visitantes desde Abril 2011

free counters

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Emoções e pensamentos

Emoções e emanações

Ao amanhã é imperioso o hoje.
Ao hoje é imperioso o amanhã.
E ao amanhã é imperioso o ontem.
A vida se subdivide de momentos que desencadeiam as vivencias e emoções, em híbridos labirintos.
Onde estamos submersos em nossos mais remotos pensamentos, formando assim as nossas vibrações.
Das quais envolvemos todos os que com nós se relacionam.
Está é nossa grande meta, como seres imortais, matriculados neste curso que é a vida carnal.
A partir do instante em que o espírito, em um lapso de busca interior, se conscientiza de que há algo a mais além da vida material, o observador vislumbra outras composições imperceptíveis antes.
O ser já concebe que vibra, que emana de si, vibrações que não provém do corpo físico, e sim da alma.
Que dispensa palavras ; e gestos.
O espírito começa então a viver mais atento e sintonizado com as vibrações que emanamos.
Tudo exala vibrações, desde a mais remota planta ao Criador.
E nós, estamos sendo constantemente envolvidos em inúmeras emanações.
Cabe então definir a faixa em que o esforço será maior para manter-se.
Naturalmente tem faixas em que o esforço será mínimo e outras será hérculeo. Mas o Mestre e Amigo Jesus já nos advertira que a porta larga seria mais fácil.
Sendo o Universo um grande pólo de energia, somos pequenos pólos que somamos ou somatizamos no Universo, mais particularmente em nosso Planeta.
A vida deve ser nossa grande escola, pois é a oportunidade nos dada pelo Criador; Dentro desta oportunidade estamos nós, idealizando e vivendo, como formadores de vibrações, pois o Start é sempre nosso.
Partindo de nossa cabine mental e ganhando espaço no Eter.
E chegará o dia em que segundo Camile Flamarion, voltaremos no tempo amenizando estas emanações que se encontram dissipadas no tempo e no cosmos.
Aguardamos e pedimos que na oportunidade estejamos mais fortalecidos perante nossas próprias vibrações, e que elas possam transladar de negativas e neutras para positivas, gerando assim cargas extras no pensamento do Bem emanado pela coletividade.
Gilne Teixeira

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Nossos desafios

Onde estão nossos desafios?
Estariam eles em nós?
Será que constantemente avaliamos nosso perfil?

E os desafios?
Seriam eles causa de atos vil?

O homem está em sua grande transformação
Mas sempre acha que ainda tem a razão

O que fazer Pai para auxiliar a nação
Poderíamos talvez iniciar uma evangelização?

E os desafios, não seriam individuais?
Mas como saber quais?

Se a grande vontade é de estender a mão
Para a grande nação

Pai fala-nos do coração
Precisamos de compaixão
Para não querer deter a razão

Pai e os desafios?
Quando passarão?
Quando os seres se amaram?
Seres desta circunspecção

E os desafios, seriam nossos degraus
Na caminhada para nosso fanal


E como saber como proceder
Diante de tanto desatino
Como conceber e aprender
Com nosso dito destino

Onde estão nossos desafios?
Estariam eles em nós?
Será que constantemente avaliamos nosso perfil?

De que nos vale saber
Saber como compreender

Se simplesmente não compreendemos
Será que realmente estudemos?
Ou simplesmente não aprendemos?

Gilnei  Teixeira   25/04/05
O Amor

Que você ame
Ame simplesmente
Ame sinceramente,
No intuito de ser amor independente

Desejo amigo que você ame realmente
Que você seja completamente
Feliz, feliz e consciente.
Que o amor por vezes nos deixa resplandecentes

Que você ame
Ame simplesmente
Ame sinceramente
No intuito de ser amor independente

Desejo  que você esteja alegre
Feliz por estar amando
Sei que o ser consegue
Sentir Contente por estar se dedicando

Que você ame
Ame simplesmente
Ame sinceramente
No intuito de ser amor independente
Independente de recompensa
E também de malquerença

Desejo que você também seja triste
Pelo menos por um dia
E que você saiba que ela existe
E que o sorriso nos tira a afasia

Que você ame
Ame simplesmente
Ame sinceramente
No intuito de ser amor independente
Que o amor seja solenemente
Construído sob os contentes
Contentes com o sol
Com a lua
E também com a amizade
Que brilha sobre todos os amigos
Amigos da Divindade

                                            G. T. 08/09/05

domingo, 23 de maio de 2010

Hoje começo uma nova vida.

Hoje começo uma nova vida.
         Hoje mudo minha pele  velha que sofreu, por muito tempo, as machucaduras do fracasso e os ferimentos da mediocridade.
         Hoje renasço e meu  berço é uma vinha onde há frutas para todos.
         Hoje recolherei uvas de sabedoria  da mais alta e mais carregada videira da vinha, pois elas foram plantadas pelos sábios, que me antecederam, geração após geração.
         Assim  como a natureza não proveu ao meu corpo para tolerar a dor, também não determinou que minha vida sofra fracasso.
         O fracasso, como a dor, é elemento estranho à minha vida.
         No passado eu o aceitei como aceitei a dor. Agora o rejeito.
         Vejo me na obrigação de praticar a paciência, pois a natureza jamais age apressadamente. Para criar a Oliveira, rainha de todas as árvores, cem anos  são necessários.
         Em nove semanas a cebola já está velha. A humanidade tem vivido como a cebola... Mas anseio viver como as Oliveiras.
         E como realizará isto???  Pois  não tenho nem o conhecimento nem a experiência  para alcançar grandeza e já tropeço na ignorância  e caio nas águas da lamuria.
         A resposta é simples.
         Começarei minha jornada desembaraçando do peso de conhecimentos desnecessários e de obstáculos da experiência sem significado.
Não tenho um caminho novo. O que eu tenho de novo é um jeito de caminhar
Adaptação do texto de OG Mandino, por  Gilnei Teixeira.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Carlos Drumond de Andrade Mascaras



O estágio evolutivo em que se encontra a humanidade, o da civilização, mostra que, no processo, o regime da força, dos instintos animalescos, foi substituído pelo da astúcia. Procura-se a vitória utilizando-se máscaras, que escondem a verdadeira personalidade do seu usuário. Assim se porta a maioria da nossa sociedade e o exemplo mais enfático é o da nossa classe política. Com honrosas exceções, o que se esconde por trás da beleza das máscaras com que se apresentam os nossos políticos?

A arte de se mascarar, historicamente marcante no carnaval de Veneza, pode ser tomado como emblema para a astúcia do atual estágio evoluti-vo do homem civilizado. A máscara tem sido a sua principal arma para conquista de seus objetivos, nem sempre confessáveis. Na sociedade tem sido apenas uma arma para esconder fragilidades de personalida-des. A evolução, através da espiritualização, vai nos mostrar por inteiro, como de fato somos.

Admiremos a beleza das mascaras e das vestes dos mascarados de Veneza, uma verdadeira arte, e meditemos sobre o texto do grande Drumond de Andrade, que, no campo romântico, mostra-nos como é difícil deixar de usar a máscara.

Eterno é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata!

Fácil é ouvir a música que toca.

Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés
de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber..
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é dizer “oi” ou “como vai”?
Difícil é dizer “adeus”. Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas…

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião. Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.

TEXTOS: Carlos Drumond de Andrade

Colaboração: Margareth Sia de Fáveri


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Suicídio Causas e Conseqüências

Suicídio
Causas e Conseqüências 

Allan Kardec no livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” capítulo 5º diz que “a calma e a resignação adquiridas na maneira de encarar a vida terrena, e a fé no futuro, dão ao espírito uma serenidade que é o melhor preservativo da loucura e do suicídio”.
A incredulidade, a simples dúvida quanto ao futuro, as idéias materialistas, são os maiores incentivadores do suicídio: elas produzem a frouxidão moral.
Dr. Jorge Andréa no livro “Enfoques Científicos na Doutrina Espírita” abordando essa mesma temática tece as seguintes considerações.
“O homem moderno materializou-se, exaltando a deusa - máquina e o deus técnica, não percebendo a fragilidade desses totens de barro. O deus em que confiou e acreditou esboroou-se ao menor dos ventos. Não acontecendo o mesmo com aqueles que asseguram os seus alicerces psicológicos - emocionais numa ética valorosa que o espiritualismo pode oferecer; e mais ainda, numa fé lógica, harmoniosa e inteligível por ser raciocinada , aos que se acercam do estofo dinâmico que caracteriza a Doutrina Espírita. O suicídio , como resultado de um imenso desequilíbrio emocional poderá ser um ato voluntário, porquanto existem outros fatores que concorrem para um suicídio lento despercebido e por isso, considerado involuntário, ou seja, suicídio consciente e inconsciente.
As conseqüências são dolorosas. Não morrerão, ninguém se destrói ante a morte.
Há, sem dúvida, agravantes e atenuantes, no exame do suicídio. Eliminam, no mundo espiritual com muito sofrimento o ônus da atitude desequilibrante e quando retornarem à Terra em novas reencarnações terão que passar, por expiações aflitivas.
Joanna de Ângelis no livro “Após a Tempestade” nos fala dessas conseqüências: aqueles que esfacelam o crânio, reencarnam com a idiotia, surdez-mudez, conforme a parte do cérebro afetada, os que tentaram o enforcamento, reaparecem, com os processos da paraplegia infantil; os afogados com enfisema pulmonar, tiros no coração, cardiopatias congênitas irreversíveis, os que se utilizam de tóxicos e venenos, sofrem sob o tormento das deformações congênitas, úlceras gástricas e cânceres. É Joanna ainda que nos diz:
-”Espera pelo amanhã, quando o teu dia se te apresente sombrio e apavorante. Se te parecem insuportáveis as dores, lembra-te de Jesus, ora, aguarda e confia”.
Lembremo-nos de Kardec quando coloca no “Evangelho Segundo o Espiritismo” - “Com o Espiritismo a dúvida não sendo mais permitida, modifica-se a visão da vida”.
Bibliografia
1.Kardec, Allan - Evangelho Segundo o Espiritismo
2.Andréa, Jorge - Enfoques Científicos na Doutrina Espírita
3.Angelis, Joanna de - Após a tempestade - psic. De Divaldo Pereira Franco

Sem desanimar. Mensagem Mediunica ao Jovem Espírita


                    Sem desanimar.
           
Jovem espírita, que te dedicas com fervor à causa do bem, que renuncias às futilidades da vida, que estudas o Espiritismo com louvor e fidelidade, não desanimes.
            É verdade que a existência física enseja inúmeros testemunhos.
            Nem sempre encontras apoio, na seara, para as tuas realizações.
            Os amigos mais caros, muitas vezes, são os que pouco te compreendem.
            É certo que os adversários do bem tentarão desviar todo aquele que se filia às tarefas benemerentes.
            As críticas ferinas buscam sempre os que estão na tarefa.
            Almas atormentadas ferir-te-ão o coração.
            Incompreensões dos mais variados matizes, cobrar-te-ão decisões imediatas.
            Mas, se o desânimo te toma de surpresa, não te entregues.
            Lembra-te de que estás a serviço do Espiritismo e, pela Doutrina, necessitas perseverar.
            É preciso vencer heroicamente todos os obstáculos.
            Na grande maioria, os companheiros desequilibrados, que entravam o progresso, são almas enfermas que carecem da nossa compreensão.
            Então:
            Se alguém apontar-te com escárnio os defeitos que, por ventura, ainda te caracterizam, tem calma e coragem, aproveitando o ensejo para ensinar, na tolerância e na compaixão, como deve agir um discípulo de Jesus.
            Se, na convivência, rusgas e intolerâncias te buscarem, sê paciente e a tudo suporta, para que a obra não pereça e venhas a merecer, dos companheiros mais experientes, confiança e admiração, pela postura eminentemente cristã que carregas.
            Se tuas realizações não oferecem frutos imediatos, lembre-te de que deves estar na conta de semeador, deixando que o futuro fale por ti;
            Se te sentires abandonado no caminho, pelos confrades mais queridos, recorda-te de que Jesus está contigo e renovará tuas companhias, desde que te conserves na palavra dele;
            Permanece trabalhando, vivendo e servindo com nobreza, sem desistir.
            Desertar das tarefas por conta da intolerância e dos espinhos humanos é declarar e atestar incompreensão do próprio Cristianismo.
            Por isso, segue adiante, sem desanimar, nunca.
                                                                                              W.F.M. (Espírito)

Fascinação Allan Kardec disse:


b) Fascinação
*      Allan Kardec disse, em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", que a fascinação é o pior tipo de obsessão. Trata-se de uma ilusão provocada por um Espírito hipócrita que domina a mente do paciente, distorcendo seu senso de realidade.
*      O Espírito obsessor planeja muito bem seu intento destrutivo e busca envolver o indivíduo em artimanhas mentais bem preparadas.
As portas de entrada para a fascinação, como sempre, são as falhas morais.
*      É no orgulho de sua vítima que o Espírito hipócrita encontra o alimento para fascinar-lhe a personalidade.
*      Para conseguir seu domínio, a entidade maldosa exalta a vaidade do obsedado, fazendo-o sentir-se infalível e autoconfiante.
*      A ilusão é tamanha que o fascinado adquire uma grandiosa cegueira, o que não lhe permite perceber o ridículo de certas ações que pratica.
*      A pessoa fascinada dificilmente aceita sua condição de enferma, o que dificulta a cura do processo obsessivo.
*      Geralmente se aborrece com as críticas e com as pessoas que não participam de sua admiração e afasta-se de quem quer que possa abrir-lhe os olhos.
*      Do simples e ignorante, ao intelectual e letrado, todos podem ser vítimas da fascinação.

segunda-feira, 5 de abril de 2010



Senhor! Ensina-nos a gratidão pelos bens que recebemos constantemente de tua Infinita Bondade, sem desconsiderar os supostos males com que a tua justiça misericordiosa nos amplia o patrimônio de bens.


Agradecemos a presença dos amigos que nos acrescentam os recursos capazes de nos garantirem o reconforto próprio e agradecemos também o concurso dos irmãos que nos ofertam ensejo de despendê-los, tanto quanto possível, pelos canais do trabalho ou ante a luz da beneficência;


- os que nos amparam a vida e aqueles outros que nos rogam apoio, exercitando-nos na assistência com que fomos chamados a aprender o amor a que nos destinamos;


- os benfeitores que nos administram aulas de educação e os que se nos fazem examinadores do grau de paciência ou de tolerância em que estagiamos presentemente;


- a bênção dos amigos que nos consolam e a escora dos adversários, cujo policiamento nos disciplina;


- os companheiros que nos incentivam a caminhar para a frente e os outros que nos socorrem, através da crítica construtiva.


Agradecemos, Senhor, a luz e a sombra, quando a sombra nos auxilia a buscar mais luz; a harmonia que nos pacifica as estradas do dia-a-dia e a tormenta de incompreensão, quando a incompreensão nos fortalece para descobrir a concórdia em que se reúnam os esforços de todos para a felicidade comum.


Diante da luta, induze-nos a entender que somente na luta encontramos os ingredientes precisos para a vitória em nós mesmos e perante o fracasso, qualquer que seja, faze-nos reconhecer que somente aprendendo e reaprendendo é que conseguiremos fixar a lição.


Senhor, não nos deixes entregues ao suposto bem que se transforma em mal e não nos permitas menosprezar o suposto mal que nos conduz ao bem. E, sejam quais forem as provas a que sejamos chamados, auxilia-nos a saber – mas a saber com certeza indestrutível – que o teu amor reina sobre nós e que acima de todas as tribulações e dificuldades, obstáculos e lágrimas, estamos todos reunidos em teu coração e incessantemente sustentados por teus braços eternos. Assim seja.(Do livro "Irmão", Emmanuel, Francisco Cândido Xavier)


http://www.institutoandreluiz.org/

segunda-feira, 1 de março de 2010

verdadeiro Espírita por Gilnei Teixeira


Bem Aventurados os aflitos. (1)
Nos dias atuais vemos as lutas íntimas a que passam nossos mais dedicados seareiros, lutas estas que iniciaram através das armas e com o despertar das consciências, agora mais sedentas de reparação buscam em si um recomeço.
Mas para recomeçar se faz necessário e imprescindível desfazer-se de antigos pendores, alicerçados em condutas não dignas com as novas posturas adotadas, principalmente aos que se propõem a trazerem para seus afazeres os ensinamentos do Amigo e Mestre Jesus.
Norteados pela bússola da Doutrina Espírita, se entrevem na dicotomia do homem velho e o anseio do homem novo, e neste ínterim se fazem as reflexões íntimas, que derivam em uma tomada de consciência, para buscar abrandar posturas egoísticas em detrimento de posturas mais humanísticas.
Assim os planejamentos reencarnatórios se moldam e mesmo ao meio da caminhada se sintoniza com buscas mais elevadas, que delineiam novas reflexões e consequentemente novas lutas íntimas, que se bem canalizadas auxiliam em tomadas de consciência, com novos e mais saudáveis caminhos.
Não devemos nos acovardar diante de nossos afazeres, renunciando as questões personalistas, mesmo num meio capitalista onde todos buscam a “felicidade” a preços elevadíssimos.
O Ser que busca o despertar e assim as novas posturas, frente ao trabalho do bem, deve estar ciente da necessidade de se apagar perante a obra a ser realizada, onde a cada pequena contribuição, chegaremos ao grande ideal de trabalho e consciência de bem escolher nossas buscas.
Ao longo da história muitos desanimaram, desvencilhando de suas reflexões, que gerariam a força para as mudanças, encontrando no caminho álibis para que pudessem protelar a tarefa.
Somos cônscios das grandes dificuldades que enfrentamos, e que a superação ao que toca nossos personalismos se faz urgentemente necessária.
Refletir e Agir são ações imprescindíveis aqueles que se empenham em buscar a proximidade com as orientações da falange do Espírito da Verdade no que toca os atributos do verdadeiro Espírita. (2)
(1) ESSE cap. V item 4
(2) ESSE cap. XVIII, homem de Bem
Gilnei Teixeira.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Aristóteles

REVOLUÇÃO DA ALMA

Aristóteles, filósofo grego, escreveu este texto “Revolução da Alma” no ano 360 A.C. ... e é eterno. Vamos a ele! Ninguém é dono de sua felicidade, por isso: não entregue sua alegria, sua paz e sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém! Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, das vontades ou dos sonhos de quem quer que seja. A razão da sua vida é você mesmo. A sua paz interior é a sua meta de vida. Quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remeta seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você. Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. Não coloque objetivos longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje. Se anda desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque em seu interior a resposta para acalmar-se. Você é reflexo do que pensa diariamente. Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que quer oferecer a você o melhor. Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto“ para ser feliz. Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer. Agradeça tudo que está em sua vida neste momento, inclusive a dor. Nossa compreensão do universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida. A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las. Se você anda repetindo muito: “eu preciso tanto de você” ou, “você é a razão da minha vida”, cuide-se. É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos. A inteligência é a insolência educada. Nosso caráter é o resultado de nossa conduta. Egoísmo não é amor, mas sim, uma desvairada paixão por nós próprios. O homem sábio não busca o prazer, mas a libertação das preocupações e sofrimentos. Ser feliz é ser auto-suficiente.. . Seja senhor de sua vontade e escravo da sua consciência. Pense nisso! Seja Feliz!

