visitantes desde Abril 2011

free counters

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Enfrentando uma Grande Perda. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido. As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga);apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.


Muitas situações na vida nos trazem a sensação de um mal irreparável. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido.

As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.


O tempo requerido para o "luto" (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.






A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.


Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.






Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se "por que eu?", "por que ele (ou ela)?" ou "por que comigo (ou conosco)?". A seguir a tendência é retraírem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, de aceitar aquilo que não pode ser mudado. (E. Kubler-Ross).






Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, irá ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar a fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.






Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil:


1 - Fale sobre sua perda e sua dor


Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.






2 - Enfrente o sentimento de culpa


Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.






3 - Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta


Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.






4 - Idealização


Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.






5 - Não se isole


Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola, renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.






6 - Mudança de valores


Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.






7 - "Nunca mais serei o mesmo"...


É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.






8 - Evite decisões importantes ou grandes mudanças


O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.






9 - Reserve períodos e local para lembranças


Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados. Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua. Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.






10 - Prevendo dias e datas difíceis


É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.






11 - A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior


Desde a antigüidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo, com culturas e religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou "Algo Superior". Isto é quase que uma intuição que trazemos desde o nascimento. Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não sejamos religiosos, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a separação é temporária, não definitiva.






12 - Culpa por sentir-se bem


É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido. Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranqüilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.






13 - Reajuste-se à vida e ao trabalho


Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.






14 - Liberte-se de expectativas irreais


Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado pois existem leis universais, que "nada acontece por acaso" e tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.






15 - Integrando a perda


As pessoas não "têm" que ser "vítimas", qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado. É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento ("Por que isso aconteceu comigo"?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro: "Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?". Geralmente quando chegamos na fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano.






16 - Pesar excessivamente longo


Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.






17 - Procure ajuda profissional, se necessário


A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.






No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda. Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao "outro eu" e à outra vida que vão emergir.


Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa, e quando.



Maria José Gomes da Silva Nery, Psicóloga Clínica - Campinas (SP)
E-mail: majonery@yahoo.com.br



quinta-feira, 21 de junho de 2012

Alma de Artista


Deus te abençoe, alma querida e bela,

Na arte a que te dás por luz constantemente acesa
Para exaltar cultura e sentimento,
Aprimorando a Natureza.


Deus te engrandeça no ideal sublime
De usar gesto e palavra, rima e cor,
Ritmo e som, beleza e movimento,
Promovendo na Terra a construção do amor.


Deus te guie nas horas ensombradas,
Quando tudo pareça luta e prova,
Fazendo-se sentir que o sofrimento
É uma força do Céu que nos guarda e renova.


Quando a tristeza venha anuviar-te os dias,
Pensa que Deus criou, em toda parte,
A fim de iluminar os processos da vida,
As interpretações e as maravilhas da arte.


Ninhos e fontes cantam melodias,
Sem que possas medi-las ou entendê-las,
Fita a decoração dos montes e dos vales,
Brilham jóias no chão, no céu bailam estrelas.


O firmamento é um palco em dimensões enormes,
Onde o arco-íris é uma prece em cores
E, marginalizando a estrada em que transitas,
O vento rege a dança mística das flores.


Alma querida, nunca desfaleças,
Por maior tua dor, alteia-te e mantém
A vocação de amar e de servir,
Na divina extensão da seara do bem.


Nas mais altas visões em que caminhas,
Que o teu sonho se eleve e amplamente ressoe!...
Alma de artista, gênio, luz, trabalho,
Deus te inspire e abençoe.

