados e inspirados pela forma como você lida com suas imperfeições.

2. Deixar que outra pessoas tenha sonhos por você.

O maior desafio na vida é descobrir quem você é; o segundo maior é ser feliz com o que você encontra. Uma grande parte disso é a sua decisão de permanecer fiel a seus próprios objetivos e sonhos. Existem pessoas que discordam de você? Boa. Isso significa que você está de pés no chão e escolheu seu próprio caminho. Às vezes você vai fazer coisas e ser considerado louco, mas quando você se pegar animadamente perdendo a noção do tempo….aí você saberá que fez a escolha certa.

3. Mantendo companhias negativas.

Não deixe que alguém que tem uma atitude te influencie. Não deixe quem cheguem em você. Eles não podem puxar o gatilho, se você não lhes entregar a arma. Quando você se lembrar que, na maioria das vezes, manter a companhia de pessoas negativas é uma escolha, em vez de uma obrigação, você se libertará para sentimentos de compaixão ao invés e raiva, generosidade em vez de ganância, e paciência em vez de ansiedade.

4. Ser egoísta.

Uma vida repleta de atos de amor e bom caráter é a melhor lápide que alguém pode deixar. Aqueles que te inspiraram e com quem você compartilhou seu amor sempre se lembrarão de como você os fez sentir. Então esculpa seu nome em corações da maneira mais positiva possível. O que você tem feito para si mesmo sozinho morre com você; o que você tem feito para os outros e para o mundo permanece.

5. Evitar mudanças e crescimento.

Você deve deixar o passado ir e abrir caminho para o novo; as velhas formas de agir e pensar podem não ser mais as melhores maneiras de viver. Se você reconhecer isso agora e tomar medidas para continuar e se adaptar, as suas chances de sucesso serão muito maiores.

6. Desistir quando as coisas ficam difíceis.

Não existe fracasso, apenas resultados. Mesmo se as coisas não aconteceram do jeito que você esperava, não desanime ou desista. Lembre-se do que você é capaz e siga em frente. Aquele que continua a avançar um passo de cada vez vai ganhar no final. A vitória é um processo que ocorre com pequenos passos, decisões e ações que gradualmente constroem uma realidade diferente.

7. Deixe de tentar gerenciar cada pequena coisa.

A vida deve ser tocada, não estrangulada. Às vezes você tem que relaxar e deixar a vida acontecer sem preocupações excessivas. Aprenda a deixar que algumas coisas sigam sem o seu domínio. Respire fundo e, quando a poeira baixar e você voltar, dê o próximo passo. Nem sempre você tem que saber exatamente onde vai.

8. Se contentar com menos do que você merece.

Seja forte o suficiente para deixar o que não é bom ir e sábio o suficiente para esperar o que você merece. Às vezes você tem que ser derrubado para se levantar mais forte do que jamais foi antes. Às vezes, os olhos precisam ser lavados por suas lágrimas para que você possa ver as possibilidades diante de você com uma visão mais clara e renovada. Apenas não se acomode.

9. Esquecer que tempo é finito.

O problema é que você sempre acha que tem mais tempo do que você realmente tem. Um dia você vai acordar e não haverá mais tempo para trabalhar nas coisas que você sempre quis fazer. E é nesse ponto que você se arrependerá por não ter alcançado os objetivos que você definiu para si mesmo.

10. Ser preguiçoso e passivo.

O mundo não lhe deve nada, mas você deve ao mundo alguma coisa. Então pare de sonhar e começar a fazer. Assuma total responsabilidade por sua vida – assuma o controle. É tarde demais para sentar e esperar por alguém que fará alguma coisa algum dia. Um dia é hoje; e esse alguém que o mundo precisa é VOCÊ .
Via Marc and Angel Hack Life
Traduzido e adaptado por Josie Conti

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O compositor Jim Wilson resolveu gravar cantos de grilos e, em seguida, desacelerá-los com uso de um programa de edição de áudio. O resultado do áudio mais lento, combinado com o original, mais parece o cantar de um coral formado por seres humanos. Ouça o áudio com o canto original dos grilos combinados com a versão desacelerada:


O compositor Jim Wilson resolveu gravar cantos de grilos e, em seguida, desacelerá-los com uso de um programa de edição de áudio. O resultado do áudio mais lento, combinado com o original, mais parece o cantar de um coral formado por seres humanos. O feito, disponibilizado em seu canal no serviço SoundCloud, não passou em branco. Além de ganhar destaque nas redes sociais, o trabalho do compositor foi elogiado por outros profissionais do ramo.

Tom Waits, conhecido por compor trilhas sonoras para o cinema e séries de televisão – como “Clube da Luta”, “Os 12 Macacos”, “The Walking Dead”, entre outros trabalhos – afirmou que o resultado do trabalho de Jim Wilson soa como algo “celestial com total harmonia”. “Wilson está sempre brincando com o tempo. Recentemente ouvi uma gravação de canto de grilo desacelerado. Parece como um coro, soa como música de anjos. Algo mágico, celestial com harmonia e partes de baixo, você não acreditaria”.

Ele continua: “É como um pedaço do céu, e foi apenas porque ele desacelerou, não manipulou a gravação em nada. Então eu acredito que quando Wilson desacelera as coisas é porque isso dá a ele a chance de ver as coisas se movendo pelo espaço. E isso é algo que deve ser dito para o mundo, desacelere”, diz Waits, em declaração publicada no próprio post com o áudio.

Ouça o áudio com o canto original dos grilos combinados com a versão desacelerada: