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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A RÃ E O BOI "SER O QUE SE É." É necessário apreciarmos o que somos. Quando sentimos inveja, supervalorizamos a figura do outro e subestimamos tudo que temos e conquistamos. É preciso ser o que é. Nem colocarmos as criaturas, num pedestal, nem nos rebaixarmos à condição de capachos. Hammed Podemos transformar a inveja em admiração. É muito benéfico e útil a nós mesmos essa mudança. Em vez de cobiçarmos o outro pelo que ele é, tentemos encará-lo como uma meta ou padrão a ser seguido.



"SER O QUE SE É."

É necessário apreciarmos o que somos. Quando sentimos inveja, supervalorizamos a figura do outro e subestimamos tudo que temos e conquistamos. É preciso ser o que é. Nem colocarmos as criaturas, num pedestal, nem nos rebaixarmos à condição de capachos. Hammed

A RÃ E O BOI
Uma rã vê um boi que lhe parece muito belo por causa do seu porte avantajado.
Ao se ver tão pequena, pois o seu tamanho correspondia ao de um ovo, a rã, invejosa, começa a alargar-se, a inchar-se e a esforçar-se para igualar-se em grandeza física ao boi.
E, dirigindo-se a outra rã, perguntou-lhe:
- Olbe bem, minha irmã! Já aumentei o bastante?
- Absolutamente não - respondeu a companheira.
- E agora? - insiste a invejosa. - Já estou parecida com ele?
- De maneira alguma - confirmou a outra. A rã estufou mais um pouco e perguntou novamente:
- E agora, então? Como estou?
- Você nem sequer chega perto dele.
A rã idiota inchou-se tanto que estourou.
O mundo está cheio de pessoas insatisfeitas.
Todo burguês quer construir um palácio. Qualquer principezinho tem embaixadores.
Todo marquês quer ter pajens como o rei os tem.

SER O QUE SE É
Invejar o outro é reconhecer ou declarar abertamente ser inferior a ele. A inveja evidencia a mediocridade; o invejoso não suporta os atributos, condições e qualidades alheias.
Há inúmeras expressões metafóricas utilizadas quando nos referimos a esse sentimento: roer-se de inveja, a inveja dói, contaminado pela febre da inveja, cego de inveja, a inveja queima ou envenena. Socialmente, existem muitas "rãs" que se arrebentam de inveja.
A inveja não está necessariamente associada a um objeto. Sua característica principal é a comparação desfavorável do status de uma pessoa em relação à outra. O invejoso sempre acha que o culpado pelo seu negativo estado de espírito é o sucesso do outro, e nunca ele mesmo.
É necessário apreciarmos o que somos. Quando sentimos inveja, supervalorizamos a figura do outro e subestimamos tudo que temos e conquistamos. É preciso ser o que se é. Nem colocarmos as criaturas num pedestal, nem nos rebaixarmos à condição de capachos.
Devemos ficar atentos à sensação de inveja, porque ela nos indica uma vocação inconsciente, um desejo reprimido.
A criatura invejosa ignora seu potencial, priorizando o crescimento alheio no lugar do próprio crescimento. Invejar não é somente querer ter o que o outro possui; é também tentar impedir que ele não tenha aquilo que conquistou.
A literatura psicanalítica diz que o sentimento de inferioridade existente na intimidade do invejoso é uma manifestação de conflito entre o "eu real" e o "eu ideal", entre o que a criatura é e o que ela gostaria de ser; entre o que a criatura faz ou sente e o que ela pensa que deveria fazer ou sentir.
Inveja é uma tendência de privar o outro daquilo que lhe dá prazer. É querer destruir em outrem o que ele tem de bom porque nós não temos igual.

Podemos transformar a inveja em admiração. É muito benéfico e útil a nós mesmos essa mudança. Em vez de cobiçarmos o outro pelo que ele é, tentemos encará-lo como uma meta ou padrão a ser seguido.
No complexo de inferioridade, há um reconhecimento de fraqueza e inadequação, pois as pessoas que se sentem inferiores geralmente partem para uma busca inglória, uma postura competitiva interminável. Tentam eliminar esses sentimentos desagradáveis mostrando superioridade, sem medir esforços ou custos emocionais.
"O mundo está cheio de pessoas insatisfeitas. Todo burguês quer construir um palácio. Qualquer principezinho tem embaixadores. Todo marquês quer ter pajens como o rei os tem. "
Certas "rãs" na vida social, por sentimento de inferioridade, quase sempre reagem diante do mundo exterior com atitudes de superioridade, acreditando serem "prima-donas" ou, no mínimo, pessoas portadoras dos melhores critérios de avaliação.
A inveja tende a produzir em nós a rebeldia. Pode ser entendida como um inconformismo à lei natural, como uma suposição falsa sobre nossa condição pessoal, como a impressão infundada de nos considerarmos "seres muito especiais", em vez de percebermos que podemos e devemos compartilhar com todos a diversidade existencial. É essa compreensão que nos proporcionará bons relacionamentos, sensação de completude e bem-estar.

CONCEITOS-CHAVE
A - ACEITAÇÃO
Aceitação não é adaptar-se a um modo conformista e triste de como tudo vem acontecendo, nem suportar e permitir qualquer tipo de desrespeito à nossa pessoa; antes, é ter a habilidade necessária para admitir realidades, avaliar acontecimentos e promover mudanças ( ... )." (do livro "Renovando Atitudes", pág. 133, ditado por Hammed - Boa Nova Editora)
B - COMPLEXO DE INFERIORIDADE
A raiz do complexo de inferioridade é o vazio existencial que sentimos quando não somos aceitos pelos outros. Por isso, damos a mãos alheias o poder de decidir nossos caminhos e renunciamos inconscientemente à nossa capacidade natural de conduzir a própria vida.
C - REBELDIA
O rebelde está insatisfeito com o status quo e, por não saber como mudar o mundo íntimo, quer a todo custo mudar o mundo externo. Rebeldia sem direção, na melhor das hipóteses, é energia desperdiçada; na pior, pode tornar-se uma força autodestrutiva e socialmente perigosa.
MORAL DA HISTÓRIA
Muitas vezes, esquecemo-nos de que a fonte para suprir as nossas necessidades está em nós, não nos outros. Cada criatura possui em si um continente de potenciais por descobrir. Feliz daquele que age como um desbravador da própria alma. Todo ser vivo tem suas peculiaridades; aceitá-las é prova de sabedoria. Nós somos absolutamente sós no mundo. Construímos e prosseguimos de modo contínuo, elaborando a cada nova encarnação um capítulo do livro de nossa existência. Só temos como referência as próprias experiências, ou seja, o acúmulo de nossos conhecimentos do presente e do pretérito. Na verdade, nós não podemos copiar do outro uma forma certa de viver, porque somente temos a nós como bússola. Tudo o que fazemos, falamos e pensamos está revestido de nossas interpretações, clareadas sob o ponto de vista das vivências pessoais. Cada vida é única e extraordinariamente incomparável.
REFLEXÕES SOBRE ESTA FÁBULA E O EVANGELHO:
"( ... ) Haverá maiores tormentos que aqueles causados pela inveja e o ciúme? Para o invejoso e o ciumento não há repouso; estão perpetuamente em febre; o que eles não têm e o que os outros possuem lhes causam insônia; os sucessos dos seus rivais lhes dão vertigem ( ... )." (ESE, cap. V, item 23, Boa Nova Editora)
"O coração tranqüilo é a vida da carne; a inveja, porém, é a podridão dos ossos." (Provérbios, 14:30.)
"NOSSA INVEJA DURA SEMPRE MAIS QUE A FELICIDADE DAQUELES QUE INVEJAMOS." - LA ROCHEFOUCAULD
HAMMED 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A Executiva Bem Sucedida. Max Gehringer (Revista Exame). A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.