Que a Serenidade do Amigo e Mestre Jesus nos envolva a cada dia mais.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Diante da felicidade

É peculiar ao homem fugir de tudo quanto ameaça-lhe a existência na Terra. Sejam eles perigos físicos, adversários cruéis, inimigos declarados ou ocultos, enfermidades ou cataclismas naturais, faz parte da natureza humana a defesa da sua e das vidas que ama, impelindo-o a proteger tudo que possui. Esse mecanismo de sobrevivência está ínsito no ser e faz parte dos extraordinários implementos de proteção da vida humana, exarada pelo inalienável instinto de conservação. Entre os grandes adversários do ser humano encontra-se a dor, que exerce função de sentinela para que o ser corrija ou afaste a causa que a provoca. Seja física, psicológica, afetiva ou emocional, todos a evitam, buscando manter-se distante da incômoda sensação de algia. Sob vários ângulos, a dor tem um papel a ser exercido na economia espiritual do indivíduo, convidando-o a reajustar a estrada evolutiva, evitando os abusos e reeducando os desejos do ser em relação à vida. Junto à dor, vários outros incômodos atingem o homem, impondo-lhe um pensar sobre sua existência na Terra e a maneira de como se conduz dentro dela. A busca da felicidade, só então, torna-se-lhe uma necessidade premente, urgente, fazendo com que o espírito busque acrisolar valores que o credenciem a fruir a felicidade. A felicidade geralmente é buscada fora do ser que julga encontrá-la no sexo, no casamento, no dinheiro e na fartura de todas as coisas que nutrem o perecível corpo físico, atendendo-lhe as necessidades primárias. Raros cogitam buscá-la dentro de si, numa viagem ignorada pelo país da própria intimidade, já que toda viagem ao desconhecido impele o viajante à zona do medo, que muitas vezes o paralisa na iniciativa de empreender essa inadiável tentativa. Por mais que o espírito o postergue, dia chegará em que ele será constrangido a abandonar os frágeis abrigos em que procura se ocultar para viajar pelas estradas do “eu”, buscando conhecer-se, desvelando-se em plenitude. Nessa viagem ignorada e temida, será ele defrontado pelos sicários da alma; o medo, a sensação de perda, o abandono temporário, a solidão, dentre outros. Mesmo sob pressão desses fantasmas internos, verdadeiras projeções doentias e imaturas do “eu” inferior, o ser terá necessidade de seguir adiante, buscando conhecer seu ignorado mundo interior. No final da meta, ele encontrará vários portais abertos para o infinito progresso espiritual. São os portais da felicidade, da ventura plena, da maturidade consciencial, da dilatação do psiquismo e da integral compreensão dos mecanismos de funcionamento das Leis de Deus, que vigem na intimidade de cada ser (1), tão só aguardando a oportunidade de brilharem após a necessária lapidação íntima. Ante o portal da felicidade é fundamental não recuar, buscando sedimentá-la em definitivo nos painéis internos de cada um de nós, mas igualmente haveremos de perceber que existem muitas surpresas numa jornada pelo auto-esclarecimento, tanto quanto nenhuma construção íntima ergue-se sem o contributo da dor e das experiências amargas. Avancemos, pois, para o sublimado portal de nossa própria conquista espiritual, na iniludível visão de que nesse pelejar não estamos solitários, pois que o Pai nos acompanha sob vigilante olhar, nos apontando sempre o farol da sublime ventura, que guia os navegantes da vida para o excelso clarão das estrelas. Emmanuel (Página psicografada pelo médium Marcel Mariano em 23.03.2002, em Vitória da Conquista/Ba., quando da realização da 12º Jornada Espírita do “Centro Espírita Humberto de Campos”. Nota do médium: 1. O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, questão nº 621.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Bezerra convida-nos à reflexão

CENTRO ESPÍRITA

Filhos, que o centro espírita - célula viva do Cristianismo em suas origens - vos mereça o melhor carinho e consideração.

Sempre que possível, integrai a equipe de companheiros que permanece lutando para que o templo espírita cristão tenha sempre as portas descerradas à comunidade.

Não vos isoleis uns dos outros, fugindo à convivência salutar que vos preserva o discernimento e vos combate o personalismo.

Em contato com os irmãos de ideal, as vossas idéias se reciclarão e a indispensável permuta de experiências vos será uma permanente fonte de inspiração para o trabalho. Os cristãos dos primeiros tempos do Evangelho na face do mundo, não atuavam isoladamente.

A auto-suficiência espiritual carece de ser combatida com determinação.

