visitantes desde Abril 2011

free counters

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A todos os meus Amigos que tanto Amo... Amor de amigo é coisa engraçada! É diferente de amor de pai, de mãe, de irmão, de namorado... Amor de amigo é amor que completa a gente.

Em especial a esta turma que a 9 anos aprendemos juntos.

Amor de amigo é coisa engraçada!
É diferente de amor de pai, de mãe, de irmão, de companheiro...
Amor de amigo é amor que completa a gente.
Um amigo não precisa estar com a gente o tempo todo, porque amor de amigo vence a distância.
Amigo que é amigo mesmo, pode até ter outros amigos, porque amor de amigo nunca acaba. 
Ele se multiplica.
Tem amigo de tudo quanto é jeito: de infância, da escola, de bairro, de Sociedade Espírita, de faculdade, de internet, amigo de amigo...
Tem amigo até que a gente nem lembra de onde veio.
 E cada um deles tem um espaço guardado na memória e no coração.

Amigo é amigo porque está presente na vida da gente: 

Aos meus amigos, a todos eles, eu desejo que conquistem cada vez mais amigos.

Porque amor de amigo não se cansa de amar.




segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes


Esta é a Ana.



Ana é parte da Geração Y, a geração de jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e a metade da década de 1990. Ela também faz parte da cultura Yuppie, que representa uma grande parte da geração Y.


“Yuppie” é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta. Os yuppies em geral possuem formação universitária, trabalham em suas profissões de formação e seguem as últimas tendências da moda. - Wikipedia

Eu dou um nome para yuppies da geração Y — costumo chamá-los de “Yuppies Especiais e Protagonistas da Geração Y”, ou “GYPSY” (Gen Y Protagonists & Special Yuppies). Um GYPSY é um tipo especial de yuppie, um tipo que se acha o personagem principal de uma história muito importante.

Então Ana está lá, curtindo sua vida de GYPSY, e ela gosta muito de ser a Ana. Só tem uma pequena coisinha atrapalhando:

Ana está meio infeliz.

Para entender a fundo o porquê de tal infelicidade, antes precisamos definir o que faz uma pessoa feliz, ou infeliz. É uma formula simples:



É muito simples — quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.

Para contextualizar melhor, vamos falar um pouco dos pais da Ana:



Os pais da Ana nasceram na década de 1950 — eles são “Baby Boomers“. Foram criados pelos avós da Ana, nascidos entre 1901 e 1924, e definitivamente não são GYPSYs.



Na época dos avós da Ana, eles eram obcecados com estabilidade econômica e criaram os pais dela para construir carreiras seguras e estáveis. Eles queriam que a grama dos pais dela crescesse mais verde e bonita do que eles as deles próprios. Algo assim:



Eles foram ensinados que nada podia os impedir de conseguir um gramado verde e exuberante em suas carreiras, mas que eles teriam que dedicar anos de trabalho duro para fazer isso acontecer.



Depois da fase de hippies insofríveis, os pais da Ana embarcaram em suas carreiras. Então nos anos 1970, 1980 e 1990, o mundo entrou numa era sem precedentes de prosperidade econômica. Os pais da Ana se saíram melhores do que esperavam, isso os deixou satisfeitos e otimistas.



Tendo uma vida mais suave e positiva do que seus próprios pais, os pais da Ana a criaram com um senso de otimismo e possibilidades infinitas. E eles não estavam sozinhos. Baby Boomers em todo o país e no mundo inteiro ensinaram seus filhos da geração Y que eles poderiam ser o que quisessem ser, induzindo assim a uma identidade de protagonista especial lá em seus sub-conscientes.

Isso deixou os GYPSYs se sentindo tremendamente esperançosos em relação à suas carreiras, ao ponto de aquele gramado verde de estabilidade e prosperidade, tão sonhado por seus pais, não ser mais suficiente. O gramado digno de um GYPSY também devia ter flores.



Isso nos leva ao primeiro fato sobre GYPSYs:

GYPSYs são ferozmente ambiciosos



O GYPSY precisa de muito mais de sua carreira do que somente um gramado verde de prosperidade e estabilidade. O fato é, só um gramado verde não é lá tão único e extraordinário para um GYPSY. Enquanto seus pais queriam viver o sonho da prosperidade, os GYPSYs agora querem viver seu próprio sonho.

Cal Newport aponta que “seguir seu sonho” é uma frase que só apareceu nos últimos 20 anos, de acordo com o Ngram Viewer, uma ferramenta do Google que mostra quanto uma determinada frase aparece em textos impressos num certo período de tempo. Essa mesma ferramenta mostra que a frase “carreira estável” saiu de moda, e também que a frase “realização profissional” está muito popular.





Para resumir, GYPSYs também querem prosperidade econômica assim como seus pais – eles só querem também se sentir realizados em suas carreiras, uma coisa que seus pais não pensavam muito.

Mas outra coisa está acontecendo. Enquanto os objetivos de carreira da geração Y se tornaram muito mais específicos e ambiciosos, uma segunda ideia foi ensinada à Ana durante toda sua infância:



Este é provavelmente uma boa hora para falar do nosso segundo fato sobre os GYPSYs:

GYPSYs vivem uma ilusão

Na cabeça de Ana passa o seguinte pensamento: “mas é claro… todo mundo vai ter uma boa carreira, mas como eu sou prodigiosamente magnífica, de um jeito fora do comum, minha vida profissional vai se destacar na multidão”. Então se uma geração inteira tem como objetivo um gramado verde e com flores, cada indivíduo GYPSY acaba pensando que está predestinado a ter algo ainda melhor:

Um unicórnio reluzente pairando sobre um gramado florido.



Mas por que isso é uma ilusão? Por que isso é o que cada GYPSY pensa, o que põe em xeque a definição de especial:


es-pe-ci-al | adjetivo
melhor, maior, ou de algum modo
diferente do que é comum

De acordo com esta definição, a maioria das pessoas não são especiais, ou então “especial” não significaria nada.

Mesmo depois disso, os GYPSYs lendo isto estão pensando, “bom argumento… mas eu realmente sou um desses poucos especiais” – e aí está o problema.

Uma outra ilusão é montada pelos GYPSYs quando eles adentram o mercado de trabalho. Enquanto os pais da Ana acreditavam que muitos anos de trabalho duro eventualmente os renderiam uma grande carreira, Ana acredita que uma grande carreira é um destino óbvio e natural para alguém tão excepcional como ela, e para ela é só questão de tempo e escolher qual caminho seguir. Suas expectativas pré-trabalho são mais ou menos assim:



Infelizmente, o mundo não é um lugar tão fácil assim, e curiosamente carreiras tendem a ser muito difíceis. Grandes carreiras consomem anos de sangue, suor e lágrimas para se construir – mesmo aquelas sem flores e unicórnios – e mesmo as pessoas mais bem sucedidas raramente vão estar fazendo algo grande e importante nos seus vinte e poucos anos.

Mas os GYPSYs não vão apenas aceitar isso tão facilmente.

Paul Harvey, um professor da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, e expert em GYPSYs, fez uma pesquisa onde conclui que a geração Y tem “expectativas fora da realidade e uma grande resistência em aceitar críticas negativas” e “uma visão inflada sobre si mesmo”. Ele diz que “uma grande fonte de frustrações de pessoas com forte senso de grandeza são as expectativas não alcançadas. Elas geralmente se sentem merecedoras de respeito e recompensa que não estão de acordo com seus níveis de habilidade e esforço, e talvez não obtenham o nível de respeito e recompensa que estão esperando”.

Para aqueles contratando membros da geração Y, Harvey sugere fazer a seguinte pergunta durante uma entrevista de emprego: “Você geralmente se sente superior aos seus colegas de trabalho/faculdade, e se sim, por quê?”. Ele diz que “se o candidato responde sim para a primeira parte mas se enrola com o porquê, talvez haja um senso inflado de grandeza. Isso é por que a percepção da grandeza é geralmente baseada num senso infundado de superioridade e merecimento. Eles são levados a acreditar, talvez por causa dos constantes e ávidos exercícios de construção de auto-estima durante a infância, que eles são de alguma maneira especiais, mas na maioria das vezes faltam justificativas reais para essa convicção”.

E como o mundo real considera o merecimento um fator importante, depois de alguns anos de formada, Ana se econtra aqui:



A extrema ambição de Ana, combinada com a arrogância, fruto da ilusão sobre quem ela realmente é, faz ela ter expectativas extremamente altas, mesmo sobre os primeiros anos após a saída da faculdade. Mas a realidade não condiz com suas expectativas, deixando o resultado da equação “realidade – expectativas = felicidade” no negativo.

E a coisa só piora. Além disso tudo, os GYPSYs tem um outro problema, que se aplica a toda sua geração:

GYPSYs estão sendo atormentados


Obviamente, alguns colegas de classe dos pais da Ana, da época do ensino médio ou da faculdade, acabaram sendo mais bem-sucedidos do que eles. E embora eles tenham ouvido falar algo sobre seus colegas de tempos em tempos, através de esporádicas conversas, na maior parte do tempo eles não sabiam realmente o que estava se passando na carreira das outras pessoas.

A Ana, por outro lado, se vê constantemente atormentada por um fenômeno moderno: Compartilhamento de Fotos no Facebook.

As redes sociais criam um mundo para a Ana onde: A) tudo o que as outras pessoas estão fazendo é público e visível à todos, B) a maioria das pessoas expõe uma versão maquiada e melhorada de si mesmos e de suas realidades, e C) as pessoas que expôe mais suas carreiras (ou relacionamentos) são as pessoas que estão indo melhor, enquanto as pessoas que estão tendo dificuldades tendem a não expor sua situação. Isso faz Ana achar, erroneamente, que todas as outras pessoas estão indo super bem em suas vidas, só piorando seu tormento.



Então é por isso que Ana está infeliz, ou pelo menos, se sentindo um pouco frustrada e insatisfeita. Na verdade, seu início de carreira provavelmente está indo muito bem, mas mesmo assim, ela se sente desapontada.

Aqui vão meus conselhos para Ana:

1) Continue ferozmente ambiciosa. O mundo atual está borbulhando de oportunidades para pessoas ambiciosas conseguirem sucesso e realização profissional. O caminho específico ainda pode estar incerto, mas ele vai se acertar com o tempo, apenas entre de cabeça em algo que você goste.

2) Pare de pensar que você é especial. O fato é que, neste momento, você não é especial. Você é outro jovem profissional inexperiente que não tem muito para oferecer ainda. Você pode se tornar especial trabalhando duro por bastante tempo.

3) Ignore todas as outras pessoas. Essa impressão de que o gramado do vizinho sempre é mais verde não é de hoje, mas no mundo da auto-afirmação via redes sociais em que vivemos, o gramado do vizinho parece um campo florido maravilhoso. A verdade é que todas as outras pessoas estão igualmente indecisas, duvidando de si mesmas, e frustradas, assim como você, e se você apenas se dedicar às suas coisas, você nunca terá razão pra invejar os outros.

domingo, 3 de novembro de 2013

SEU TIPO DE FELICIDADE AFETA SEUS GENES. Essas pessoas tinham níveis mais baixos de expressão de gene inflamatório e uma forte expressão de saudáveis genes antivirais e de anticorpos. O oposto ocorreu com pessoas cuja felicidade vem de autogratificação material ou de vicio.


 Diferentes tipos de felicidade têm diferentes efeitos nos seus genes e na sua saúde. Até mesmo os investigadores ficaram surpresos com os resultados dessa pesquisa (publicada pela Academia Nacional de Ciência, EUA), que mostrou que há uma verdadeira diferença quanto ao tipo de felicidade que sentimos e suas potenciais consequências de longo prazo. Pessoas com altos níveis de felicidade que não derive do consumo de algo, mas por terem um profundo sentido de um propósito mais elevado e de um significado na vida (o que os pesquisadores chamam de “felicidade eudaimonica”) tinham uma expressão genética favorável nas suas células imunológicas. Essas pessoas tinham níveis mais baixos de expressão de gene inflamatório e uma forte expressão de saudáveis genes antivirais e de anticorpos. O oposto ocorreu com pessoas cuja felicidade vem de autogratificação material ou de vicio(bem-estar hedônico). Essas pessoas tinham altos níveis de expressão de gene inflamatório e baixa expressão de gene antiviral e de anticorpo – a mesma expressão genética experienciada por pessoas que são altamente estressadas ou deprimidas. De acordo com o Professor Steven Cole da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, “Embora fazer o bem ou sentir prazer possa gerar emoções positivas semelhantes, tem muitos diferentes efeitos no genoma humano. Aparentemente o genoma humano é muito mais sensível a diferentes modos de se obter a felicidade do que as mentes conscientes são”. 
http://newsroom.ucla.edu/portal/ucla/don-t-worry-be-happy-247644.aspx

sábado, 2 de novembro de 2013

A Necessidade de um bom Networking no mercado de trabalho.Temos que lembrar também que o Marketing Pessoal fala muito mais sobre nós do que nossas próprias palavras.Então evite ao máximo falar mal de outras pessoas e mantenha sua ética profissional. Faça seu trabalho com competência, cumpra com suas obrigações, faça além de suas obrigações quando possível, mantenha uma boa relação com todos os profissionais, considere ajudar seus colegas quando necessário, evite intrigas e fofocas, traga soluções para a empresa e não problemas, dentre outras coisas.

Mestre do Marketing


Muitos profissionais sabem que manter uma boa relação com suas redes de contatos é muito importante na carreira profissional, o conhecido Networking que nada mais é do que criar boas redes de relacionamentos com colegas de profissão e pessoas influentes em seu meio profissional, para muitas pessoas ainda mais quando são tímidas, realizar um Networking é algo extremamente difícil, ainda mais quando se deparam com pessoas importantes na área profissional, e isso é algo muito ruim, embora pessoas introvertidas tenham uma maior dificuldade tanto de comunicação, como no sentido de expor suas idéias e ponto de vista, toda pessoa é capaz de realizar um bom Networking, e com isso conseguir vantagens e oportunidades.

É importante lembrar sempre da necessidade de um bom Networking mas não só quando as coisas vão mal profissionalmente falando, mas também quando tudo parece caminhar certo, muitas pessoas acabam cometendo o terrível erro de não cultivar essas “amizades” e recorrendo a todos quando passam por um período de dificuldade. E isso é obviamente percebido por todos e não agrega em nada ao profissional, podendo inclusive ser alvo de críticas dos colegas. Aqui seguem algumas dicas para realizar um bom trabalho com seu Networking nas empresas!

Comunique-se.

Esse é o primeiro passo para conquistar boas amizades em seu meio profissional, conversar com seus colegas, manter uma boa harmonia no local de trabalho, ser aquele(a) que todos tem vontade de estar perto, evitar confusões e intrigas, por menores que sejam, na hora de comunicar-se evite ser invasivo(a), chato(a) e aborde assuntos interessantes e pertinentes ao local de trabalho, claro que os assuntos não devem ser estritamente ligados somente a trabalho, mas só fale de coisas mais pessoais, caso a outra pessoa envolvida dê abertura para isso, não são todos que gostam de falar de suas vidas pessoais, é importante lembrar que para um bom Networking é tão importante ouvir quanto falar.

Leia bastante.

Essa é uma dica que devia ser seguida por diversos profissionais, ler é sempre importante para a formação de qualquer pessoa, mas aqui a dica se enquadra no sentido de ler coisas relacionadas a área de atuação do profissional, como também coisas relevantes que acontecem ao redor do mundo e que influenciam de alguma maneira a vida de todos, afinal, para se desenvolver uma conversa devemos ter assuntos interessantes para abordar quando necessário.

Fale sobre você.

É claro que como profissionais não devemos nos vangloriar de nossos feitos com frequência, manter a humildade e deixar que outras pessoas observem nossos talentos de maneira natural é sempre a melhor opção, mas nada impede que quando haja a oportunidade você não possa falar a respeito de suas experiências, conhecimentos etc. Temos que lembrar também que o Marketing Pessoal fala muito mais sobre nós do que nossas próprias palavras.

Entenda que o mundo dá voltas.

Não importa se você está no topo ou está a caminho de lá, o que você deve ter em mente é que se tem uma coisa que podemos ter certeza é que o mundo dá voltas, e quem hoje está no comando amanhã pode não estar mais e vice-versa, portanto é importante que o profissional tenha isso em mente, evitando assim muitos problemas e mantendo uma boa relação com todos.

Nunca fale mal dos seus concorrentes.

Se tem uma coisa que muitos profissionais detestam é ver pessoas falando mal de outras pessoas pelas costas, afinal quem fala mal de um, pode falar mal de todos. Então evite ao máximo falar mal de outras pessoas e mantenha sua ética profissional.

Seja um bom profissional

Aqui nesta categoria se enquadram muitas coisas que uma pessoa pode fazer para ser considerada um bom profissional, mas as principais são: Faça seu trabalho com competência, cumpra com suas obrigações, faça além de suas obrigações quando possível, mantenha uma boa relação com todos os profissionais, considere ajudar seus colegas quando necessário, evite intrigas e fofocas, traga soluções para a empresa e não problemas, dentre outras coisas.

Mantenha-se fácil de localizar

Não adianta ser um bom profissional, realizar um eficiente Networking e não ser uma pessoa fácil de se localizar, como uma pessoa poderia te indicar para uma vaga de emprego se ela não tem como ter algum tipo de contato com você, então troque com seus contatos telefones, endereços de Email, conecte-se via redes sociais e troque endereços para casos mais especiais.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

A Verdadeira Liberdade do Homem. Nunca acreditei que a liberdade do homem consiste em fazer o que quer...



A Verdadeira Liberdade do HomemNunca acreditei que a liberdade do homem consiste em fazer o que quer, mas sim em nunca fazer o que não quer, e foi essa liberdade que sempre reclamei, que muitas vezes conservei, e me tornou mais escandaloso aos olhos dos meus contemporâneos. Porque eles, activos, inquietos, ambiciosos, detestando a liberdade nos outros e não a querendo para si próprios, desde que por vezes façam a sua vontade, ou melhor, desde que dominem a de outrem, obrigam-se durante toda a sua vida a fazer o que lhes repugna, e não descuram todo e qualquer servilismo que lhes permita dominar. 

Jean-Jacques Rousseau, in 'Os Devaneios do Caminhante Solitário'

O Amor-Próprio como Fonte de Todos os Males. Numa palavra, cada homem, vendo os seus semelhantes apenas como veria os animais de outra espécie, pode arrebatar a presa ao mais fraco ou ceder a sua ao mais forte, sem encarar essas rapinagens senão como acontecimentos naturais, sem o menor movimento de insolência ou de despeito, e sem outra paixão que a dor ou a alegria de um bom ou mau sucesso. É preciso não confundir o amor-próprio e o amor de si mesmo, duas paixões muito diferentes pela sua natureza e pelos seus efeitos.

 
O Amor-Próprio como Fonte de Todos os Males
É preciso não confundir o amor-próprio e o amor de si mesmo, duas paixões muito diferentes pela sua natureza e pelos seus efeitos. O amor de si mesmo é um sentimento natural que leva todo o animal a velar pela sua própria conservação, e que, dirigido no homem pela razão e modificado pela piedade, produz a humanidade e a virtude. O amor-próprio é apenas um sentimento relativo, factício e nascido na sociedade, que leva cada indivíduo a fazer mais caso de si do que de qualquer outro, que inspira aos homens todos os males que se fazem mutuamente, e que é a verdadeira fonte da honra. 
Bem entendido isso, repito que, no nosso estado primitivo, no verdadeiro estado de natureza, o amor-próprio não existe; porque, cada homem em particular olhando a si mesmo como o único espectador que o observa, como o único ser no universo que toma interesse por ele, como o único juiz do seu próprio mérito, não é possível que um sentimento que teve origem em comparações que ele não é capaz de fazer possa germinar na sua alma.
Pela mesma razão, esse homem não poderia ter ódio nem desejo de vingança, paixões que só podem nascer da opinião de alguma ofensa recebida. E, como é o desprezo ou a intenção de prejudicar, e não o mal, que constitui a ofensa, homens que não se sabem apreciar nem se comparar podem fazer-se muitas violências mútuas para tirar alguma vantagem, sem jamais se ofenderem reciprocamente. Numa palavra, cada homem, vendo os seus semelhantes apenas como veria os animais de outra espécie, pode arrebatar a presa ao mais fraco ou ceder a sua ao mais forte, sem encarar essas rapinagens senão como acontecimentos naturais, sem o menor movimento de insolência ou de despeito, e sem outra paixão que a dor ou a alegria de um bom ou mau sucesso. 

Jean-Jacques Rousseau, in 'Discurso Sobre a Origem da Desigualdade'

O menino que queria falar com Deus . O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo biscoito e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.



Francisco era um menino com um sonho: queria se encontrar com Deus. Um dia tomou a decisão de ir ao encontro de Deus. Mas sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto preparou sua mochila com lanches, biscoitos e guaraná, saiu de casa e começou a caminhada. Após algumas quadras, encontrou um velhinho bem simples, bem humilde, sentado em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se no banco junto a ele, abriu sua mochila para pegar um biscoito, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um de seus lanches. O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho agradeceu e sorriu ao menino. O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo biscoito e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro. Quando começou a escurecer o menino estava cansado, resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. Daqueles abraços apertados, que enchem o nosso coração de vida! O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido. Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face: - O que você fez hoje que te deixou tão feliz? O menino respondeu: - Passei a tarde com Deus – e acrescentou – Você sabe, ele tem o sorriso mais lindo que eu já vi. Enquanto isso, o velhinho chegou em sua humilde casa com o mais radiante sorriso na face, e seu filho perguntou: - Por onde você esteve e por que está tão feliz? E o velhinho respondeu: - Comi biscoito e tomei guaraná no parque com Deus – e antes que seu filho pudesse dizer algo, completou – Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava? E ambos estavam certos… Esta é uma mensagem simples, mas que traz um grande ensinamento: Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma atitude ou um simples ato de carinho. Tudo isso tem o potencial de mudar nossas vidas e nos aproximar de Deus.

sábado, 26 de outubro de 2013

Gratidão de Amigo .

( sou grato pelo e-mail que me chega a alma) Obrigado


Pela amizade que você me vota, por meus defeitos que você nem nota... Por meus valores que você aumenta, por minha fé que você alimenta... Por esta paz que nós nos transmitimos, por este pão de amor que repartimos... Pelo silêncio que diz quase tudo, por este olhar que me reprova mudo... Pela pureza dos seus sentimentos, pela presença em todos os momentos... Por ser presente, mesmo quando ausente, por ser feliz quando me vê contente... Por este olhar que diz: “Amigo, vá em frente!” Por ficar triste, quando estou tristonho, por rir comigo quando estou risonho... Por repreender-me, quando estou errado, por meu segredo, sempre bem guardado... Por seu segredo, que só eu conheço, por achar que apenas eu mereço... Por me apontar para DEUS a todo instante, por esse amor fraterno tão constante... Por tudo isso e muito mais eu digo: 
DEUS TE ABENÇOE, MEU QUERIDO AMIGO!”

Lixo: questão de cidadania e responsabilidade social.



A excessiva produção de lixo continua sendo um grave problema vivido por nossa sociedade e sua tradição consumista. São toneladas de restos de plásticos, papéis, vidros, detritos orgânicos e uma infinidade de materiais que saem de nossas casas, lojas e fábricas todos os dias. O cidadão que fabrica esse lixo diário e que, muitas vezes, não o separa nem o encaminha para postos de coleta, sabe onde será despejado? Conhece a realidade dos catadores de lixo, pessoas que vivem do desperdício dos outros? Alguns documentários, como Estamira (2004) e Lixo Extraordinário, que concorreu ao Oscar em 2011, revelam, além da miséria em que vivem essas comunidades, sua força e dignidade dos sobreviventes. A questão que se coloca, com urgência, é buscar alternativas para lidar com o lixo e com todo o sistema que se construiu a partir dele. Na sua opinião, qual é a responsabilidade do cidadão diante desse cenário social?

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

CARTA DE ABRAHAM LINCOLN PARA O PROFESSOR DE SEU FILHO. "Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, para cada egoísta, há um líder dedicado.



"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, para cada egoísta, há um líder dedicado. Ensine-o, por favor, que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-o que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada. Ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso. Faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales. Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos. Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram. Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho. Ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram. Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão. Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço. Deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso. Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens. Eu sei que estou a pedir muito, mas veja o que pode fazer, caro professor"

sábado, 12 de outubro de 2013

Branco: O branco é uma cor que não pinta. Solidão: Tristeza que dá na pessoa às vezes. Vão desde A de adulto ("Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro de si", segundo Andrés Felipe Bedoya, de 8 anos), até V de violência ("A parte ruim da paz", na definição de Sara Martínez, de 7 anos).Dicionário de crianças colombianas surpreende adultos.



São definições cheia de poesia e sabedoria, apesar da pouca idade de seus autores. Ou talvez por isso mesmo.

Vão desde A de adulto ("Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro de si", segundo Andrés Felipe Bedoya, de 8 anos), até V de violência ("A parte ruim da paz", na definição de Sara Martínez, de 7 anos).

O dicionário está no livro "Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças", uma obra que surpreendeu ao se tornar o maior sucesso da Feira Internacional do Livro de Bogotá, no final do mês de abril. A surpresa aconteceu especialmente porque o livro foi publicado pela primeira vez na Colômbia em 1999 e reeditado no início desse ano.

"Isso me faz pensar que o livro continua revelando, continua falando sobre as pequenas coisas", disse à BBC Mundo Javier Naranjo, que compilou as definições feitas por crianças colombianas.

"Eles têm uma lógica diferente, outra maneira de entender o mundo, outra maneira de habitar a realidade e de nos revelar muitas coisas que esquecemos", diz.

É assim que, no peculiar dicionário, a água é uma "transparência que se pode tomar", um camponês "não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos" e a Colômbia é "uma partida de futebol".


Além disso, uma das definições de Deus passa a ser "o amor com cabelo grande e poderes", a escuridão "é como o frescor da noite" e a solidão é a "tristeza que a pessoa tem às vezes".
'Outra visão do mundo'

As definições - quase 500, para um total de 133 palavras diferentes - foram compiladas durante um período "entre oito e dez anos", enquanto Naranjo trabalhava como professor em diversas escolas rurais do Estado de Antioquía, no leste do país.

"Na criação literária fazíamos jogos de palavras, inventávamos histórias. E a gênese do livro é um dos exercícios que fazíamos", conta ele, que agora é diretor da biblioteca e centro comunitário rural Laboratório do Espírito.

Ele diz que teve a ideia de pedir aos alunos uma definição do que era uma criança, em uma comemoração do dia das crianças.

"Me lembro de uma definição que era: 'uma criança é um amigo que tem o cabelo curtinho, não toma rum e vai dormir mais cedo'. Eu adorei, me pareceu perfeita."

"As crianças escolheram algumas palavras e eu também: palavras que me interessavam, sobre as quais eu me perguntava. Mas não fugi de nenhum", afirma Naranjo.

No dicionário aparecem temas do cotidiano da Colômbia, como guerra e "desplazado", pessoa que se desloca pelo país, geralmente fugindo de conflitos. Um dos alunos definiu a palavra criança como "um prejudicado pela violência".
Aprender a escutar

Para a publicação, Naranjo corrigiu a pontuação e a ortografia das definições escolhidas, mas afirma não ter tirado nenhuma das palavras por "questões ideológicas".

Por isso, o livro mantém a voz das crianças, com suas formas de explicar as coisas e construções gramaticais particulares. Bianca Yuli Henao, de 10 anos, define tranquilidade como "por exemplo quando seu pai diz que vai te bater e depois diz que não vai".

O ex-professor diz que o respeito à voz das crianças também é parte do sucesso do livro, que foi reeditado em 2005 e 2009 e inspirou obras semelhantes no México e na Venezuela.

As vendas do livro ajudaram a financiar as atividades da biblioteca atualmente dirigida por Naranjo, que continua convidando as crianças a deixar a imaginação voar com outras dinâmicas.



"Nós adultos somos condescendentes quando falamos com as crianças e deve ser o contrário. Mais que nos abaixarmos temos que ficar na altura deles. Estar à altura deles é nos inclinarmos para olhar as crianças nos olhos e falar com elas cara a cara. Escutar suas dúvidas, seus medos e seus desejos", diz.
Sabedoria infantil


Adulto: Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma (Andrés Felipe Bedoya, 8 anos)
Ancião: É um homem que fica sentado o dia todo (Maryluz Arbeláez, 9 anos)
Água: Transparência que se pode tomar (Tatiana Ramírez, 7 anos)
Branco: O branco é uma cor que não pinta(Jonathan Ramírez, 11 anos)
Camponês: um camponês não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos (Luis Alberto Ortiz, 8 anos)
Céu: De onde sai o dia (Duván Arnulfo Arango, 8 anos)
Colômbia: É uma partida de futebol (Diego Giraldo, 8 anos)
Dinheiro: Coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos(Ana María Noreña, 12 anos)
Deus: É o amor com cabelo grande e poderes(Ana Milena Hurtado, 5 anos)
Escuridão: É como o frescor da noite (Ana Cristina Henao, 8 anos)
Guerra:Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz (Juan Carlos Mejía, 11 anos)
Inveja: Atirar pedras nos amigos (Alejandro Tobón, 7 anos)
Igreja: Onde a pessoa vai perdoar Deus (Natalia Bueno, 7 anos)
Lua: É o que nos dá a noite (Leidy Johanna García, 8 anos)
Mãe: Mãe entende e depois vai dormir (Juan Alzate, 6 anos)
Paz: Quando a pessoa se perdoa (Juan Camilo Hurtado, 8 anos)
Sexo: É uma pessoa que se beija em cima da outra (Luisa Pates, 8 anos)
Solidão: Tristeza que dá na pessoa às vezes(Iván Darío López, 10 anos)
Tempo: Coisa que passa para lembrar (Jorge Armando, 8 anos)
Universo: Casa das estrelas (Carlos Gómez, 12 anos)
Violência: Parte ruim da paz (Sara Martínez, 7 anos)

Fonte: livro Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças, de Javier Naranjo

Arturo Wallace
Da BBC Mundo em Bogotá

PEDIDO DE DEMISSÃO. Venho por meio desta, apresentar oficialmente meu pedido de demissão do cargo de adulto!!! Resolvi que quero voltar a ter as responsabilidades e as idéias de uma criança de oito anos, no máximo. Quero acreditar que o mundo é justo e que todas as pessoas são honestas e boas.

Venho por meio desta, apresentar oficialmente meu pedido de demissão do cargo de adulto!!!
Resolvi que quero voltar a ter as responsabilidades e as idéias de uma criança de oito anos, no máximo.
Quero acreditar que o mundo é justo e que todas as pessoas são honestas e boas.

Quero acreditar que tudo é possível!!!!

Quero que as complexidades da vida passem desapercebidas por mim e quero ficar encantado com as pequenas maravilhas deste mundo.

Quero de volta uma vida simples e sem complicações, cansei dos dias cheios de computadores que falham, montanhas de papeladas, notícias deprimentes, contas a pagar, fofocas, doenças e necessidade de atribuir um valor
monetário a tudo o que existe.

Não quero mais ter que inventar jeitos para fazer o dinheiro chegar até o dia do próximo pagamento.

Não quero mais ser obrigado a dizer adeus a pessoas queridas e, com elas, a uma parte da minha vida.

Quero ter a certeza de que Deus está no céu, e de que por isso, tudo está direitinho nesse mundo.

Quero viajar ao redor do mundo num barquinho de papel e navegar numa poça deixada pela chuva, quero jogar pedrinhas na água e ter tempo para olhar as ondas que elas formam.

Quero achar que as moedas de chocolate são melhores do que as de verdade, porque podemos comê-las e ficar com a cara toda lambuzada....

Quero ficar feliz quando amadurecer o primeiro caju, a primeira manga ou quando a jaboticabeira ficar pretinha de
frutas.

Quero poder passar as tardes de verão à sombra de uma árvore, construindo castelos no ar e dividindo-os
com meus amigos.

Quero voltar a achar que chicletes e picolés são as melhores coisas da vida!!!

Quero que as maiores competições em que eu tenha de entrar sejam um jogo de bola de gude ou uma pelada.

Quero voltar ao tempo em que tudo o que eu sabia era o nome das cores, a tabuada e as cantigas de roda, e que isso não me incomodava nadinha, porque eu não tinha a menor idéia de quantas coisas eu ainda não sabia.

Quero voltar ao tempo em que se é feliz, simplesmente porque se vive na bendita ignorância da existência de coisas que podem nos preocupar ou aborrecer.

Quero acreditar no poder dos sorrisos, dos abraços, dos agrados, das palavras gentis, da verdade, da justiça, da paz, dos sonhos, da imaginação, dos castelos no ar e na areia.

Quero estar convencido de que tudo isso vale muito mais do que o dinheiro!

A partir de hoje, isso é com vocês, porque eu estou me demitindo da vida de adulto!!!

Agora, se você quiser discutir a questão, vai ter que me pegar...
PORQUE O PIQUE ESTÁ COM VOCÊ!!!
E para sair do pique, só tem um jeito:

Demita-se você também dessa sua vida chata de adulto, compartilhando esta mensagem para todos os seus amigos, principalmente, os mais sérios e preocupados.

NÃO TENHA MEDO DE SER FELIZ!!!



 Maria Clara Isoldi Whyte, 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Mais respeito, eu sou criança. Quando julgarem o que eu faço, Olhem seus próprios narizes: Lá no seu tempo de infância, Será que não foram felizes?


Prestem atenção no que digo,
Pois eu não falo por mal:
Os muitos adultos que me perdoem,
Mas infância é sensacional!
Vocês já esqueceram, eu sei.
Por isso eu vou lhes lembrar:
Pra que ver por cima do muro,
Se é mais gostoso escalar?
Pra que perder tempo engordando,
Se é mais gostoso brincar?
Pra que fazer cara tão séria,
Se é mais gostoso sonhar?
Se vocês olham pra gente,
é terra o que vêem por trás.
Pra nós, atrás de vocês,
Há céu, há muito, muito mais!
Quando julgarem o que eu faço,
Olhem seus próprios narizes:
Lá no seu tempo de infância,
Será que não foram felizes?
Mas, se tudo o que fizeram
Já fugiu de sua lembrança,
Fiquem sabendo o que eu quero:
Mais respeito,eu sou criança!


(Pedro Bandeira)

Texto postado no Face pela minha amiga Joana Pires Roldão.

sábado, 5 de outubro de 2013

“Tenho a intenção de processar a revista "Fortune", porque fui vítima de uma omissão inexplicável. Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo, e nesta lista eu não apareço. Aparecem: o sultão de Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro. Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros, e os mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga.


Fabuloso texto escrito por Catón, jornalista mexicano.
“Tenho a intenção de processar a revista "Fortune",
porque fui vítima de uma omissão inexplicável.
Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo, e nesta lista eu não apareço.
Aparecem: o sultão de Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro.
Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros,
e os mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga.
Mas eu não sou mencionado na revista.
E eu sou um homem rico, imensamente rico.
Como?  Vou mostrar a vocês:
Eu tenho vida , que eu recebi não sei porquê, e saúde, que conservo  não sei como.
Eu tenho uma família, esposa adorável, que ao me entregar sua vida me deu o melhor para a minha;
filhos maravilhosos, dos quais só recebi felicidades;
e netos com os quais pratico uma nova e boa paternidade.

Eu tenho irmãos que são como meus amigos,
e amigos que são como meus irmãos.
Tenho pessoas que sinceramente me amam, apesar dos meus defeitos,
e a quem amo apesar dos meus defeitos.

Tenho quatro leitores a cada dia para agradecer-lhes
porque eles lêem o que eu mal escrevo.

Eu tenho uma casa, e nela muitos livros
(minha esposa iria dizer que tenho muitos livros e entre eles uma casa).

Eu tenho um pouco do mundo na forma de um jardim.

Eu tenho um cachorro que não vai dormir até que eu chegue,
e que me recebe como se eu fosse o dono dos céus e da terra.

Eu tenho olhos que vêem e ouvidos para ouvir, pés para andar e mãos que acariciam;
cérebro que pensa coisas que já ocorreram a outros,
mas que para mim não haviam ocorrido nunca.
E eu tenho fé em Deus que vale para mim amor infinito.

Pode haver riquezas maiores do que a minha?
Por que, então, a revista "Fortune" não me colocou na lista dos homens mais ricos do planeta?


Há pessoas pobres, mas tão pobres, que a única coisa que possuem é ...
DINHEIRO.
Armando Fuentes Aguirre (Catón)

Texto nos enviado pela amiga Loiva Karnopp.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Professor expulsa aluno da sala no primeiro dia de aula e ninguém faz nada. Uma violência! Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.


Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, Senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar .
- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor .
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta:
"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais! Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprendamos: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Os Dois Viajantes e o Urso. A crise é o melhor momento para revelar quem são os verdadeiros amigos. Uma verdadeira boa ação não ocorre em momentos de fartura, mas de crise.



Os Dois Viajantes e o Urso
Autor: Esopo Fábulas de Esopo Ilustradas
Os Verdadeiros amigos aparecem nas Crises
Os Dois Viajantes e o Urso
Não é sensato deixarmos nosso destino em mãos de terceiros...
Dois homens viajavam juntos através de uma densa floresta, quando, de repente, sem que nenhum deles esperasse, à frente deles, um enorme urso surgiu do meio da vegetação.
Um dos viajantes, de olho em sua própria segurança, não pensou duas vezes, correu e subiu numa árvore.
Ao outro, incapaz de enfrentar aquela enorme fera sozinho, restou deitar-se no chão e permanecer imóvel, fingindo-se de morto. Ele já escutara que um Urso, e outros animais, não tocam em corpos de mortos.
Isso pareceu ser verdadeiro, pois o Urso se aproximou dele, cheirou sua cabeça de cima para baixo, e então, aparentemente satisfeito e convencido que ele estava de fato morto, foi embora tranquilamente.
O homem que estava em cima árvore então desceu. Curioso com a cena que viu lá de cima, ele perguntou:

"Me pareceu que o Urso estava sussurrando alguma coisa em seu ouvido. Ele lhe disse algo?"
"De fato, Ele disse sim!" respondeu o outro, "Disse que não é nada sábio e sensato de minha parte, andar na companhia de um amigo, que no primeiro momento de aflição, me deixa na mão!".
Moral da História:
A crise é o melhor momento para revelar quem são os verdadeiros amigos.
Moral da História 2:
Uma verdadeira boa ação não ocorre em momentos de fartura, mas de crise.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Sempre que distinguimos alguma coisa fora de nós e a reprovamos em demasia como sendo perniciosa, perigosa, pervertida, imoral, e assim por diante, é provavel que ela represente conteúdos existentes em nós mesmos, sem que os reconheçamos como possíveis características nossas. A ameaça é tratada como se fosse uma força externa, e não interna. Se afirmarmos categoricamente "todos são desonestos", estamos, na verdade, tentando projetar nos outros nossas próprias tendências. Ou então, ao dizermos "tudo gira em torno de uma só coisa: sexo", podemos estar direcionando nossa disposição interna nas demais criaturas, por estarmos pessoalmente insatisfeitos. Muitas vezes dizemos "é inexplicável como aquela pessoa não gosta de mim", quando, na realidade, somos nós que não gostamos dela, sem nos darmos conta.As mentiras que mais nos causam danos e nos impedem o crescimento espiritual não são tanto as que verbalizamos, mas as que contamos inconscientemente para nós, aquelas que projetamos. - Hammed NEGAÇÃO/DESLOCAMENTO/SI-MESMO


"O QUE ESTÁ POR DENTRO É LANÇADO FORA."

As mentiras que mais nos causam danos e nos impedem o crescimento espiritual não são tanto as que verbalizamos, mas as que contamos inconscientemente para nós, aquelas que projetamos. - Hammed

"OS DOIS ALFORJES"

Um dia, Júpiter convocou todos os animais para comparecerem diante dele, a fim de que, comparando-se com os outros, cada animal reconhecesse o próprio defeito ou a própria limitação. Assim, Júpiter poderia corrigir as imperfeições.
E os animais, um a um, elogiavam a si próprios, gabavam-se de suas qualidades e só relatavam os defeitos alheios. 
O macaco, ao ser questionado se estava feliz com seu aspecto, respondeu:
_ Mas claro que sim! Cabeça, tronco e membros, eu os tenho perfeitos. Em mim, praticamente, não acho defeitos. É pena que nem todo o mundo seja assim ... - Os ursos, por exemplo, que deselegantes!
O urso veio em seguida, mas não se queixou de seu aspecto físico, até se gabou de seu porte. 
Fez críticas aos elefantes: orelhas demasiadamente grandes; caudas insignificantes. Animais grandalhões, sem graça e sem beleza.
Já o elefante pensa o oposto e se acha encantador; porém, a natureza exagerou, para o seu gosto, quanto à gordura da baleia.
A formiga, ao falar da larva, franze o rosto: - Que pequenez mais triste e feia!
Assim são os homens. É como se lhes tivessem colocado dois alforjes (duplo saco, ligado por uma faixa no meio (por onde se dobra), formando duas bolsas iguais; usado ao ombro ou no lombo nos animais, de forma que um lado fique oposto ao outro): no peito, o alforje com os males alheios, e nas costas, o - alforje com os próprios males. De tal modo que eles são cegos quanto aos próprios defeitos, mas enxergam com nitidez os defeitos dos outros.

" O QUE ESTÁ POR DENTRO É LANÇADO FORA"
Uma forma de evitar claramente que sensações, pensamentos, impulsos ou lembranças cheguem ao nosso consciente tem o nome de transferência ou projeção.
Projetar nossas ações e emoções nos outros, agindo como se elas não nos pertencessem, e recusar nosso mundo íntimo, não aceitando as coisas em nós como elas realmente são, pode se tornar um constante "acessório psicológico", um processo preferencial do ego.
O método para projetarmos nossa vida íntima em outra pessoa funciona de certa forma em duas etapas: negação e deslocamento.
Primeiro, um fato ou acontecimento que provoca um sentimento inadequado é negado, bloqueado do consciente e deslocado para o mundo externo. Tomemos por exemplo: um indivíduo que num determinado momento da vida teve um desentendimento com uma pessoa e desenvolve um sentimento de antipatia e aversão por ela pode, posteriormente, julga que superou as diferenças e que aquele episódio é uma "página virada". No entanto, ele não consegue perceber que sua emoção pode ter sido inconscientemente projetada sob forma de uma suposta antipatia e aversão dessa pessoa por ele. O que estava dentro foi jogado para fora.
Uma vez que é atribuida a outras criaturas, a sensação de aversão é notada como completamente alheia, não nos pertence, não nos diz respeito. É, simplesmente, de outrem; jamais nossa. Nós somos bons e perdoamos, mas os outros são maus, rancorosos e não perdoam.
"Assim são os homens. É como se lhes tivessem colocado dois alforjes: no peito, o alforje com os males alheios, e nas costas, o alforje com os próprios males. De tal modo que eles são cegos quanto aos próprios defeitos, mas enxergam com nitidez os defeitos dos outros."
É comum encontrar no dia-a-dia indivíduos que apresentam comportamento idêntico. Ao invés de se dedicarem à tarefa de conscientização da própria vida íntima, evidenciam o argueiro no olho do vizinho e, por conseqüência, potencializam a trave que lhes obscurece a visão do mundo anterior.
As mentiras que mais nos causam danos e nos impedem o crescimento espiritual não são tanto as que verbalizamos, mas as que contamos inconscientemente para nós, aquelas que projetamos.
Vivemos ilusões quando desfiguramos a realidade de nossa experiência ou a verdade de nosso ser e adotamos um "papel" que não corresponde à verdade. Apresentamos aqui o que em linguagem informal denominamos "máscaras": são elas que turvam nossa verdadeira realidade interior; é delas que nos servimos para lançar fora o que está em nossa intimidade.
Projetamos e interpretamos papéis quando nossas reivindicações internas não são admitidas, ou são contrárias àquelas que estão sendo solicitadas pelo mundo externo.
Projetamos e interpretamos "scripts" quando nossas exigências pulsionais (processos psíquicos fortemente emocionais, impulsivos e basicamente irracionais) entram em choque com as regras e normas sociais, passando do campo da consciência para o da inconsciência .
Representamos como se fôssemos verdadeiros atores, interpretando uma personagem no palco ou no cinema, quando nos colocamos diante de alguém como sendo mais do que somos; quando dissimulamos um amor ou um desinteresse que não sentimos; quando nos mostramos alegres, e na realidade estamos tristes; quando aparentamos uma frieza que não experimentamos; quando escondemos e mantemos em segredo tudo aquilo que mais queremos e desejamos; quando aderimos a associações de caráter recreativo, cultural, artístico, religioso, político, social, etc., para obter benesses que não merecemos, recebendo elogios e reconhecimento.
O crescimento pessoal exige, acima de tudo, coerência, o que significa que o si-mesmo (Self em inglês) deve estar numa relação harmônica entre o que se sente e o que se vive; deve haver uma identidade ou semelhança entre as partes de um todo.
Por que falsificamos nossa realidade? Afinal, o que conseguimos com isso? Danificamos nossa própria intimidade e atravessamos toda uma existência com a angustiante sensação de sermos impostores ou farsantes. Além disso, vivemos aprisionados à angústia e ao medo de um dia descobrirem quem realmente somos.
O alvorecer do despertar manifesta-se no ser amadurecido quando a luz da consciência ilumina não apenas as áreas externas, mas, acima de tudo, as internas. Muitos indivíduos se satisfazem apenas por possuírem os olhos físicos, que lhes oferecem uma visão parcial ou incompleta da vida. Mas para vermos as coisas tais como são, é preciso desenvolvermos a acuidade do olho que esclarece, ilumina e guia - aquele voltado para o mundo Íntimo. A partir daí, cessamos de projetar de forma contínua.
Como todos os nossos companheiros de viagem transcendental, desejamos preencher ou compensar o vazio existencial que sentimos por não vivermos a essencialidade de nosso ser.
(..) Deus suprirá todas as suas necessidades de acordo com as riquezas de sua glória ... " (Filipenses, 4:19)
Nossos anseios de ser e de possuir alguma coisa são, no fundo, a compensação da falta de não termos quase nenhuma consciência do que somos e nem para que fomos criados.

CONCEITOS-CHAVE

A - NEGAÇÃO
É a recusa de aceitar as coisas como são. Na negação, embora os fatos e as circunstâncias não estejam completamente apagados do consciente, como acontece na repressão, eles estão recolocados de tal forma que distorcem ou encobrem a realidade.

B - DESLOCAMENTO
É o mecanismo psicológico de defesa através do qual a pessoa substitui a finalidade inicial de uma pulsão por outra diferente e socialmente menos desastrosa. Durante uma discussão, por exemplo, a pessoa tem um forte impulso em esmurrar a outra; contudo, acaba deslocando tal ímpeto para uma garrafa, que ela quebra sobre a mesa. Também pode ser qualificado como uma idéia ou vivência que são trazidas simbolicamente na mente por uma outra idéia ou vivência que estejam emocionalmente associadas. Por exemplo: uma criatura que teve uma experiência amorosa desagradável com alguém no passado reage, no presente, com desprezo ou aversão por todos aqueles que se aproximam dela afetivamente.

C - SI-MESMO
Sustenta Carl Jung que trazemos em nosso íntimo um arquétipo principal, que ele denominou Si-mesmo. Segundo as teorias junguianas, "o Si-mesmo não é apenas o centro, mas também toda a circunferência que contém em si tanto o consciente quanto o inconsciente". Jung afirmava que o 'Self' preside a todo o governo psíquico, é uma autoridade suprema e é considerado a unificação, a reconciliação, o equilíbrio dinâmico, um fator interno de orientação do mais alto valor.

MORAL DA HISTÓRIA:
Sempre que distinguimos alguma coisa fora de nós e a reprovamos em demasia como sendo perniciosa, perigosa, pervertida, imoral, e assim por diante, é provavel que ela represente conteúdos existentes em nós mesmos, sem que os reconheçamos como possíveis características nossas. A ameaça é tratada como se fosse uma força externa, e não interna. Se afirmarmos categoricamente "todos são desonestos", estamos, na verdade, tentando projetar nos outros nossas próprias tendências. Ou então, ao dizermos "tudo gira em torno de uma só coisa: sexo", podemos estar direcionando nossa disposição interna nas demais criaturas, por estarmos pessoalmente insatisfeitos. Muitas vezes dizemos "é inexplicável como aquela pessoa não gosta de mim", quando, na realidade, somos nós que não gostamos dela, sem nos darmos conta.

REFLEXÕES SOBRE ESTA FÁBULA E O EVANGELHO
"Um dos defeitos da Humanidade é ver o mal de outrem antes de ver o que está em nós. Para se julgar a si mesmo, seria preciso poder se olhar num espelho, transportar-se, de alguma sorte, para fora de si e se considerar como uma outra pessoa, em se perguntando: Que pensaria eu se visse alguém fazendo o que faço?" (ESE, cap. X, item 10, Boa Nova Editora)
"Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão." (Mateus, 7:5.)

"DEPLORAMOS COM FACILIDADE OS DEFEITOS ALHEIOS, MAS RARAMENTE NOS SERVIMOS DELES PARA CORRIGIR OS NOSSOS."
LA ROCHEFOUCAULD


HAMMED