A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.

Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:

- Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?

- No céu.

- No céu?...

- É.

- Tipo assim... o céu, CÉU...! Aquele com querubins voando e coisas do gênero?

- Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.

Apesar das óbvias evidências: nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular, a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.

Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.

E foi aí que o interlocutor sugeriu:

- Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.

- É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?

- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.

- Assim? (...)

- Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.

Mas a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho:

- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...

- Executiva... Que palavra estranha. De que século você veio?

- Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo 'executiva'?

- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.

Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial, ali na organização.

- Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando à toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistêmica.

- É mesmo?

- Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?

- Ah, não sabemos.

- Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho, implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.

- Que interessante...

- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.

- !!!...???...!!!...???...!!!

- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista... Ele existe, certo?

- Sobre todas as coisas.

- Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.

- Incrível!

- É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um Turnaround radical.

- Impressionante!

- Isso significa que podemos partir para a implementação?

- Não. Significa que você terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno...

sábado, 26 de julho de 2014

O GALO DE BRIGA E A ÁGUIA. O Orgulho leva antes à Destruição. [Fábula de Esopo]


Dois galos estavam, disputando em feroz luta pelo direito de comandar a chácara. Por fim um pôs o outro para correr.
O Galo derrotado afastou-se e foi se recolher num lugar sossegado.
O vencedor, voando até o alto de um muro, bateu as asas e exultante cantou com toda sua força.
Uma Águia que pairava ali perto lançou-se sobre ele, e com um bote certeiro levou-o preso em suas poderosas garras.
O Galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou absoluto livre de disputa.
O Orgulho leva antes à Destruição.
[Fábula de Esopo]

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Pessoas olham para as outras acusando-as de serem egoístas… Mas o que é uma acusação de egoísmo senão o egoísmo velado de alguém. Evoluídos de Mentirinha… Será Que Você É Um Deles?Pessoas olham para as outras acusando-as de serem egoístas… Mas o que é uma acusação de egoísmo senão o egoísmo velado de alguém que não consegue dizer “eu te amo” a quem é incapaz de fazer isso?

R Santiago

Estamos vivendo em um mundo louco.

Tantas pessoas buscando por religiões e idéias sem pé nem cabeça para mudarem suas vidas…

Quando, na verdade, elas só precisam mudar o que há dentro delas mesmas.

Eu não consigo me conformar com a quantidade de gente que joga suas vidas fora, todos os dias, alegando que estão impossibilitadas de fazerem o que querem apenas por “causa” de outras pessoas.

Um dia eu ouvi uma senhorinha dizendo que ninguém mais quer vê-la, e que ela não presta para mais nada na vida.

Vejo num outro dia alguém reclamando: “as pessoas só valorizam quem tem dinheiro e posses”.

Vemos, no entanto, velhos cheios de companhia com famílias que os amam e ricos com almas miseráveis, que se acham constantemente vivendo estresses, doenças cardíacas, problemas familiares.
O que acontece? Por que temos uma sociedade como essa?

Minha idéia sobre isso é: temos uma sociedade realmente incapaz de olhar para si mesma.

Ou melhor: muitas as pessoas olham para si mesmas, mas a partir de uma ótica distorcida, suja, depravada até…

Pessoas olham para as outras acusando-as de serem egoístas… Mas o que é uma acusação de egoísmo senão o egoísmo velado de alguém que não consegue dizer “eu te amo” a quem é incapaz de fazer isso?

Pedro reclama que Maria não lhe dá atenção. O que é isso, senão uma necessidade de Pedro satisfazer a si mesmo? Poderia Maria reclamar que Pedro só pensa no próprio umbigo?

São conflitos confusos, às vezes. E dentro de nosso próprio mundinho psicológico, nos perdemos da compaixão e jogamos uma montanha de palavras horrorosas e críticas duras sobre o outro.

Se Pedro chama Maria de “incapaz de ter um relacionamento”, será que ele espera que Maria se sinta inspirada a sorrir para ele?

Acho que não.
Quem é que gosta de ser controlado e diminuído pelo outro?

Eu nunca vi ninguém permanecer por muito tempo em um relacionamento onde a maior parte dos retornos é do tipo: “você não é tão bom quanto eu”.

Precisamos cuidar com a maneira como comunicamos nossos “quereres”.

Se você quer mudar sua vida, a primeira pessoa que você precisa mudar não é ninguém fora. É você mesmo.

Mude a maneira como você olha os outros, porque se você não suporta o que vê no mundo, isso é função dos significados que você mesmo escolheu dar a uma experiência.

Eu não sei o que é o certo. Mas sei que se uma pessoa me faz “mal”, esse mal é de acordo com os meus próprios critérios. Para a própria pessoa, ela não apenas está tentando fazer o “bem”. Ela está tentando, como todo mundo, fazer um bem maior à sociedade.

Se, de alguma forma, eu represento algo de mal para alguém, essa pessoa tem, dentro dos limites dela, todo o direito de me ignorar, de me criticar, de me excluir de seu convívio.

O que ela não pode fazer é tirar o meu direito de olhá-la com compaixão, amor e perdão.

Se nós perdemos a vontade de fazer isso – de sermos compreensivos com o outro – quem estamos sendo de verdade, senão uma versão “ultrapassada” de ser humano evoluído?

Sim, porque existem dois tipos de pessoas “evoluídas”: aquelas que falam que todo mundo devia ser evoluído, e aquelas que simplesmente olham para os outros como eles realmente podem ser, independente da quantidade de coisas “improdutivas” que fazem.

E olhar para os outros como eles podem ser de verdade é o que me ensina o meu dia a dia com meus clientes e pessoas.

A quantidade de mudanças magníficas, de pessoas mais saudáveis, mais bem sucedidas e mais amorosas que isso gera… É, realmente, incontestável.

Como você tem olhado para as pessoas à sua volta?
Abraços fraternos,
Partes do Livro: Simplesmente Resolvido! Simplesmente Resolvido! 
37 Delírios de um Provocador que Atua Transformando Vidas
Simplesmente Resolvido! é um livro no mínimo curioso para todos, mas certamente chocante para muitos.
De Rodrigo Santiago

15 Coisas Que Você Deveria Abandonar Para Ser Feliz


(Esta é a tradução de um artigo em inglês de Luminita D. Saviuc, autorizado pela própria autora)

Há uma lista de 15 coisas que, se você desistir de todas elas, isso vai fazer sua vida ficar muito, muito mais fácil e muito, muito mais feliz.

Nós nos prendemos a tantas coisas que nos causam tantas dores, estresse e sofrimento – e ao invés de deixá-las todas irem embora, agora… Ao invés de permitir que nós mesmos vivamos sem estresse e felizes… Nós nos agarramos a elas.

Não mais.

Começando a partir de hoje, nós desistiremos de todas essas coisas que não nos servem mais, e nós abraçaremos a mudança.

Preparado? Aqui vamos nós:

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo

Há tantos de nós que não conseguem suportar a idéia de estarmos errados, querendo sempre estar certos, mesmo sob o risco de terminar grandes relacionamentos ou causar um grande nível de estresse e dor, para nós e para outros.

Isso não vale a pena. Quando você sentir a necessidade “urgente” de entrar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo o seguinte:

“Eu preferiria ser a pessoa certa ou a pessoa gentil? Que diferença isso vai fazer? O meu ego é realmente grande desse jeito?”

2. Desista da sua necessidade de controle

Esteja disposto a desistir da sua necessidade de sempre controlar tudo que acontece a você e em volta de você – situações, pessoas, eventos etc.

Seja com seus amados, colegas de trabalho ou somente estranhos que você encontra na rua – apenas permita-os ser.

Permita que tudo e todos sejam como eles são e você verá o quão melhor isso vai fazer você se sentir.

“Ao se desapegar, tudo se torna realizado. O mundo é vencido por aqueles que se desapegam. Quando você tenta e tenta, o mundo se torna mais do que vencer.” (Lao Tzu)

3. Desista da culpa

Desista da sua necessidade para culpar outros pelo que você tem ou não tem, pelo que você sente ou não sente.

Pare de dar seus poderes para outros e comece a assumir as responsabilidades da sua própria vida.

4. Desista da sua conversa interior derrotista

Oh, meu Deus! Quantas pessoas estão machucando a elas mesmas por causa das suas mentalidades negativas, poluídas e repetitivas?

Não acredite em tudo que sua mente está lhe dizendo – especialmente se é negativista e auto-destrutiva.

Porque você é melhor do que tudo isso.

“A mente é um instrumento supremo se usada corretamente. Usada de maneira errada, no entanto, ela se torna muito destrutiva.” – Eckhart Tolle

5. Desista das suas crenças limitantes

Sobre aquilo que você pensa que pode ou não pode fazer, sobre o que é possível ou impossível.

De agora em diante, você não mais irá permitir que suas crenças limitantes mantenham você paralisado no lugar errado.

Abra suas asas e voe!

Uma crença não é uma idéia presa pela mente, ela é uma idéia que prende a mente. – Elly Roselle.

6. Desista de reclamar

Desista da sua necessidade de reclamar sobre aquelas muitas, muitas, muuuuuitas coisas – pessoas, situações, eventos que lhe fazem infeliz, triste e deprimido.

Ninguém pode fazer você infeliz, nenhuma situação pode fazer você triste ou miserável a não ser que você permita que isso aconteça.

Não é a situação que dispara aqueles sentimentos em você, mas sim como você escolhe olhar para tudo aquilo.

Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Desista da luxúria das críticas

Abandone sua necessidade de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você.

Nós somos todos diferentes, e mesmo assim somos iguais.

Todos nós queremos ser felizes, todos nós queremos amar e sermos amados e todos nós queremos ser compreendidos.

Todos nós queremos algo, e algo que é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros

Pare de pensar tão seriamente em ser ago que você não é somente pra fazer os outros gostarem de você.

Isso não funciona desse jeito. No momento que você pára de tentar tão seriamente ser algo que você não é, no momento que você tira todas as suas máscaras, no momento que você aceita e abraça seu eu verdadeiro, você descobrirá as pessoas sendo atraídas por você, sem esforço algum.

9. Abandone a sua resistência à mudança

Mudar é bom.

Mudar irá lhe ajudar a ir de A a B. Mudar irá ajudar você a fazer melhorias em sua vida e também na vida de pessoas à sua volta. Siga seu destino, e abrace a mudança – não resista a ela.

“Siga o seu destino e o universo irá abrir portas para você onde antes só haviam muros.” – Joseph Campbell

10. Desista das etiquetas

Pare de etiquetar coisas, pessoas ou eventos que você não entende. Páre de chamá-los “estranhos” ou “diferentes”. Tente abrir sua mente, pouco a pouco.

As mentes só funcionam quanto estão abertas.

“A mais alta forma de ignorância é quando você rejeita algo sobre o qual você não sabe nada sobre.” – Wayne Dyer
11. Desista dos seus medos

Medo é só uma ilusão. Ele não existe – você o criou. Está tudo na sua mente. Corrija o seu interior e tudo no seu exterior irá se encaixar.

“A única coisa que nós temos que temer é o próprio medo.” – Franklin D. Roosevelt.

12. Desista das suas desculpas

Coloque-as em um pacote e diga a elas que elas estão despedidas.

Você não mais precisa delas. Um monte de vezes nós limitamos a nós mesmos por causa das muitas desculpas que nós usamos.

Ao invés de crescer e trabalhar em melhorar nós mesmos e nossas vidas, nós nos tornamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todos os tipos de desculpas – desculpas que 99,9% das vezes não são nem reais.

13. Desista do seu passado

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece tão melhor do que o presente – e o futuro parece tão assustador.

Você deve levar em conta o fato de que o momento presente é tudo o que você tem e tudo que você irá ter na vida.

O passado que você agora está buscando reviver – o passado com o qual você ainda sonha – foi ignorado por você quando ele era presente.

Pare de se iludir.

Esteja presente em tudo que você faz, e aproveite a vida.

Afinal, a vida é uma jornada, não um destino. Tenha uma visão clara do futuro. Prepare a si mesmo, mas sempre esteja presente no seu agora.

14. Desista do apego

Este é um conceito que, para a maioria de nós, é tão difícil de compreender e eu tenho que dizer a você que isso era complicado pra mim, também.

E ainda é… Mas não é mais algo impossível.

Você fica melhor e melhor nisso com tempo e prática. No momento em que você desliga a si mesmo de todas as coisas, você se torna muito mais cheio de paz, tão tolerante, tão gentil e tão sereno…

Isso não significa que você não dê o seu amor para estas coisas – porque amor e apego não têm nada a ver um com o outro. Apego vem de um lugar de medo, enquanto amor… Bem, amor real é puro, gentil e sem ego. Onde há amor não pode haver medo, e por causa disso, apego e amor não coexistem.

Livrando-se do apego, você chegará em um lugar onde você será capaz de entender todas as coisas sem tentar.

Um estado além das palavras.

15. Desista de viver sua vida através das expectativas de outras pessoas

Muitas pessoas estão vivendo uma vida que não é a vida delas.

Elas vivem vidas de acordo com o que os outros pensam que é melhor para elas, elas vivem suas vidas de acordo com o que seus pais pensam que é melhor, pelo que seus amigos pensam, seus inimigos, professores, governo e até do que a mídia pensa que é melhor para elas.

Elas ignoram suas vozes interiores, aquele chamado interno… Essas pessoas estão tão ocupadas em procurar agradar a todo mundo, preocupadas em atender as expectativas de outros, que elas perdem o controle de suas próprias vidas.

Elas esquecem o que as torna felizes, o que elas querem, o que elas precisam… E, eventualmente, elas esquecem delas próprias.

Você tem uma vida – essa aqui, agora – e você precisa vivê-la, apropriar-se dela e, especialmente, não deixar que a opinião de outras pessoas distraiam você do seu caminho.

E quem não quer ser ainda mais feliz na vida? Se você quiser ter de volta muito mais das suas boas emoções, utilize este teste de equilíbrio emocional que nós desenhamos especialmente para lhe ajudar a criar a partir de hoje uma vida muito mais realizada.

Muitas pessoas levam seus cães para passear; eu levo meus olhos para passear, eles se encantam com tudo. Os Ipês Amarelos. Rubem Alves.



Muitas pessoas levam seus cães para passear; eu levo meus olhos para passear, eles se encantam com tudo

Uma professora me contou esta coisa deliciosa. Um inspetor visitava uma escola. Numa sala ele viu, colados nas paredes, trabalhos dos alunos acerca de alguns dos meus livros infantis. Como que num desafio, ele perguntou à criançada: "E quem é Rubem Alves?". Um menininho respondeu: "O Rubem Alves é um homem que gosta de ipês-amarelos...". A resposta do menininho me deu grande felicidade. Ele sabia das coisas. As pessoas são aquilo que elas amam.
Mas o menininho não sabia que sou um homem de muitos amores... Amo os ipês, mas amo também caminhar sozinho. Muitas pessoas levam seus cães a passear. Eu levo meus olhos a passear. E como eles gostam! Encantam-se com tudo. Para eles o mundo é assombroso. Gosto também de banho de cachoeira (no verão...), da sensação do vento na cara, do barulho das folhas dos eucaliptos, do cheiro das magnólias, de música clássica, de canto gregoriano, do som metálico da viola, de poesia, de olhar as estrelas, de cachorro, das pinturas de Vermeer (o pintor do filme "Moça com Brinco de Pérola"), de Monet, de Dali, de Carl Larsson, do repicar de sinos, das catedrais góticas, de jardins, da comida mineira, de conversar à volta da lareira.
Diz Alberto Caeiro que o mundo é para ser visto, e não para pensarmos nele. Nos poemas bíblicos da criação está relatado que Deus, ao fim de cada dia de trabalho, sorria ao contemplar o mundo que estava criando: tudo era muito bonito. Os olhos são a porta pela qual a beleza entra na alma. Meus olhos se espantam com tudo que veem.
Sou místico. Ao contrário dos místicos religiosos que fecham os olhos para verem Deus, a Virgem e os anjos, eu abro bem os meus olhos para ver as frutas e legumes nas bancas das feiras. Cada fruta é um assombro, um milagre. Uma cebola é um milagre. Tanto assim que Neruda escreveu uma ode em seu louvor: "Rosa de água com escamas de cristal...".
Vejo e quero que os outros vejam comigo. Por isso escrevo. Faço fotografias com palavras. Diferentes dos filmes, que exigem tempo para serem vistos, as fotografias são instantâneas. Minhas crônicas são fotografias. Escrevo para fazer ver.
Uma das minhas alegrias são os e-mails que recebo de pessoas que me confessam haver aprendido o gozo da leitura lendo os textos que escrevo. Os adolescentes que parariam desanimados diante de um livro de 200 páginas sentem-se atraídos por um texto pequeno de apenas três páginas. O que escrevo são como aperitivos. Na literatura, frequentemente, o curto é muito maior que o comprido. Há poemas que contêm todo um universo.
Mas escrevo também com uma intenção gastronômica. Quero que meus textos sejam comidos pelos leitores. Mais do que isso: quero que eles sejam comidos de forma prazerosa. Um texto que dá prazer é degustado vagarosamente. São esses os textos que se transformam em carne e sangue, como acontece na eucaristia.
Sei que não me resta muito tempo. Já é crepúsculo. Não tenho medo da morte. O que sinto, na verdade, é tristeza. O mundo é muito bonito! Gostaria de ficar por aqui... Escrever é o meu jeito de ficar por aqui. Cada texto é uma semente. Depois que eu for, elas ficarão. Quem sabe se transformarão em árvores! Torço para que sejam ipês-amarelos...

Rubem Alves

domingo, 20 de julho de 2014

"Um homem sem virtude não pode morar muito tempo na adversidade, nem também na felicidade; mas o homem virtuoso descansa na virtude, e o homem sábio a ambiciona." Confúcio


"O sábio procura o que está nele próprio; o tolo, o que está fora dele."

"O homem superior compreende o que é certo; o homem inferior só compreende o que pretende impingir. "

"O homem se distingue dos outros seres pelo seu sentido de justiça."

"Carpe diem."
Obs.: Provérbio latim, significa: aproveite o dia; não desperdice o tempo.


"A arte de liderar: seguir na frente da multidão e ensiná-la a trabalhar. "

"A melhor maneira de se ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros."

"Algum dinheiro evita preocupações; muito, as atrai."

"O que não queiras que os outros te façam a ti, não o faças aos outros."

"O homem superior é persistente no caminho verdadeiro e não só persistente."

"O sábio sabe que ignora."

"Os cautelosos raramente se equivocam."

"Só o virtuoso é competente para amar ou odiar aos homens."

"Trabalha em impedir delitos para não precisar castigos."

"Me perguntas por que compro arroz e flores? Compro arroz para viver e flores para ter algo pelo que viver."

"Governar é retificar."

"É mais fácil apoderar-se do comandante de um exército do que despojar a um miserável de sua liberdade."

"Melhor do que o homem que sabe o que é justo é o homem que ama o justo."


"Eu não tento conhecer as perguntas; tento conhecer as respostas."

"Não deves queixar-te da neve no telhado de teu vizinho quando também cobre o umbral de tua casa."

"Ouvir ou ler sem refletir é uma ocupação inútil."

"Entristece-te não porque os homens não te conheçam, senão porque tu não conheces aos homens."

"A natureza humana é boa e a maldade é essencialmente antinatural."

"Pode-se tirar de um general seu exército, mas não de um homem sua vontade."

"Um homem sem virtude não pode morar muito tempo na adversidade, nem também na felicidade; mas o homem virtuoso descansa na virtude, e o homem sábio a ambiciona."


Confúcio

20 EXERCÍCIOS PARA REFORMA ÍNTIMA. 1. Executar alegremente as próprias obrigações. 2. Silenciar diante da ofensa. 3. Esquecer o favor prestado...


20 EXERCÍCIOS PARA REFORMA ÍNTIMA

1. Executar alegremente as próprias obrigações.
2. Silenciar diante da ofensa.
3. Esquecer o favor prestado.
4. Exonerar os amigos de qualquer gentileza para
conosco.
5. Emudecer a nossa agressividade.
6. Não condenar as opiniões que divergem da nossa.
7. Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária.
8. Repetir informações e ensinamentos sem qualquer
azedume.
9. Treinar a paciência constante.
10. Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros
sem biografar nossas dores.
11. Buscar sem afetação o meio de ser mais útil.
12. Desculpar sem desculpar-se.
13. Não dizer mal de ninguém.
14. Buscar a melhor parte das pessoas que nos
comungam a experiência.
15. Alegrar-se com a alegria dos outros.
16. Não aborrecer quem trabalha.
17. Ajudar espontaneamente.
18. Respeitar o serviço alheio.
19. Reduzir os problemas particulares.
20. Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira.