Se considerais que nada tendes a aprender com os companheiros, não olvideis a vossa obrigação de ensinar.

Quanto puderdes, no entanto, preocupai-vos em não vos aterdes única e simplesmente à teoria ou à disputa de cargos de liderança. Participai diretamente das tarefas mais humildes da casa espírita, vacinando o espírito contra o fascínio de si mesmo.

O Mestre lavou os pés aos apóstolos... Nas instituições meramente humanas, manda mais quem tenha mais dinheiro e poder, todavia, naquelas que transcendem os interesses dos homens, quem mais pode é quem mais serve.

Filhos, adequai o centro espírita para que ele cumpra, na Terra, a sua função de educandário das almas. Dentro dele, consagrai um tempo sempre mais dilatado ao estudo da Doutrina, evitando que se transforme em foco de mediunismo e perturbação.

Que, em suas atividades, o grupo espírita dos dias atuais procure se assemelhar à casa dos apóstolos, em Jerusalém, abençoada oficina de trabalho, que tanto se preocupava em ser pão para o corpo quanto em ser luz para o espírito!

Bezerra de Menezes

BACCELLI, Carlos A . A CORAGEM DA FÉ. Votuporanga, SP; Casa Editora Espírita "Pierre-Paul Didier. cap.8

OS QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21 Os quatro pilares da Educação são conceitos de fundamento da educação baseado no Relatório para a Unesco da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors. No relatório editado sob a forma do livro – Educação: Um Tesouro a Descobrir –, a discussão dos quatro pilares ocupa todo o Capítulo 4, onde se propõe uma educação direcionada para os quatro tipos fundamentais de aprendizagem: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros e aprender a ser:

• Aprender a conhecer, combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida. • Aprender a fazer, a fim de adquirir, não somente uma qualificação profissional mas, de uma maneira mais ampla, competências que tornem a pessoa apta a enfrentar numerosas situações e a trabalhar em equipe. Mas também aprender a fazer, no âmbito das diversas experiências sociais ou de trabalho que se oferecem aos jovens e adolescentes, quer espontaneamente, fruto do contexto local ou nacional, quer formalmente, graças ao desenvolvimento do ensino alternado com o trabalho. • Aprender a viver juntos desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das interdependências – realizar projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos – no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz. • Aprender a ser, para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir com cada vez maior capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade pessoal. Para isso, não negligenciar na educação nenhuma das potencialidades de cada indivíduo: memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, aptidão para comunicar-se.

Notas:

• Extraído e adaptado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_Pilares_da_Educação • O texto, na íntegra, pode ser encontrado no livro: DELORS, Jacques et al. Educação: um tesouro a descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. 10ª ed. São Paulo: Cortez; Brasília: UNESCO, 2006.

periodo Infantil Herculano Pires

PORQUE OS ADULTOS SE ESQUECEM DE QUE JÁ FORAM CRIANÇAS? J. Herculano Pires

Os dois problemas: o da educação no lar e o da educação na escola giram em torno de um mesmo eixo. Os pais são os professores no lar e os mestres são os pais na escola. Muito mais do que um fenômeno biológico, a paternidade e a maternidade constituem uma relação psíquica e portanto espiritual. O Espiritismo ensina e demonstra que os pais não geram o espírito dos filhos, mas apenas os seus corpos. A criança já nasce com acervo pessoal de suas conquistas no processo evolutivo. Ora, a tarefa dos pais, como a dos mestres, é ajudá-la a integrar-se, durante a presente existência, na posse desse acervo, e a enriquecê-lo ainda mais. Assim, para que a educação se desenvolva de maneira harmoniosa e eficiente é necessária a conjugação do lar com a escola, dos pais com os mestres. Não é muito fácil conseguir-se isso no mundo de hoje, mormente nas grandes cidades. Mas há um meio pelo qual se podem superar as dificuldades atuais. Se os pais e mestres se lembrarem que foram crianças, se procurarem manter essa lembrança em suas atividades no lar e na escola, a conjunção necessária se fará naturalmente.