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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Ilusão é achar que todos irão pensar como você, que todos o apoiarão e endossarão tudo que voce disser.


Ilusão é achar que todos irão pensar como você, que todos o apoiarão e endossarão tudo que você
disser, e achar que sempre está certo em suas convicções, e o mundo errado.
Ilusão é ver uma coisa e enxergar outra que só você enxergou; mais ninguém, e mesmo assim acreditar que foi você que viu direito.
Ilusão é também um derivado do orgulho, o orgulhoso se ilude muito, o tempo todo.
Acredite; o mundo não está contra você, as pessoas não estão contra você, elas apenas pensam diferente, e assim, agem diferente, cada um em sua verdade e em seu tempo.
Parar de se iludir é aceitar que as pessoas vêem as coisas por ângulos diferentes, e que não estão erradas. Parar de se iludir é aceitar as diferenças dos outros assim como eles aceitam as suas. Para o outro você também é um desafio.
O mundo vive em constante evolução, então você também deve evoluir; não se apegue tanto em falsas convicções para não parecer volúvel, pode ter certeza, com o tempo a visão muda e assim a opinião também, ontem o que eu via vermelho cereja, hoje eu enxergo rosa, e nem por isso eu estava errado ontem, é que ontem a luz era diferente.
Não se iluda; tudo é transitório, inclusive nossas opiniões.

Michelle Desiree

Sabemos Senhor, Que de nós mesmos, somente possuímos a inferioridade de que nós mesmos devemos desvencilhar.

 
“Senhor Jesus,

Dá-nos o poder de operar a própria conversão,
Para que o teu Reino de Amor seja irradiado
Do centro de nós mesmos!
Contigo em nós converteremos:

A treva em claridade
A dor em alegria
O ódio em amor
A descrença em fé viva
A dúvida em certeza
A maldade em bondade
A ignorância em compreensão e sabedoria
A dureza em ternura
O egoísmo em cântico fraterno
O orgulho em humildade
O torvo mal em infinito bem

Sabemos Senhor,
Que de nós mesmos
Somente possuímos a inferioridade
De que nós mesmos devemos desvencilhar


Mas, unidos em Ti,
Somos galhos frutíferos na árvore dos séculos.


Que as tempestades das experiências jamais deceparão!!!


Assim, pois, Mestre Amoroso,

não Te digna amparar-nos a fim de que nos elevemos ao encontro de tuas mãos sábias e compassivas.
Que nos erguerão da inutilidade
Para o serviço da Cooperação Divina,
Agora e para sempre, Assim seja’’.

BEZERRA DE MENEZES

DO LIVRO VOLTEI, DE IRMÃO JACOB
Psicografado por Francisco Candido Xavier

sábado, 22 de outubro de 2011

TRABALHEMOS

Emmanuel

Perguntas, muitas vezes se podes colaborar, junto à bandeira de amor e luz que a Espiritualidade Maior vem desfraldando na Terra.

Estimarias movimentar poderes mediúnicos incontestes, materializando forças sutis, alongando consolações, traçando o verbo revelador.

Não necessitas, no entanto, recorrer a esse ou aquele luminar da sabedoria a obtenção da reposta.

Basta breve consulta ao livro da natureza.

Sabes que a semente é sustentável de fazer florir o deserto, desde que lhe ofereças base justa no solo e que a fonte é capaz de dessedentar-te na intimidade domésticas, se lhe dás condução no canal preciso.

A semente contudo, morre sem remissão se relegada de todo à cova de areia quente e a fonte, por mais generosa, não te alcança o reduto familiar, quando se lhe entrava o caminho.

Toda realização pede esforço.

Todo merecimento real inclui sacrifício.

Muitos, porém, almejam auxiliar exigindo que a evolução se transforme numa avenida asfaltada em que possam deslizar da patins. Desejam fazer clarinada na hora do meio dia, melhorar o prato feito, subir em elevadores rápidos para emitirem exortações de sacadas ou ditar bons conselhos à cabeça dos anjos.

Entretanto, embora imperfeitos, é indispensável empreendamos a cura de nossas próprias imperfeições.

Se aspiras o bem para sanar os males da Terra, é natural que a Esfera superior se esmere em proclamá-lo.

Se procurar o Senhor, buscando ajudar a vida, o Senhor também te procura a fim de ajudá-la.

Desse modo, o Mestre Divino espera-te, na luta, por instrumento que possa atender-lhe à Obra.

Purifiquemos a emoção a fim de senti-lo.

Sublimemos o pensamento para entendê-lo.

Eduquemos a palavra, de modo a dizer-lhe o verbo.

Aprimoremos a ação para exprimir-lhe a presença.

Aperfeiçoemos a nós mesmos, cada dia, quanto seja possível, porquanto para sermos intermediários fiéis entre ele e o Mundo, só existe uma solução

– Trabalhar.


Psicografada por Francisco Cândido Xavier

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Psicologia positiva


A psicologia positiva é um movimento recente dentro da ciência psicológica que visa fazer com que os psicólogos contemporâneos adotem "uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades humanas".[1]
Embora as pessoas venham discutindo a questão da felicidade humana pelo menos desde a Grécia Antiga,[2] a psicologia tem sido criticada por seu direcionamento preponderantemente voltado às questões de doença mental, em vez da "sanidade" mental. Vários psicólogos humanistas tais como Abraham Maslow, Carl Rogers e Erich Fromm, Carl Jung, desenvolveram teorias e práticas bem-sucedidas que envolvem a felicidade humana, a despeito da falta de evidência empírica sólida ao tempo em que desenvolveram seus trabalhos. Seus sucessores não deram seqüência à obra, enfatizando a fenomenologia e histórias de casos individuais.[3]
Recentemente, as teorias de desenvolvimento humano desenvolvidas pelos psicólogos humanistas encontraram suporte empírico em estudos feitos por psicólogos positivos e humanistas, especialmente na área da teoria auto-determinante.[4]
Pesquisadores empíricos neste campo de estudo incluem Donald Clifton, Albert Bandura, Martin Seligman, Armindo Freitas-Magalhães, Ed Diener, Mihaly Csikszentmihalyi, C. R. Snyder, Christopher Peterson, Shelley Taylor, Barbara Fredrickson, Charles S. Carver, Michael F. Scheier e Jonathan Haidt.
Peterson e Seligman (2004) desenvolveram um sistema de classificação para os aspectos positivos, enfatizando as forças e o caráter denominado Values in Action (VIA) – Classification of Strengths and Virtues Manual (Tradução livre: Valores em ação - Manual de classificação de forças e virtudes). Nesse manual as forças foram dividas em características emocionais, cognitivas, relacionais e cívicas e em seis grupos de virtudes: sabedoria, coragem, humanidade, justiça, temperamento e transcendência. [5]
Alguns dos principais fatores correlacionados com felicidade estudados foram [6]:
  • Amigos íntimos e presentes (Myers 2000)
  • Fazer atividades voluntárias para desenvolvimento de si e de outros (Larson 2000)
  • Estabelecer uma relação familiar de apoio e estímulo ao desenvolvimento de habilidades (Winner 2000)
  • Relações saudáveis no ambiente de trabalho (Turner, Barling & Zacharatos, 2002)
A psicologia da saúde e outras ciências da saúde também tem demostrado já a algumas décadas o interesse de mudar o foco do processo saúde-doença para o bem estar e medidas preventivas ao invés de se focar na doença quando ela já está presente e remediar como a medicina tradicional.

Referências

  1. ↑ Sheldon, K. M. e King, L. (2001). Why positive psychology is necessary. "American Psychologist", 56(3), 216-217.
  2. ↑ Positive Psychology Center - FAQ, Universidade de Pensilvânia.
  3. ↑ Seligman, Martin E.P. (2002). Authentic Happiness: Using the New Positive Psychology to Realize Your Potential for Lasting Fulfillment. Nova York: Free Press. p. 275. ISBN 0-7432-2297-0.
  4. ↑ Patterson, T.G., e Joseph, S. (2007). Person-centered personality theory: Support from self-determination theory and positive psychology. "Journal of Humanistic Psychology", 47(1), 117-139.
  5. ↑ Peterson, C., & Seligman, M. (2004). Character strengths and virtues: A classification and handbook. Washington, DC: American Psychological Association.
  6. ↑ Psicologia Positiva: uma nova abordagem para antigas questões. Simone dos Santos Paludo e Sílvia Helena Koller. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil. Disponível em www.scielo.br/paideia

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O esforço para equlibrar-se é o meio eficaz para autorrealização, o prosseguir desperto. Trata-se de uma proposta de ação bem-direcionada, mediante a qual pode ser disciplinada a vontade de atingir a meta iluminativa.


...Felizmente, chega-se ao momento em que os verdadeiros mestres e guias ensinam os caminhada, porém exigem que os aprendizes avancem, conquistando, eles próprios, as distâncias, particurlamente aquelas íntimas que os separam do imperecível SI...

... Quando se está desperto, lúcido para os objetivos essenciais da existência, ergue-se, o indivíduo, e sai do meio dos outros que estão mortos para a realidade...

...E penentrando-se com harmonia e sincero desejo de autodescobrir-se, de identificar o fator desequilibrante, a consciência identifica a causa real e trabalha-a, administrando a distonia profunda que se exterioriza na forma intranquilizadora.

Tal comportamento proporciona segurança, fixação no ideal, harmonia, equilibrio.

Quando não se está desperto, o individuo se transfere de uma para outra dependencia, buscando guias e condutores que lhe diminuam o esforço para pensar, e passem a assumir responsabilidades que lhe dizem respeito.

Sempre desperto Jesus é o exemplo máximo da conquista do Si.

O ideal, em toda situação, é sempre o equilibrio, que constitui medida de avaliação da conquistas logradas.

Equilibrio é harmonia entre ao que se aspira, o que se faz e como se comporta emocionalmente, sem ansiedade pelo que deve produzir, nem conflito por aquilo que foi conseguido. Trata-se de uma conquista interior, capaz de medir, sem paradigma estático, o valor das próprias conquistas. Detectando-se falhas do passado no comportamento, com tranquilidade naturalidade refazer-se o caminho, corrigir-se os equívocos e quando, se descobrir acertos, ampliá-los serenamente, sem extravagâncias ou presunção, compreendendo que apenas se encontra no limiar do desenvolvimento interior, do amadurecimento profundo do ser psicológico.

O equilibrio resulta da identificação de vários recursos adormecidos no inconsciente profundo que, penetrado, abre campo para a conscientização dos deveres e responsabilidades a desempenhar. Somente através do trabalho constante de autoidentificação, é possivel conseguir-se a harmonia para agir, iniciando a conduta nas paisagens mentais, pelos pensamentos cultivados, que se tranformam em motivos para a luta.

O esforço para equlibrar-se é o meio eficaz para autorrealização, o prosseguir desperto. Trata-se de uma proposta de ação bem-direcionada, mediante a qual pode ser disciplinada a vontade de atingir a meta iluminativa.

O trabalho de qualquer natureza, quando enobrecido pelos sentimentos, é o amor em atividade.

Pode ser realizado com carater beneficiente, sem remuneração habitual ou mesmo da gratidão, da simpatia, feito abnegação, em cujo tempo de execução o ser se encontra consigo próprio e desenvolve os valores reais do Espírito, compreedendo que servir é a meta existencial, e amar é dever de libertação do ego em constante tranformação.

Quaisquer conflitos que porventura lhe surjam, agora não constituem mais razão de desequilibrio ou de perturbação, mas oportunidade de ampliar-se a capacidade de entender e de solucionar, de crescer infinitamente, porque o seu futuro é a conquista do Si plenamente, superando todos os obstáculos decorrentes das reencarnações passadas com vistas nas propostas desafiadoras do futuro.



DIVALDO FRANCO/JOANNA D ÂNGELIS (Vida: desafios e )
Texto nos enviado pela amiga Monalisa Silva.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

The DNA PHANTOM EFFECT: Direct Measurement of A New Field in the Vacuum Substructure


Vladimir PoponinINTRODUCTION
In this contribution I am going to describe some observations and interpretations of a recently discovered anomalous phenomenon which we are calling the DNA Phantom Effect in Vitro or the DNA Phantom for short. We believe this discovery has tremendous significance for the explanation and deeper understandings of the mechanisms underlying subtle energy phenomena including many of the observed alternative healing phenomena [1,2]. This data also supports the heart intelligence concept and model developed by Doc Lew Childre [3,4]. (See also contributions by Rollin McCraty and Glen Rein in this volume).

This new phenomenon -- the DNA phantom effect -- was first observed in Moscow at the Russian Academy of Sciences as a surprise effect during experiments measuring the vibrational modes of DNA in solution using a sophisticated and expensive "MALVERN" laser photon correlation spectrometer (LPCS) [5]. These effects were analyzed and interpreted by Gariaev and Poponin [6].
The new feature that makes this discovery distinctly different from many other previously undertaken attempts to measure and identify subtle energy fields [1] is that the field of the DNA phantom has the ability to be coupled to conventional electromagnetic fields of laser radiation and as a consequence, it can be reliably detected and positively identified using standard optical techniques.
Furthermore, it seems very plausible that the DNA phantom effect is an example of subtle energy manifestation in which direct human influence is not involved. These experimental data provide us not only quantitative data concerning the coupling constant between the DNA phantom field and the electromagnetic field of the laser light but also provides qualitative and quantitative information about the nonlinear dynamics of the phantom DNA fields. Note that both types of data are crucial for the development of a new unified nonlinear quantum field theory which must include the physical theory of consciousness and should be based on a precise quantitative background.
RESULTS
The background leading to the discovery of the DNA phantom and a description of the experimental set up and conditions will be helpful. A block diagram of the laser photon correlation spectrometer used in these experiments is presented in Figure 1.

In each set of experimental measurements with DNA samples, several double control measurements are performed. These measurements are performed prior to the DNA being placed in the scattering chamber. When the scattering chamber of the LPCS is void of physical DNA, and neither are there are any phantom DNA fields present, the autocorrelation function of scattered light looks like the one shown in Figure 2a.
This typical control plot represents only background random noise counts of the photomultiplier. Note that the intensity of the background noise counts is very small and the distribution of the number of counts per channel is close to random. Figure 2b demonstrates a typical time autocorrelation function when a physical DNA sample is placed in the scattering chamber, and typically has the shape of an oscillatory and slowly exponentially decaying function. When the DNA is removed from the scattering chamber, one anticipates that the autocorrelation function will be the same as before the DNA was placed in the scattering chamber. Surprisingly and counter-intuitively it turns out that the autocorrelation function measured just after the removal of the DNA from the scattering chamber looks distinctly different from the one obtained before the DNA was placed in the chamber.
Two examples of the autocorrelation functions measured just after the removal of the physical DNA are shown in Figures 2c and d.
After duplicating this many times and checking the equipment in every conceivable way, we were forced to accept the working hypothesis that some new field structure is being excited from the physical vacuum. We termed this the DNA phantom in order to emphasize that its origin is related with the physical DNA. We have not yet observed this effect with other substances in the chamber. After the discovery of this effect we began a more rigorous and continuous study of this phenomena. We have found that, as long as the space in the scattering chamber is not disturbed, we are able to measure this effect for long periods of time. In several cases we have observed it for up to a month. It is important to emphasize that two conditions are necessary in order to observe the DNA phantoms. The first is the presence of the DNA molecule and the second is the exposure of the DNA to weak coherent laser radiation. This last condition has been shown to work with two different frequencies of laser radiation.
Perhaps the most important finding of these experiments is that they provide an opportunity to study the vacuum substructure on strictly scientific and quantitative grounds. This is possible due to the phantom field's intrinsic ability to couple with conventional electromagnetic fields. The value of the coupling constant between the DNA phantom field and the electromagnetic field of the laser radiation can be estimated from the intensity of scattered light. The first preliminary set of experiments carried out in Moscow and Stanford have allowed us to reliably detect the phantom effect; however, more measurements of the light scattering from the DNA phantom fields are necessary for a more precise determination of the value of the EMF-DNA phantom field coupling constant.
THEORY
It is fortunate that the experimental data provides us with qualitative and quantitative information about the nonlinear dynamical properties of the phantom DNA fields. Namely, these experimental data suggest that localized excitations of DNA phantom fields are long living and can exist in non-moving and slowly propagating states. This type of behavior is distinctly different from the behavior demonstrated by other well known nonlinear localized excitations such as solitons which are currently considered to be the best explanation of how vibrational energy propagates through the DNA.

It is a remarkable and striking coincidence that a new class of localized solutions to anharmonic Fermi-Pasta-Ulam lattice (FPU) - nonlinear localized excitations (NLE), which have been recently obtained [7], demonstrate very similar dynamical features to those of the DNA phantom. Nonlinear localized excitations predicted by the FPU model also have unusually long life-times. Furthermore, they can exist in both stationary or slowly propagating forms. In Figure 3, one example of a NLE is shown which illustrates three stationary localized excitations generated by numerical simulation using the FPU model [7]. It is worthy to note that this NLE has a surprisingly long life-time. Here, we present only one of the many possible examples of the patterns for stationary excitations which are theoretically predicted. Slowly propagating and long lived NLE are also predicted by this theory. Note that the FPU model can successfully explain the diversity and main features of the DNA phantom dynamical patterns. This model is suggested as the basis for a more general nonlinear quantum theory which may explain many of the observed subtle energy phenomena and eventually could provide a physical theory of consciousness.
According to our current hypothesis, the DNA phantom effect may be interpreted as a manifestation of a new physical vacuum substructure which has been previously overlooked. It appears that this substructure can be excited from the physical vacuum in a range of energies close to zero energy provided certain specific conditions are fulfilled which are specified above.
Furthermore, one can suggest that the DNA phantom effect is a specific example of a more general category of electromagnetic phantom effects [8]. This suggests that the electromagnetic phantom effect is a more fundamental phenomenon which can be used to explain other observed phantom effects including the phantom leaf effect and the phantom limb [9].
Dr. Poponin is a quantum physicist who is recognized world wide as a leading expert in quantum biology, including the nonlinear dynamics of DNA and the interactions of weak electromagnetic fields with biological systems. He is the Senior Research Scientist at the Institute of Biochemical Physics of the Russian Academy of Sciences and is currently working with the Institute of HeartMath in a collaborative research project between IHM and the RAS. He can be contacted at Institute of HeartMath, Research Division, 14700 West Park Ave. Boulder Creek, CA 95006. Phone 408-338-8700, Fax 408-338-1182.
References
1. W.A. Tiller. What Are Subtle Energies? Journal of Scientific Exploration. Vol.7, p.293-304 (1993).
2. G. Rein and R. McCraty. Structural Changes in Water and DNA Associated with New Physiologically Measured States. Journal of Scientific Exploration. Vol.8, 3 p.438 (1994).
3. D.L. Childre. Self Empowerment. Boulder Creek: Planetary Publications, 1992.
4. S. Paddison. The Hidden Power of the Heart. Boulder Creek: Planetary Publications, 1992.
5. P.P. Gariaev, K.V. Grigor'ev, A.A. Vasil'ev, V.P. Poponin and V.A. Shcheglov. Investigation of the Fluctuation Dynamics of DNA Solutions by Laser Correlation Spectroscopy. Bulletin of the Lebedev Physics Institute, n. 11-12, p. 23-30 (1992).
6. P.P. Gariaev and V.P. Poponin. Vacuum DNA phantom effect in vitro and its possible rational explanation. Nanobiology 1995 (in press).
7. V.P. Poponin. Modeling of NLE dynamics in one dimensional anharmonic FPU-lattice. Physics Letters A. (in press). 8. V. Tatur. The secrets of new thinking. Progress Publisher, Moscow, 1990, 200 p. (Russian).
9. J. K. Chouldhury et al., J. Inst. Eng. (India). 1979, v. 60, Pt EL3, p. 61-73.

sábado, 15 de outubro de 2011

Caminhantes.


         Chegam de longe essas histórias dos pessuelos da memória desse menino extraviado, que nos brinquedos guardados tem sunuelos de esperança, pois quem patriou o mundo e tempo jamais esquecerá os tentos que lonquiou quando criança.

                São sensitivos ou primitivos, esses senhores, que trançam raças, terra e fumaça, laços de amores.

                Que trançam raças, terra e fumaça, laços de amores.

                E quantos buscam nos horizontes, aguas nas fontes que não secam mais.

                Por ser do campo, os pirilampos pousam na alma dos animais.

                Homem estrela, estrela campeira que abre caminho sem abrir porteira, Rastros e rumos, vivem calados nos alambrados e cordilheiras.

                Rastros e rumos vivem calados nos alambrados e cordilheiras.

                Desses que um dia, deixaram campos pra ser encantos na cidade fria.

                Por serem terra e emoção trazem na fronte, estreleiro olhar, e quando a lua se faz par, vem se alinhar num coração.
                Por serem terra e emoção trazem na fronte, estreleiro olhar, e quando a lua se faz par, vem se alinhar num coração.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

HONRARÁS A LIBERDADE

Tenha um Momento de Luz neste dia refletindo sobre a Liberdade.
Emmanuel nos relembra que a liberdade não existe se não for atrelada à responsabilidade, não se confundindo, de forma nenhuma, com uma vida irresponsável.
Assim, o texto nos convida a agirmos na liberdade de doarmos o nosso melhor, cientes dos nossos erros e imperfeições.
Que tenhamos um dia ciente de nossos atos.

Honrarás a liberdade, não para voltar às brumas do passado em cujos desvarios já nos submergimos muitas vezes, e que te impeliram a tomar novo corpo no plano físico, mas, frequentemente para resgatar as conseqüências infelizes dos atos impensados.

Estimarás a liberdade para cultivar a consciência tranqüila pelo exato desempenho dos compromissos que esposaste.

Muitos companheiros da Humanidade se farão ouvir, diante de ti, alinhando teorias brilhantes em se referindo a independência e progresso, quase sempre para justificar o desgovernado predomínio do instinto sobre a razão, como se progresso e independência constituíssem retorno ao primitivismo e à animalidade.

Ouvirás a todos eles com tolerância e bondade, observando, porém, as ciladas que se lhes ocultam sob o luxo verbalístico, à maneira de armadilhas recobertas de flores, e seguirás adiante de coração atento à execução dos encargos que a vida te reservou.

Sabes que a inteligência, quando se propõe desregrar-se no esquecimento dos princípios que lhe ditam comportamento digno, inventa facilmente vocábulos cintilantes, de modo a disfarçar a própria deserção.

Aceitarás o trabalho no grupo doméstico ou na equipe de ação edificante aos quais te vinculas, na produção do bem geral, doando o melhor de ti mesmo em abnegação aos companheiros que te compartilham a experiência, na certeza de que unicamente nas lutas e sacrifícios em que somos obrigados a viver e a conviver, uns à frente dos outros, é que conseguiremos a carta de alforria no cativeiro que nos aprisiona aos resultados menos felizes das existências passadas.

Orarás e vigiarás, segundo os ensinamentos de Jesus, e honrarás a liberdade qual ele mesmo a dignificou, amando aos semelhantes sem exigir o amor alheio e prestando auxílio sem pensar em recebê-lo.

Serás, enfim, livre para obedecer às Leis Divinas e sempre mais livre para ser cada vez mais útil e servir cada vez mais.
pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Na Era do Espírito, Médium: Francisco Cândido J. Xavier e Herculano Pires - Espíritos Diversos.


Ecos do 6 Congresso Estadual Espirita do Rio Grande do Sul

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Não desanime, não se lamente


Dentro de você existe um génio. . . desperte-o.

Desenvolva a sua inteligência, melhore sua auto-imagem.
Aplique os seus talentos para fins nobres e elevados . . .

Não se impressione com notícias alarmantes e tristes.
Siga em frente sem temer obstáculos ...

Não desanime, não se lamente,
não permita que o pessimismo e a desgraça amofinem seu coração ...

Viva com entusiasmo, persistência, confiança,
buscando sempre melhores condições de vida ...

Evite falar em crises, doenças, dificuldades...

Fale em saúde, sucesso, paz, prosperidade....

Melhorando nossos pensamentos e nossas atitudes,
melhoraremos nossos negócios e nossos destinos...
Cultive pensamentos positivos e promissores.

Eles contribuirão para o seu sucesso pessoal...

Pense no melhor, fale no melhor, trabalhe sempre para o melhor,
espere sempre o melhor...O pensamento é vida...A vida é expressão...

Expanda-se ...Reanime-se ...Movimente-se ...
Aumente seu otimismo e sua alegria de viver.

O SEGREDO DAQUELES QUE TRIUNFAM É SEMPRE TENTAR DE NOVO!!!


TENS UM AMIGO INFALÍVEL. CONTA COM ELE: É DEUS!!!

GDP

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Meu Jeito. ( Eu planejei cada caminho do mapa)


E agora o fim está próximo
Então eu encaro o desafio final
Meu amigo, Eu vou falar claro
Eu irei expor meu caso do qual tenho certeza

Eu vivi uma vida que foi cheia
Eu viajei por cada e todas as rodovias
E mais, muito mais que isso
Eu fiz do meu jeito

Arrependimetos, eu tive alguns
Mas então, de novo, tão poucos para mencionar
Eu fiz, o que eu tinha que fazer
E eu vi tudo, sem exceção

Eu planejei cada caminho do mapa
Cada passo, cuidadosamente, no correr do atalho
Oh, mais, muito mais que isso
Eu fiz do meu jeito

Sim, teve horas, que eu tinha certeza
Quando eu mordi mais que eu podia mastigar
Mas, entretanto, quando havia dúvidas
Eu engolia e cuspia fora

Eu encarei tudo e continuei de pé
E fiz do meu jeito

Eu amei, eu ri e chorei
Tive minhas falhas, minha parte de derrotas
E agora como as lágrimas descem
Eu acho tudo tão divertido

Em pensar que eu fiz tudo
E talvez eu diga, não de uma maneira tímida
Oh não, não, não eu
Eu fiz do meu jeito

E pra que serve um homem, o que ele tem ?
Se não ele mesmo, então ele não tem nada
Para dizer as coisas que ele sente de verdade
E não as palavras de alguém que se ajoelha

Os registros mostram, eu recebi as pancadas
E fiz do meu jeito
Frank Sinatra.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Dai-me alguém para amar.


O mundo está cheio de queixas. De pessoas que se dizem solitárias. Que desejariam ser amadas. Que vivem em busca de alguém que as ame, que as compreenda.

O mundo está cheio de carências. Carências afetivas. Carências materiais.

Possivelmente, observando o panorama do mundo onde vivia foi que Madre Teresa de Calcutá, certo dia, escreveu:

Senhor, quando eu tiver fome, dai-me alguém que necessite de comida. Quando tiver sede, dai-me alguém que precise de água. Quando sentir frio, dai-me alguém que necessite de calor.

Quando tiver um aborrecimento, dai-me alguém que necessite de consolo. Quando minha cruz parecer pesada, deixai-me compartilhar a cruz do outro.

Quando me achar pobre, ponde a meu lado alguém necessitado. Quando não tiver tempo, dai-me alguém que precise de alguns dos meus minutos. Quando sofrer humilhação, dai-me ocasião para elogiar alguém.

Quando estiver desanimada, dai-me alguém para lhe dar novo ânimo.

Quando sentir necessidade da compreensão dos outros, dai-me alguém que necessite da minha. Quando sentir necessidade de que cuidem de mim, dai-me alguém que eu tenha de atender.

Quando pensar em mim mesma, voltai minha atenção para outra pessoa.

Tornai-nos dignos, Senhor, de servir nossos irmãos que vivem e morrem pobres e com fome no mundo de hoje.

Dai-lhes, através de nossas mãos, o pão de cada dia, e dai-lhes, graças ao nosso amor compassivo, a paz e a alegria.

Madre Teresa verdadeiramente conjugou o verbo amar na prática diária. Sua preocupação era em primeiro lugar com os outros.

Todos representavam para ela o próprio Cristo. Em cada corpo enfermo, desnutrido e abandonado, ela via Jesus crucificado em um novo madeiro.

Amou de tal forma que estendeu a sua obra pelo mundo inteiro, abraçando homens de todas as nações e credos religiosos.

Honrada com o Prêmio Nobel da Paz, prosseguiu humilde, servindo aos seus irmãos da romagem terrestre. Tudo o que lhe importava eram os seus pobres. E os seus pobres eram os pobres do mundo inteiro.

Amou sem fronteiras e sem limites. Serviu a Jesus em plenitude. E nunca se ouviu de seus lábios uma queixa de solidão, amargura, cansaço ou desânimo.

Sua vida foi sempre um cântico de fidelidade a Deus, por meio dos compromissos com as lições deixadas por Jesus.

* * *

O Cristo precisa de almas dispostas e decididas que não meçam obstáculos para servi-lO. Almas que se lancem ao trabalho, por mais exaustivo que seja, porém sempre reconfortante e luminoso, desde que possa ser útil de verdade.

Almas que não esperem nada do beneficiado, por suas mãos socorrido, a não ser a sua felicidade, sob as luzes do amigo Jesus.

Almas cujo único desejo seja o de amar intensamente, sem aguardar um único gesto de gratidão.

Almas que tenham entendido o que desejou dizer Francisco de Assis: É melhor amar do que ser amado.



Pelo Espírito Francisco de Paula Vítor, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter e no poema de Madre Teresa de Calcutá, intitulado Dai-me alguém para amar.

domingo, 2 de outubro de 2011

A Amizade por Érico Veríssimo. A amizade é uma virtude que muitos sabem que existe,


A amizade é um amor que nunca morre.



A amizade é uma virtude que muitos sabem que existe,


alguns descobrem, mas poucos reconhecem.


A amizade quando é sincera o esquecimento é impossível


A confiança, tal como a arte, não deriva de termos resposta para tudo, mas,


de estarmos abertos a todas as perguntas.


A dor alimenta a coragem. Você não pode ser corajoso se só aconteceram coisas maravilhosas com você.



A esperança é um empréstimo pedido à felicidade.


A felicidade não é um prêmio, e sim uma conseqüência,


a solidão não é um castigo, e sim um resultado.


A felicidade não está no fim da jornada, e sim em cada curva do caminho que percorremos para encontrá-la.


A gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente logo enxerga.


A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delicia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você.


A infelicidade tem isto de bom: faz-nos conhecer os verdadeiros amigos.



A inteligência é o farol que nos guia, mas é a vontade que nos faz caminhar.


A maior fraqueza de uma pessoa é trocar aquilo que ela mais deseja na vida, por aquilo que ele deseja no momento.


A persistência é o caminho do êxito.


A pior solidão é aquela que se sente na companhia de outros.


A SOLIDÃO É UMA GOTA NO OCEANO QUE SÓ OLHA PARA SI MESMA... UMA GOTA QUE NÃO SABE QUE É OCEANO...


Amigos são a outra parte do oceano que a gota procura...


A tua única obrigação durante toda a tua existência


é seres verdadeiro para contigo próprio.


A verdadeira amizade deixa marcas positivas que o tempo jamais poderá apagar.


A verdadeira amizade é aquela que não pede nada em troca, a não ser a própria amiga.



A verdadeira generosidade é fazer alguma coisa de bom por alguém


que nunca vai descobrir.


A verdadeira liberdade é poder tudo sobre si.


Algumas pessoas acham-se cultas porque comparam sua ignorância com as dos outros.


Amigo de verdade é aquele que transforma um pequeno momento em um grande instante.


Amigo é a luz que não deixa a vida escurecer.


Amigo é aquele que conhece todos os seus segredos e mesmo assim gosta de você!


Amigo é aquele que nos faz sentir melhor e sobre tudo nos faz sentir amados...


Amigo é aquele que, a cada vez, nos faz entrever


a meta e que percorre conosco um trecho do caminho


Amigos são como flores cada um tem o seu encanto por isso cultive-os.



Amizade é como música: duas cordas afinadas no mesmo tom, vibram juntas...


Amizade, palavra que designa vários sentimentos, que não pode ser trocada por meras coisas materiais... Deve ser guardada e conservada no coração!!!


As pessoas entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.


Celebrar a vida é somar amigos, experiências e conquistas,


dando-lhes sempre algum significado.


Diante de um obstáculo não cruzes os braços, pois o maior


homem do mundo morreu de braços abertos.


Elogie os amigos em público, critique em particular.


Errar é humano, perdoar é divino.



Evitar a felicidade com medo que ela acabe; é o melhor meio de ser infeliz.


Faça amizade com a bondade das pessoas, nunca com seus bens!


Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente.






Érico Veríssimo


Muito obrigada por sua amizade...

Texto nos enviado pela amiga Michelle Desirre.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

A Reencarnação Dissolveria os laços de Familia??








Dr. Ricardo Di Bernardi
Segundo aqueles que nos exercitam o raciocínio, e às vezes a paciência, questionando a cerca da lógica da doutrina reencarnacionista, eis mais uma interrogação a que nos submetem com relativa freqüência:


Se admitirmos a continuidade da vida além do mundo físico, fatalmente nos encontraremos após a morte com nossos parentes. Considerando a pluralidade das existências, teremos a esdrúxula situação de depararmos no mundo espiritual com a presença de dezenas de esposas, mães, pais e centenas de filhos. Em última análise, perder-se-ia o sentido de família.


Sosseguem os preocupados e não se entusiasmem os polígamos, tal fato não ocorre.
Inicialmente, cumpre chamar a atenção para o fato das ligações de caráter reprodutivo serem adequadas ao nosso mundo físico onde a máxima “crescei e multiplicai-vos” depende fundamentalmente da diferenciação de sexos e do intercâmbio sexual entre as criaturas encarnadas. A conceituação de família a nível espiritual é diferente, mesmo porque os espíritos não baseiam suas afeições em moldes e necessidades idênticas às terrestres.


O infundado temor de que a parentela aumente indefinidamente, em virtude dos renascimentos sucessivos, tem também um fundo egoístico inconsciente. Demonstra naquele que sente, insuficiência de amor amplo para conter um número elevado de pessoas. Quem tem oportunidade de educar muitos filhos, não os ama menos pelo fato de serem em maior número, ao contrário cada vez desenvolve mais o amor.


No mundo espiritual temos notícia que a vivência acontece por similaridade de nível evolutivo. Não estaremos próximos daqueles que não sintonizarem com nossa faixa vibratória sejam parentes ou não. Se os diferentes gostos e preferências até aqui no planeta terra afastam as criaturas, o mesmo ocorre no plano extrafísico, e com muito maior intensidade.


O rótulo do parentesco nada significa quando não há semelhança energética. Há espíritos que, embora tenham sido parentes na vida física, situam-se em planos muito diversos (portanto distantes) de seus parentes, em função de sua natureza íntima lhes ser completamente distinta da parentela física.


Façamos uma comparação entre a tese reencarnacionista e a doutrina anti-reencarnacionista, no sentido da valorização da família. As ligações familiares não sofrem destruição alguma com a reencarnação, como nossos inquisidores supõem. Ao contrário, observaremos, pelo raciocínio a seguir, que as mesmas se tornam mais autênticas e duradouras.
No mundo extrafísico, os espíritos constituem famílias interligadas pelo amor e pela simpatia. Felizes por se acharem juntos, eles se buscam uns aos outros. A encarnação apenas temporariamente os afasta do convívio de seus entes queridos, uma vez que ao retornarem à pátria espiritual, novamente se associam tal qual parentes que voltam de uma viagem.
Freqüentemente reencarnam no mesmo seio familiar auxiliando-se mutuamente. Aqueles que permanecem no plano espiritual, continuam a manter sua união pelo vínculo do pensamento de amparo e afeição. Vida após vida, os laços afetivos ficam mais estreitos pois se reencontram ora no mundo físico ora no plano espiritual, burilando cada vez mais a qualidade do vínculo que os une.
Parentes que, aqui na Terra realmente se estimam, atestam, inclusive, ligações pretéritas que os agruparam novamente na vida atual. Comum é escutar a referência popular sobre pessoas que “parecem não ser da família” tão expressiva a diversidade ética ou de caráter que demonstram com relações aos demais membros do mesmo núcleo familiar.