Chico Xavier

sexta-feira, 11 de julho de 2014

As características pedagógicas dos mitos em Homero. Para a maioria dos gregos da época de Platão, Homero era um grande educador grego, o filósofo tentou limitar o valor pedagógico da poesia Homérica colocando em praxe a veracidade de suas obras. Platão considerou que uma obra de porte pedagógico deveria jamais ferir o conceito ético e estético, enquanto que em Homero as realizações dos personagens estão além da impossibilidade humana. Platão queria com isso conferir a depreciação do valor pedagógico das obras justamente por ferirem o conceito ético humano.


Para a maioria dos gregos da época de Platão, Homero era um grande educador grego, o filósofo tentou limitar o valor pedagógico da poesia Homérica colocando em praxe a veracidade de suas obras. Platão considerou que uma obra de porte pedagógico deveria jamais ferir o conceito ético e estético, enquanto que em Homero as realizações dos personagens estão além da impossibilidade humana. Platão queria com isso conferir a depreciação do valor pedagógico das obras justamente por ferirem o conceito ético humano.

Os poetas gregos, principalmente Homero, constituíam grande valor para historia literária da humanidade, teriam sido eles os criadores e modeladores do ideal grego. Desde os primórdios da humanidade tentamos compreender os problemas centrais do homem através da arte. Saussure analisou que a transcrição da vida é impossível diante da linearidade dos signos linguísticos, já Ricoeur afirmou que buscamos uma compreensão da vida através da literatura, para isto o texto literário tem que se aproximar da realidade, um texto desse caráter deve aprofundar-se o maior possível da intimidade humana e estar ligado aos anseios espirituais, a capacidade de lidar com devidas situações que ocorrem na vida humana, segundo Jaeger «63» a poesia grega não nos fornece nenhum fragmento de realidade. “Ela nos da um trecho da existência, escolhido em relação a um ideal determinado.”

Segundo Jaeger «64» “nenhum povo criou por si mesmo formas de espírito comparáveis aquelas da literatura grega posterior. Dela nos vem a tragédia, a comedia, o tratado filosófico, o diálogo, o tratado cientifico sistemático, a historia critica, a biografia, a oratória jurídica, a panegírica, a descrição de viagens e as memórias, as coleções de cartas, as confissões e os ensaios.” A poesia épica fundada pelos gregos beneficiou as mais distintas etnias, raças e culturas posteriores, a partir dos cantos heróicos nasceu a epopéia e os outros povos apossaram-se da arte grega para descreverem sua peculiaridades, todavia nenhum povo exprimiu-se de modo tão distinto e sublime nas épicas como os gregos. Somente um poema da idade média a “A Divina Comedia” de Dante equipara-se a obra homérica, o poema de Dante eleva-se pela intimidade e universalidade humana, fato que ocorre numa proporção especial em Shakespeare e Goethe. Embora tais poetas encontram-se beneficiadas pelo tempo enquanto que Homero é o precursor da poesia universal.

Embora a poesia homérica seja duramente criticada por Platão devido a frivolidade tão intensa no texto, ela possui uma importância educadora no seio grego, a ética encontra-se exposta na cultura e moral da sociedade aristocrata, e aquela sociedade aristocrata desapareceu, não havendo ninguém para testemunhar a veracidade dos acontecimentos descritos por Homero, ou, daqueles acontecimentos históricos. Além desta forma de vida estar extinta para sempre o único fundamento vivo de toda aquela cultura está escrito nos poema poemas homéricos. A poesia homérica é muito vasta e impossível de reduzir-se a uma fórmula única, por trás de toda complexidade existe um interesse educador expresso, até pelos nomes impostos por Homero, cujos significados está impresso no personagem: o cantor do Canto I da Odisséia, cujo nome é Fêmio, significa,”portador da fama, anunciador da glória.” O estimo de Atenéia a Telêmaco é um exemplo educativo criado pelo mito, conforme afirma Jaeger o mito não possui caráter educativo pela comparação de um acontecimento exemplar, mas sim pela própria natureza do mito, os mitos e lendas heróicas são ricos em exemplos e pensamentos de sua nação; embora seja o mito fictício, não tem nenhum caráter fictício.

Para além do caráter educador estava o caráter cívico, as palavras de um herói troiano se resumiu que “lutar pela pátria era um bom augúrio.” Penélope por exemplo, não mediu o esforço de esperar o marido por vinte anos, além do dever de esposa implícito aqui, existe também o dever de rainha, pois o rei estava ausente, mas o trono lhe pertencia, era vitalício; enquanto não houvesse noticia concreta de sua morte ela não se casaria. Os personagens homéricos se posicionam em frente os desvarios e nas experiências da vida, encaram com coragem e determinação, possuem forças morais tão fortes quanto a força física, reconhece a força do mundo superior, da força demoníaca como mais potente em relação o homem.

Na verdade, apesar do mito tão implícito na obra homérica elas possuem caráter pedagógico, iniciou-se na consciência nacional grega e expandiu-se sobre a cultura grega posterior e outras culturas posteriores e externas, Homero deixa claro que o motivo da ação heróica é a própria cólera do herói, exaltando os feitos pestes, garantindo o espaço na historia como uma obra prima, “mãe “ de todas as outras artes expressionistas de caráter pedagógicos, uma das provas convincente é o fato de manter viva a grandeza e a gloria dos cantos através dos tempos. Sem julgar o significado e o exemplo da ética aristocrática de Homero, pois é uma sociedade do passado cuja cultura e características contrapostas as atuais sociedades ocidentais.

Bibliografia Citada
Jaeger, Werner Wilhen. «Homero como educador», Paidéia: a formação do homem grego. São Paulo, Martins fontes, 1995. 61-84.
RICOEUR, Paul, «Life in quest of narrative», WOOD, David, On Paul Ricoeur: narrative and interpretation. Londres, Routledge, 1991, 20-33.
SAUSSURE, Ferdinand de, Curso de Linguística Geral, Lisboa, Dom Quixote, 1992.
Weberson Fernandes Grizoste; Doutorando em Poética e Hermenêutica.; Universidade de Coimbra, UC, Portugal;        Título: Os Timbiras: paradoxos anti-épicos da Ilíada Brasileira; Palestrou em 2010 no Auditório da Faculdade Eduvale e gentilmente cedeu este artigo.
Fonte: Faculdade EDUVALE

domingo, 6 de julho de 2014

A sabedoria chinesa ensina: A importância de ser flexível: PARA REFLETIR: A importância de ser flexível. Ser flexível não significa perder sua autenticidade, cedendo a tudo e a todos. É entender, negociar e adaptar-se às circunstâncias.


A sabedoria chinesa ensina:
“Em noites de tempestade, as árvores rígidas são as primeiras a quebrar. As flexíveis se curvam e deixam o vento passar...”
Muitos negócios e relacionamentos “morrem” por ausência de flexibilidade.
Felicidade, prosperidade e sucesso não combinam com rigidez. Quanto mais rígida é uma pessoa, maior será seu sofrimento. Flexibilidade é característica de pessoas bem resolvidas.
É uma das melhores estratégias de sobrevivência na vida e nos negócios. Ser flexível é um poderoso diferencial na busca pelos seus objetivos.

O chamado “jogo de cintura” é um exercício de flexibilidade e diplomacia; com ele podemos resolver as situações difíceis e complexas. Ser flexível não significa perder sua autenticidade, cedendo a tudo e a todos. É entender, negociar e adaptar-se às circunstâncias.
Flexibilidade é a capacidade de adaptar-se positivamente à mudança, ajustando suas atitudes de acordo com as mais diferentes e conflitantes situações do cotidiano. Seja flexível! Você só tem a ganhar.




* Este é um trecho do livro "51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira" de 
Carlos Hilsdorf 

E lembre-se: 1. Nada do que disserem a seu respeito poderá diminuir o seu real valor. Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem que você permita. REFLEXÃO DO DIA: Inveja, calúnia e difamação. Quem nunca sofreu com calúnia, difamação, inveja? Como lidar com estas situações? justifique-se somente com as pessoas às quais você responde hierarquicamente e amigos verdadeiros.


Quem nunca sofreu com calúnia, difamação, inveja?
Calúnia e difamação são frutos de mentes e corações distantes do amor e do bem. São as armas prediletas para atacar as pessoas de bem. Pessoas más inventam, aumentam, distorcem e fazem tudo para tentar sujar a imagem de seus desafetos.
Essa prática é mais comum do que imaginamos. A fofoca é um exemplo. Raramente uma fofoca é fiel à realidade, vem sempre associada à maldade e à inveja.

Como lidar com estas situações?
- Se as pessoas para as quais forem ditas calúnias a seu respeito, conhecem bem você, não faça nada. O caluniador está passado seu próprio atestado de mau caráter.
- Quanto às pessoas que não conhecem você tão bem, explique-se somente àquelas que merecem sua consideração e estão diretamente envolvidas com você.
- No trabalho, justifique-se somente com as pessoas às quais você responde hierarquicamente e amigos verdadeiros. Esclareça as calúnias. Mantenha tudo na esfera profissional, trate dos fatos, não das pessoas caluniadoras.

E lembre-se:
1. Nada do que disserem a seu respeito poderá diminuir o seu real valor. Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem que você permita.
2. O tempo é o maior aliado da verdade. Nenhuma mentira, calúnia ou difamação resiste à ação do tempo!
3. Sua melhor resposta é sua história de vida. Pratique a virtude, faça o bem. Nada poderá destruir esse patrimônio!

Paz e Alegria, 
Carlos Hilsdorf

REFLEXÃO DO DIA: Decisões E Atitudes


Quantas pessoas você conhece que desejam uma vida melhor, mas não fazem nada de efetivo para conquistá-la?
Muitas pessoas dizem: "Decidi emagrecer!" - Emagreceram? Não.
Outras pessoas dizem: "Decidi parar de fumar!" - Pararam? Não.
Há ainda os que dizem: "Segunda-feira começo a Academia! Projeto VERÃO!" - Fazem uma semana de academia e abandonam.

Existe uma grande diferença entre a decisão e a atitude.
As duas são escolhas, mas a decisão é uma apenas uma ideia, um pensamento, uma escolha "teórica", enquanto a ATITUDE é uma escolha colocada em prática. Atitude é ação. É movimento. Atitude gera resultados!

Também não adianta ter iniciativa 10 e persistência 0. Os resultados só aparecem se você mantiver os esforços ao longo do tempo. É preciso muita disciplina e persistência.
O filósofo Aristóteles já dizia: "Nós somos o que repetidamente fazemos. Portanto, a excelência não é um feito, e sim um hábito."

Nós somos filhos das nossas atitudes! Reflita sobre isto!


Paz e Alegria,
Carlos Hilsdorf

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Complexo de superioridade. Aqueles que manifestam o complexo de superioridade geralmente projetam seus sentimentos de inferioridade nos outros que percebem como seus inferiores, possivelmente pelas mesmas razões pelas quais podem ter sido colocados em ostracismo, isto é, encarando os outros como "feios" ou "estúpidos", e inferiores.Os sentimentos de inferioridade deste complexo específico são freqüentemente despertados por rejeição social




Complexo de superioridade refere-se a um mecanismo subconsciente de compensação neurótica desenvolvido por um indivíduo como resultado de sentimentos deinferioridade. Os sentimentos de inferioridade deste complexo específico são freqüentemente despertados por rejeição social, possivelmente como resultado da desatenção do indivíduo para com a higiene pessoal, má aparência ou baixa inteligência quando comparada a de outrem. A expressão foi criada por Alfred Adler, como parte de sua escola de psicologia individual.



Aqueles que manifestam o complexo de superioridade geralmente projetam seus sentimentos de inferioridade nos outros que percebem como seus inferiores, possivelmente pelas mesmas razões pelas quais podem ter sido colocados em ostracismo, isto é, encarando os outros como "feios" ou "estúpidos", e inferiores. Acusações de arrogância e insolência são freqüentemente feitas por outrem quando se referem ao indivíduo que manifesta o complexo de superioridade.

Comportamentos relacionados a este mecanismo podem incluir uma opinião exageradamente positiva do valor e capacidade próprias, expectativas exageradamente altas em objetivos e realizações pessoais e para outrem, vaidade, vestuário extravagante (com o intuito de atrair atenções), orgulho, sentimentalismo e exaltação afetada, convencimento, tendência para desacreditar opiniões alheias, esforços direcionados à dominação daqueles considerados mais fracos ou menos importantes, credulidade e outros.

Afastamento social, divagações e isolamento podem também esta associados ao complexo de superioridade, como forma de fugir ao medo ou falha relacionados aos sentimentos de inadequação face ao mundo real.

Os complexos de superioridade e inferioridade são freqüentemente encontrados juntos como expressões diferentes da mesma patologia, e podem coexistir num mesmo indivíduo. este complexo também pode ser causado pelo transtorno de estresse pós-traumático.

domingo, 22 de junho de 2014


"Quando temos dívida na retaguarda, mas continuamos trabalhando a serviço do próximo, a Misericórdia Divina manda adiar a execução da sentença de resgate, até que os méritos do devedor possam ser computados em seu benefício."
(Chico Xavier).
Do livro Minutos com Chico Xavier, de José Carlos De Lucca.

"A paz do mundo começa em mim. Se tenho amor, com certeza sou feliz. Se faço o bem ao meu irmão, tenho a grandeza dentro do meu coração." A maior parte dos seres humanos deseja a paz no Mundo. É como um sonho coletivo: nada de guerras, de conflitos originados por preconceitos ou disputas políticas e religiosas. A paz do mundo e a paz interior


A maior parte dos seres humanos deseja a paz no Mundo. É como um sonho coletivo: nada de guerras, de conflitos originados por preconceitos ou disputas políticas e religiosas. 

Entretanto, muitos esquecem de um detalhe: a paz é o resultado de uma construção de pessoas, grupos, comunidades e povos. 

Ela nasce, muito antes, no coração de cada um de nós. 

"A paz do mundo começa em mim. Se tenho amor, com certeza sou feliz. Se faço o bem ao meu irmão, tenho a grandeza dentro do meu coração." 

A música do compositor Nando Cordel é uma bela tradução do verdadeiro espírito da paz. 

Um sentimento que deve estar dentro da alma dos que desejam ver o Mundo mais aprimorado, do ponto de vista moral. 

Mas há uma pergunta importante em meio a tudo isso: O que é a paz? 

E você deve estar se perguntando: Será assim tão importante saber o que é a paz? 

Claro que sim. Não se pode possuir aquilo que se desconhece. Então, falemos de paz... 

Muita gente mistura os conceitos e acredita saber perfeitamente o que é a paz. 

Alguns confundem paz com silêncio. Outros acreditam que a paz é a ausência de brigas. 

Outros, ainda, imaginam que estar em paz significa ficar quieto, sem perturbar a quem quer que seja. 

Finalmente, há os que acreditam que estar em paz é ter dinheiro sobrando para viver uma vida de conforto. 

Será que isso é mesmo a paz? Será que essas situações trazem mesmo a tranqüilidade ou são apenas momentos menos tumultuados, com algum conforto material? 

Pensemos juntos: paz não é simplesmente ausência de barulho. 

Muita gente faz silêncio por fora, mas traz a alma sobrecarregada de ruídos. O tormento interno torna a criatura estressada e infeliz. 

E quem acha que paz é a ausência de brigas e conflitos aparentes também pode estar enganado. 

Quantas vezes a pessoa fica em silêncio somente porque tem medo de expressar sua opinião? Quantas vezes a raiva está bem camuflada sob uma aparência tranqüila? 

Quem vê cara, não vê coração, diz a sabedoria popular. O mesmo acontece com a paz: nem sempre o rosto expressa o que vai na cabeça ou no coração da pessoa. 

Em resumo: não se pode confundir paz com preguiça, displicência, comodismo ou covardia. 

A paz é um estado de espírito permanente. Quem verdadeiramente vive em paz não perturba o mundo e nem se deixa perturbar por ele. 

É claro que esse estado mental de completa paz é algo ainda um pouco distante da nossa realidade, mas o nosso papel é o do esforço constante para alcançarmos esse objetivo. 

E se todo processo inicia em algum momento, como iniciar a conquista da paz? 

Nossa sugestão: faça como se fosse um treinamento diário. Um treinamento de autoconhecimento. Principalmente, de auto-educação. 

Comece reservando algumas horas para você e faça reflexões. Inicie fazendo um levantamento sobre todas as coisas, pessoas e situações que lhe causam irritação. 

Em seguida, analise as razões porque você se irrita com essas pessoas e situações. 

Pense em alternativas para não perder a calma. Faça simulações mentais, experimente seus limites, treine a paciência, exercite o equilíbrio. 

Se fizer assim, possivelmente você estará melhor preparado para quando a situação ocorrer de fato. Estabeleça metas a serem alcançadas na conquista da paz. 

Simultaneamente, exercite hábitos mentais positivos: meditação, boas leituras, relaxamento, músicas suaves. 

Tudo isso fortalece a atmosfera de paz interior e reforça atitudes mais suaves e serenas. 

Quando esses hábitos se consolidarem, quando a serenidade for obtida sem esforço, quando for mais fácil permanecer calmo, aí então você será forte candidato a se tornar exemplo para o Mundo. 

Exemplo? Sim, amigo leitor: quem deseja a paz do Mundo deve se empenhar para ser exemplo vivo dessa paz. 

É como uma árvore que, à medida que cresce, vai oferecendo benefícios de flores, perfume, cor e sombra aos que estão nas proximidades. 

Por isso acredite: quem quer paz, nada exige dos outros. Faz a sua parte em silêncio e aguarda as conseqüências.
Texto da Redação do Momento Espírita

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Nós somos os únicos responsáveis por nossa felicidade. Ninguém pode estragar o seu dia. “Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta”.


O colunista Sydney Harris acompanhava um amigo à banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro cordialmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Harris sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
— Ele sempre te trata com tanta grosseria?
— Sim, infelizmente é sempre assim.
— E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
— Sim, sou.
— Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
— Porque não quero que ele decida como eu devo agir. Nós somos os únicos responsáveis por nossa felicidade. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. “Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta”.
Não são os ambientes que devem nos transformar, e sim nós que devemos tentar transformar os ambientes. Ninguém pode estragar o seu dia, a menos que você permita!

terça-feira, 17 de junho de 2014

O que podemos aprender com o Japão sobre Educação? Muito. No país que saiu arrasado da Segunda Guerra Mundial, o sistema educacional teve papel-chave na recuperação da sociedade. Em 1947, foi instituída da Lei de Educação Escolar, que definiu altos parâmetros na área para todo o país. Alunos japoneses destacam-se com frequência em olimpíadas internacionais - e em avaliações como o PISA (Programme for International Student Assessment, ou Programa de Avaliação Internacional de Alunos), a avaliação internacional de Educação promovida pela OCDE(Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico). - e são mundialmente conhecidos por sua disciplina.

Foto: Mauricio Melo
Foto: O sistema educacional teve papel-chave na recuperação da sociedade japonesa após a Segunda Guerra Mundial.
O sistema educacional teve papel-chave na recuperação da sociedade japonesa após a Segunda Guerra Mundial.

Como os japoneses aprendem?

Sétimo lugar no PISA 2012, o Japão garante a sua Educação de qualidade com professores bem formados e alunos que sabem aprender


Texto Cynthia Costa
Lá está ele, sempre entre os dez primeiros. Há mais de uma década, o Japão consistentemente mantém uma posição de destaque no PISA (Programme for International Student Assessment, ou Programa de Avaliação Internacional de Alunos), a avaliação internacional de Educação promovida pela OCDE(Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico). 
No ranking mais recente, divulgado neste início de dezembro, a terra do sol nascente apareceu em 7º lugar na categoria Matemática e em 4º lugar tanto em Ciências quanto Leitura. O Brasil ocupou, respectivamente, a 58ª, 55ª e 59ª posições nessas categorias, no fim da lista das 65 economias participantes.

O que podemos aprender com o Japão sobre Educação? Muito. No país que saiu arrasado da Segunda Guerra Mundial, o sistema educacional teve papel-chave na recuperação da sociedade. Em 1947, foi instituída da Lei de Educação Escolar, que definiu altos parâmetros na área para todo o país. Alunos japoneses destacam-se com frequência em olimpíadas internacionais - e em avaliações como o PISA - e são mundialmente conhecidos por sua disciplina.

A seguir, conheça mais sobre a Educação do país que é exemplo para todos.