Psicografia de Chico Xavier / pelo espírito Maria Dolores

terça-feira, 19 de junho de 2012

O Filme Os Exilados da Capela. ( Resumo)

Os Exilados da Capela



Postado em: Exercitando a Espiritualidade, Livros.
Eis o astro benigno,
O luminoso mundo…
O paraíso dos nossos sonhos,
Que perdemos, talvez, para sempre…
Edgard Armond
Onde fica e como era Capela?Fica a 45 anos luz da Terra, foi o nome dado na Terra a uma estrela que pertence a Constelação do Cocheiro, é uma estrela inúmeras vezes maior que o Sol. A sua densidade é tão fluídica que pode ser facilmente confundida com o ar que respiramos. Sua cor amarela, mostra que é um Sol na sua juventude e por ser um Sol, é habitada por seres bastante evoluídos!


Como a Terra foi criada?
Isso remete ao conceito do Pensamento e Verbo expressos na Biblia: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez.”, quer dizer: O pensamento Divino precisa de intermediários individualizados para plasmar o poder criador e dar formas as manifestações individuais de vida, através do Verbo. Quando o Pensamento Divino é manifestado pelo Verbo ele plasma na matéria fundamental, portanto sem o verbo não há criação. Para criação da Terra o Verbo foi e é o Cristo Planetário, a partir dele é que a Terra foi Criada.


Qual o contexto dos Exílios Planetários e a evolução na Terra?
Podemos dividir o processo evolutivo na terra em 3 Ciclos:
1.Ciclo: Fase pré-história, quando os Arquitetos Siderais concluiram os estudos e experimentos para fazer a migração do mundo animal para os Seres Humanos. A partir daí com a chegada dos Exilados de Capela (Raça Adâmica) e a corrupção moral que se instalou na civilização Atlante, onde tiveram os cataclismas que exterminaram essa civilização.


2.Ciclo: Fase que conta com os sobreviventes desses cataclismas e termina com a vindo do Messias, o maior médium do Cristo Planetário que por aqui passou – Jesus.


3.Ciclo: Começa com o ato de Sacrifício do Divino Mestre e termina com o Exílio Planetário que os habitantes da Terra terão que passar, caso não se ajustem aos padrões morais que guiarão a civilização terrestre no 3o. Milênio – Era de Aquário.


Como foi a decisão de fazer o Exílio dos Capelinos na Terra?
Próprio Emmanuel explica, no livro A Caminho da Luz de Chico Xavier: “Há muitos milênios, um dos orbes do Cocheiro, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos…


Alguns milhões de espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e de virtudes… E, após outras considerações, acrescenta:


- As Grandes Comunidades Espirituais, diretoras do Cosmo deliberaram então, localizar aquelas entidades pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua.


A permuta de populações entre orbes afins de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, sucedendo sempre a expurgos de caráter seletivo; como também é fenômeno que se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes mundos.Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que, como já foi dito, deviam dali ser expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe.






Como foi o processo de migração dos habitantes de Capela para a Terra?


Os milhares de espíritos, que seriam exilados foram notificados do seu novo destino.


Reunidos no plano etéreo daquele orbe, foram postos na presença do Divino Mestre para receberem o estímulo da esperança e a palavra da Promessa, que lhes serviriam de consolação e de amparo nas trevas dos sofrimentos físicos e morais, que lhes estavam reservados por séculos.
Emmanuel, descreve a cena da seguinte forma:
- Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes. Com a sua palavra sábia e compassiva exortou aquelas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmos. Mostrou-lhes os campos de lutas que se desdobravam na Terra, envolvendo-os no halo bendito de sua misericórdia e de sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.


- Aqueles seres desolados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degregados na face obscura do planeta terrestre, andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura, reincarnar-se-iam no seio das raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz de Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.


- E assim a decisão irrevogável se cumpriu e os exilados, fechados seus olhos para os esplendores da vida feliz no seu mundo, foram arrojados na queda tormentosa, para de novo somente abri-los nas sombras escuras, de sofrimento e de morte, do novo “habitat” planetário. Foram as coortes de Lúcifer que, avassaladas pelo orgulho e pela maldade, se precipitaram dos céus à terra, que daí por diante passou a serlhes a morada purgatorial por tempo indefinido.