Na realidade, muitos que convivem sob o mesmo teto o fazem para a superação de incompatibilidades sérias e necessitam perdão mútuo. A presença de espíritos antipáticos no núcleo familiar tem por objetivo o progresso de todos os envolvidos. Não eram parentes espiritualmente falando, mas poderão vir a ser ao desenvolverem entre si laços de amor genuíno.
Segundo os conceitos tradicionais da vida única, a sorte pós-túmulo dos membros da família, estaria definitivamente selada com o desenlace físico. O sofrimento eterno ou as bem-aventuranças permaneceriam asseguradas em função das atitudes comportamentais durante a vida.
Desta forma, a doutrina não-reencarnacionista separa definitivamente pais e filhos, maridos e esposas que permanecem “condenados” ou sem esperanças de se reverem. A idéia de uma vida só ou unicidade da existência levaria a destruição total dos laços de família.
A filosofia reencarnacionista oferece uma visão menos sombria informando que todos os que se amam voltam a se reencontrar e sobretudo, conforme foi dito, “nenhuma das ovelhas se perderá”. Não há almas condenadas eternamente.


As reencarnações nos ensejam a certeza não só do reencontro dos afetos, mas a segurança de que a felicidade futura será o destino de todas as criaturas. Há solidificação e a ampliação dos laços do amor.




AMOR SEM CORRENTES. O amor deve ser espontâneo. Não pode ser motivo de brigas e exigências descabidas.


Em seu livro O profeta, Kalil Gibran fala do matrimônio com grande sabedoria.
Vamos comentar algumas frases a fim de retirar delas ensinamentos úteis.
Referindo-se ao casal, diz Gibran: Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão.
Desconhecendo ou ignorando esta importante orientação, muitos casais transformam o amor em verdadeiras cadeias para ambas as partes.
O amor deve ser espontâneo. Não pode ser motivo de brigas e exigências descabidas.
O amor compreende. Não deve se constituir em grilhões que prendem e infelicitam.
Por vezes, em nome do amor, nós queremos que nosso companheiro ou companheira faça somente o que desejamos.
Só corta o cabelo quando permitimos. Só pode usar as roupas que aprovamos. Só sai se for em nossa companhia e não pode violar as regras estabelecidas pelo nosso egoísmo, para evitar brigas.
Isso não é amor, é prisão.
Amar sem escravizar, eis o grande desafio.


E o profeta aconselha:
Dai de vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço.


Isto significa dizer que devemos compartilhar, ser gentil, dar do nosso pedaço, mas sem exigir nada em troca.


É comum depois da gentileza vir a cobrança. Fazemos um favor e esperamos logo alguma recompensa. Pretendemos tirar alguma vantagem.
Dividir o pão, sim, mas não comer do mesmo pedaço. Isso quer dizer deixar ao outro o direito que lhe cabe do pedaço.


E Gibran continua: Cantai e dançai juntos, e sede alegres, mas deixai cada um de vós estar sozinho.


É importante compartilhar, mas saber respeitar a individualidade um do outro, sem invadir a intimidade da pessoa amada.
Há pessoas que, se pudessem, controlariam até mesmo o pensamento do seu par, a ponto de torná-lo a sua própria sombra.
Isso não é amor, é extremado desejo de posse.


Mais uma vez Kalil Gibran aconselha: Vivei juntos, mas não vos aconchegueis em demasia, pois as colunas do templo erguem-se separadamente, e o carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro.


Grande ensinamento podemos retirar daí, pois a comparação é perfeita.


Viver juntos, mas cada um respeitar o espaço do outro.
O lar é um templo que deve ser sustentado por duas colunas: cada uma na sua posição para que realmente haja apoio.
Se as colunas se aconchegam em demasia, o templo pode desabar. Por isso o profeta recomenda: Vivei juntos mas não vos aconchegueis em demasia.
O amor tem por objetivo a união e não a fusão dos seres. Não se pode querer viver a vida do outro, controlar os gostos e até mesmo os desgostos da pessoa com quem nos casamos.
É preciso que cada um cresça e permita o crescimento do outro, sem fazer sombra um para o outro.
Se os casais observassem esses pequenos mas eficientes conselhos, certamente teriam uma convivência mais harmônica e mais agradável.






Reflexão:
O verdadeiro amor é aquele que compreende, perdoa, renuncia.
Em nome do amor devemos estender a mão para oferecer apoio e não para acorrentar.
Quem ama propicia segurança, confiança e afeto.
Lembre-se de que a pessoa com quem você convive não lhe pertence. É uma alma em busca do próprio aperfeiçoamento, tanto quanto você.
Lembre-se também que beijos e abraços só têm valor se não forem cobrados.
E, por fim, guarde a recomendação:

Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão.


                                MEspirita

domingo, 25 de setembro de 2011

A HONRA DE SERVIR(*)





Nestes dias gloriosos, assinalados por tremendos conflitos no âmago da criatura humana; nesta hora em que todos somos convocados à solidariedade cristã, deveremos descruzar os braços para utilizar as armas do amor, construindo um mundo melhor de paz e de caridade pelo qual todos anelamos.

Ouvistes, durante estes dias, as vozes espirituais que desceram sobre vós outros, como no Pentecostes recuado...

Médiuns expositores, lavradores da seara de Jesus, apresentaram-se aqui para falar da era nova da imortalidade.

Acompanhastes as suas mensagens com sorrisos e com emoções!
Aplaudistes o verbo inflamado dos oradores, dos expositores, dos que desenvolveram os seminários.

Anotastes na mente e no coração os conteúdos profundos em torno da imortalidade.

Encontrai-vos ricos de informações...
...E agora, quando vos preparais para retornar ao dia-a-dia, ao labor de toda hora, aplicai, aplicai as lições profundas de sabedoria, de misericórdia e de amor.

Sois os embaixadores da Era Nova! 
Jesus elegeu aqueles setenta da Galiléia e os mandou dois a dois, para que divulgassem o reino.

Agora vos conclama a todos vós, para que proclameis o reino da concórdia, a era da misericórdia, o momento da construção do mundo novo.
Não tergiverseis, não vos permitais a sintonia com a onda avassaladora que toma conta da Terra nesta transição de loucura.
Por certo, as aflições tendem a piorar e o homem moderno, rico de tecnologia e pobre de amor, sentirá falta das questões simples, da amizade pulcra, da bondade fraternal, do sorriso espontâneo, e terá que fazer a viagem de volta, infelizmente, através das lágrimas.
Evitai, portanto, que isso aconteça, e semeai a esperança, a alegria de viver, a irrestrita confiança em Deus que nos orienta através de Jesus, que prossegue conosco até o fim.

Ele disse que nunca nos deixaria órfãos.

Os Seus embaixadores estão entre nós, conosco, e auxiliam-nos na grande arrancada para o mundo de regeneração.

Filhos e filhos e filhos, filhas e filhas e filhas da alma: amai, não vos importe a ausência da resposta do amor por enquanto.

Disputai a honra de amar.
Sede vós aqueles que semeiam os formosos dias do porvir, exultando pela honra de haverdes sidos convidados à hora última para a seara do bem.
Em nome dos Espíritos-espíritas que aqui têm estado durante esta Semana e dos Benfeitores que a todos nos ajudam, suplicamos a Deus e a Jesus que nos abençoem, que nos dêem a Sua paz.
São os votos do servidor humílimo e paternal.






Bezerra.




(*) Revisada e corrigida pelo autor espiritual.



Nota do médium.



Mensagem psicofônica ditada pelo Espírito Adolfo Bezerra de Menezes, por intermédio do médium Divaldo Pereira Franco, no momento do encerramento da sua conferência de clausura da 58ª. Semana Espírita de Vitória da Conquista, no dia 11 de setembro de 2011.


Sabedoria materna





Todos temos mãe. Presente, ausente, bonita ou nem tanto, culta ou analfabeta sempre existe mãe, na vida de cada pessoa.


É com essa criatura especial que aprendemos lições que nos acompanham vida afora.


Quando crianças, de um modo geral, consideramos que mãe é aquela pessoa que sabe ser estraga-prazeres muito além da medida.


É aquela que nos chama para fazer o dever de casa justo na hora em que a brincadeira estava no auge. Ou quando estávamos prestes a passar para o próximo nível, no game.


É aquela que só sabe nos falar de obrigações: ir à escola, estudar para a prova, recolher a roupa espalhada pelo quarto, limpar a cozinha, varrer a calçada.


Parece que ela tem um computador que somente fica elaborando tarefas e mais tarefas.


Na adolescência, é a constante vigia das nossas saídas, dos telefonemas, do uso da Internet.


E sonhamos com o dia em que possamos nos liberar de tudo isso.


Nem nos apercebemos que para ela corremos, ao menor problema.


Quando pequenos, qualquer machucado nos faz gritar: Mãe!


Quando uma criança maior nos ameaça bater, corremos na busca de refúgio entre seus braços.


E quando as primeiras desilusões amorosas nos fazem acreditar que nunca seremos felizes é no regaço dela que encontramos um coração amoroso a nos dizer: Espera, amanhã é novo dia. Espera: o amor chegará e te fará feliz.


Quando chegamos à idade adulta, nos damos conta do extraordinário ser que é a mãe.


E, quando temos nossos próprios filhos, repetimos muitas das lições recebidas dela.


Finalmente, quando a maturidade vai salpicando de prata e neve os nossos cabelos, a memória nos recorda como era sábia nossa mãe.


O compositor brasileiro Tom Jobim, recordando sua mãe, dizia que ela era uma pessoa sempre de bem com a vida e, por vezes, engraçada.


Contava que, certa vez, transitava de bonde pelo Rio de Janeiro, com sua mãe. Sentado, começou a mexer com os pés até que, de repente um dos sapatos soltou-se e caiu.


Ele se levantou e ficou olhando o calçado parado, no meio da rua, enquanto o bonde continuava a se distanciar sempre mais.


Vendo seu desassossego, a mãe lhe perguntou: O que aconteceu?


Quando informou o que ocorrera, ela se abaixou, tirou o sapato que ainda estava no pé do filho e o lançou para fora.


Mãe, por que fez isso?


Ora, meu filho, quem encontrar um, encontrará o outro e poderá usar.


* * *


Sabedoria das mães. Que nós, filhos, a saibamos aproveitar.


Aprender com elas a amar, disciplinar e, em verdadeiro holocausto, renunciar aos filhos para os doar ao mundo.


Que as saibamos honrar com nossa presença e nossa gratidão, enquanto conosco.


E que não as esqueçamos, nos dias da saudade que virão, após sua partida. Que haja preces subindo aos céus pela joia preciosa que nos deu a vida física, nos amou, educou, ensinando-nos a andar com os próprios pés e desejar alcançar as estrelas.

 MEspirita

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Consciência de sua Missao


Frequentemente eu me pergunto, o que cada um de nós está fazendo  nesse planeta?


Se sua vida for somente tentar aproveitar o máximo possível as horas e os minutos, esse filme é bobo.


Tenho certeza que existe um sentido maior, para tudo o que vivemos.


Para mim, nossa vinda ao planeta TERRA tem basicamente dois motivos:


Evoluir espiritualmente, e aprender a amar melhor.


Todos os nossos bens na verdade, não são nossos!


Somos apenas as nossas almas e devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá, para aprimorarmos como pessoa.


Que os fracassos são os melhores professores e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão  para continuar em frente..


As nossas ações, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós, pessoas melhores.
A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos, para continuar o caminho, é que nos torna pessoas especiais.


Ninguém veio a essa vida, com a missão de ganhar dinheiro


e comer do bom e do melhor.
Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida, mas não pode ser a razão de sua vida.


Tenho certeza de que pessoas como Martin Luther king, Mahatma Gandi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho e tantos outros anônimos, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivados pela idéia de ganhar dinheiro.
O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente e não desistir nunca?


A resposta é uma só:


A consciência de sua missão nessa vida.


Quando você tem a consciência que através de seu trabalho, você está realizando sua missão, você desenvolve uma força extra, capaz de levantá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta.


Infelizmente, muita gente se perde nessa viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida.
E quando chega ao final do caminho, percebe que só vai poder levar daqui, o bem que se faz as pessoas.


Se você tem estado angustiado sem motivo aparente, está aí um aviso para parar e refletir sobre seu estilo de vida.


Escute sua alma, ela tem a orientação sobre qual caminho seguir.


Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores e harmonia e na glória do bem.


Roberto Shinyashiki