Japão em números
- 126,6 milhões de habitantes em 2012
- Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) em 2012: 0,912 (10º mais elevado do mundo)
- Nove anos de escola são obrigatórios - o correspondente aos nossos Ensinos Fundamental I e II. 100% das crianças japonesas cumprem essa fase inteira
- População: 91% é urbana; 99% é alfabetizada; 80% é usuária da internet*
- Média de 103 telefones celulares a cada 100 habitantes*
- 778 universidades

*Dados de 2011 da Unicef.

Fuleco, o animal deveria receber doações da Fifa para evitar sua extinção. Fifa é acusada de esconder mascote da Copa. "Daqui a 40 anos, as pessoas vão lembrar dos jogos e do campeão da Copa, talvez até lembrem do mascote Fuleco. Mas nessa época o tatu-bola pode estar extinto e as pessoas nem lembrarem dele", declarou Castro.

Reprodução/Fifa
Em 2012, Jérôme Valcke anunciou o tatu-bola como mascote da Copa. Batizado como Fuleco, o animal deveria receber doações da Fifa para evitar sua extinção. Entretanto, um ano e meio depois da decisão, a entidade futebolística não destinou dinheiro para a preservação do bicho. De acordo com o líder da Associação Caatinga, Rodrigo Castro, a organização fez uma "uma proposta indecorosa" de última hora, oferecendo US$ 300 mil a serem distribuídos em 10 anos. "Eles ofereceram um trocado, um dinheiro que sobrou do programa de neutralização de emissão de carbono deles. Fizemos uma contraproposta e esperamos uma resposta até o apito final da Copa", afirma Castro.

Segundo a ONG, o valor não teria impacto no programa de preservação de matas de caatinga e no estudo das espécies do sertão nordestino, já que não se sabe a população total desse tatu e a distribuição dela. De acordo com uma matéria do UOL, por não ter realizado a doação, a Fifa estaria escondendo o Fuleco nos jogos da Copa, inclusive durante a abertura do espetáculo.

"Daqui a 40 anos, as pessoas vão lembrar dos jogos e do campeão da Copa, talvez até lembrem do mascote Fuleco. Mas nessa época o tatu-bola pode estar extinto e as pessoas nem lembrarem dele", declarou Castro.

A Fifa negou que esteja escondendo o mascote e afirmou que ele foi exibido em todos os estádios e durante a abertura.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Copa 2014 Brasil: Japoneses dão exemplo. Os japoneses que foram à Arena Pernambuco para assistir à partida de estreia do Japão na Copa do Mundo contra a Costa do Marfim fizeram questão de deixar as arquibancadas do estádio livre de lixo após a partida.

Saco de lixo para torcer e para limpar estádio. Japoneses dão exemplo.


Reprodução/Twitter

Os japoneses que foram à Arena Pernambuco para assistir à partida de estreia do Japão na Copa do Mundo contra a Costa do Marfim fizeram questão de deixar as arquibancadas do estádio livre de lixo após a partida.
Os sacos azuis que puderam ser vistos na torcida do Japão que torcida pela sua seleção durante o jogo foram utilizados para recolher o lixo deixado na ala deles da torcida depois da derrota japonesa por 2 a 1.
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Costa do Marfim x Japão

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domingo, 8 de junho de 2014

Ando devagar Porque já tive pressa E levo esse sorriso Porque já chorei demais Cada um de nós compõe a sua história Cada ser em si Carrega o dom de ser capaz E ser feliz


Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei
Ou nada sei

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Conhecer as matas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

“E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar… Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução. EU DECIDI. Para refletir sobre a nossa vida e as decisões a se tomar, deixo um belíssimo texto de autoria do grande cineasta e produtor cinematográfico Walt Disney. Um homem de sucesso que admiro demais e terá seu nome marcado para sempre na história do cinema. E desde aquele dia já não durmo para descansar… simplesmente durmo para sonhar.”


Por Isaias Costa
Para refletir sobre a nossa vida e as decisões a se tomar, deixo um belíssimo texto de autoria do grande cineasta e produtor cinematográfico Walt Disney. Um homem de sucesso que admiro demais e terá seu nome marcado para sempre na história do cinema.


“E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de “amigo”.
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, “o amor é uma filosofia de vida”.
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas…
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar… simplesmente durmo para sonhar.”

Mensagem nos enviada pela amiga Loiva Karnopp

sexta-feira, 6 de junho de 2014

O que é isso? Certa tarde, estavam pai e filho no pátio de casa, sentados em um banco embaixo de uma árvore. O filho lia concentrado o seu jornal, enquanto o pai contemplava a natureza. De repente um pequeno pássaro pousou à frente deles. O pai olhou atento e perguntou: - O que é aquilo?



Certa tarde, estavam pai e filho no pátio de casa, sentados em um banco embaixo de uma árvore. O filho lia concentrado o seu jornal, enquanto o pai contemplava a natureza. De repente um pequeno pássaro pousou à frente deles. O pai olhou atento e perguntou:


- O que é aquilo?

Então o filho tirou os olhos do jornal, olhou para o pássaro e respondeu:

- Um pardal.

O pai, continuando a olhar o pequeno pássaro, perguntou de novo:

- O que é aquilo?

E o filho novamente respondeu:

- Acabei de lhe dizer pai, é um pardal.

Quando o filho sacudiu o jornal para virar a página, o pássaro se assustou e voou para os galhos da árvore. Minutos depois, o pássaro pousou no chão e o pai questionou novamente:

- O que é aquilo?

O filho, já inquieto, respondeu com grosseria:

- Um pardal! UM PARDAL! Já lhe disse várias vezes, pai, é um PAR-DAL!

O pai, continuando a olhar o pequeno pássaro, pergunta mais uma vez:

- O que é aquilo?

Então o filho perdeu a paciência e, aos berros, respondeu:

- Por que o senhor está fazendo isso comigo, atrapalhando minha leitura? Por quê? Já lhe disse várias vezes que é um pardal, um pardal, que saco!

Nisso o pai se levantou calmamente e o filho, entre nervoso e curioso, perguntou:

- Aonde o senhor vai?

O pai entrou em casa. Logo depois, retornou com uma velha agenda em suas mãos. Procurou uma determinada página e a entregou ao filho, que começou a ler.

Nisso, o pai lhe ordenou:

- Leia em voz alta!

Então o filho começou a ler a agenda na página aberta pelo pai, que dizia:

- Hoje meu filho caçula, que há poucos dias fez três anos de idade, estava comigo no parque quando um pássaro pousou à nossa frente. Meu filho me perguntou 21 vezes o que era aquilo. E eu lhe respondi 21 vezes, com todo carinho, que era um pardal. E cada vez que ele me perguntava, eu respondia com toda alegria do meu coração, e o abraçava a cada pergunta sentindo-me feliz por perceber que a curiosidade daquele inocente criança demonstrava o quanto meu filho era inteligente!

Foi nesse instante que a ficha caiu e o filho largou seu jornal e abraçou seu velho pai, chorando!

Muitas vezes não temos paciência com nossos pais, achando que eles são chatos, caducos e só querem atrapalhar nossa vida. Esquecemos que foram eles que nos orientaram educaram, socorreram, investiram todo seu tempo, paciência e amor para que pudéssemos, um dia, sermos pessoas de bem. E hoje não temos tempo e nem paciência para tratá-los bem.