- E após a queda, conduzidos por entidades amorosas, auxiliares do Divino Pastor, foram os degredados reunidos no etéreo terrestre e agasalhados em uma colônia espiritual, acima da crosta, onde, durante algum tempo, permaneceriam em trabalhos de preparação e de adaptação para a futura vida a iniciar-se no novo ambiente planetário
Fontes
Livro Os Exilados da Capela – Autor Edgard Armond
Comentário Mônica


Este texto é um resumo do livro Os Exilados da Capela do Autor Edgard Armond, gostaria de ter postado todo livro, porém por causa de direitos autorais eu não o fiz. Mas fica a dica de uma grande obra, onde tem-se muito aprender sobre Nossos Amigos das Estrelas.






domingo, 10 de junho de 2012

Alguém Contigo



Nunca estarás a sós…
Ante a névoa das lágrimas, quando a incompreensão de outrem te agite os sentimentos, lembra-te de alguém que sempre te oferece entendimento e conforto.
Ante a deserção de pessoas queridas, quando mais necessitavas de presença e segurança, pensa nesse benfeitor oculto que jamais te abandona.
Ante as ameaças do desânimo, nos obstáculos para a concretização de tuas esperanças mais belas, considera o amparo desse amigo certo que, em tempo algum, te recusa bom-ânimo.
Ante a queda iminente na irritação, capaz de induzir-te à delinqüência, refugia-te no clima desse doador de serenidade que te guarda o coração nas bênçãos da paz.
Ante as sugestões do desequilíbrio emotivo, suscetíveis de te impulsionarem a esquecer encargos que assumiste, reflete no mentor abnegado que jamais te nega defesa, para que usufruas a tranqüilidade de consciência.
Ante prejuízos, muitas vezes causados por amigos aos quais empenhaste generosidade e confiança, medita nesse protetor magnânimo que nunca te desampara e que promove, em teu favor, sempre que necessário, os recursos precisos á recuperação de que careças.
Ante acusações daqueles que se te fazem adversários gratuitos, amargurando-te os dias, eleva-te em pensamento ao instrutor infatigável que sempre te convida à tolerância e ao perdão.
Ante as crises da existência que te sugiram revolta e desespero, recorda o mestre da paciência que te resguarda constantemente na certeza de que não há problema sem solução para quem trabalha e serve para o bem sem perder a esperança.
Ante os desgostos e contratempos que te sejam impostos pelos entes amados, não te emaranhes no cipoal das afeições possessivas, refletindo no companheiro que te ama desinteressadamente muito antes que te decidisses a conhecê-lo.
E quando perguntares quem será esse alguém que nunca te desampara e que te garante a vida, em nome de Deus, deixa que os teus ouvidos se recolham aos recessos da própria alma e escutarás o coração a dizer-te na intimidade da consciência que esse alguém é Jesus.

Emmanuel
Do Livro “Algo Mais”
Médium: Francisco Cândido Xavier

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Coisas do AMOR



Precisamos entender
Que amor não pode ser confundido com apego
E muito menos com sexo
Quem ama não prende
Liberta
... Quem ama não julga
Compreende
Que o amor não é somente físico
É espiritual na sua essência
Que o amor é luz
Transcende mundos
Transcende vidas
Transcende planos
É uma criação divina
Que o amor não requer presença
Aquele que aprende amar
Quer a felicidade do outro
Que mesmo distante torce pela felicidade alhei
O amor não exige exclusividade
Exige isso sim confiança
O amor não exige retribuição
E nem precisamos explicar sua existência
Existe porque existe
E isso basta
O amor não tem limites
Nem físico e nem temporal
E pode ser distribuído a tantos quantos forem aqueles que encontramos
E quanto mais o vivenciamos mais ele cresce
É um erro pensarmos que só podemos amar uma única pessoa
Pois ha diversas formas de amor
Amor de mãe
Amor de pai
Amor de filho(a)
Amor de irmão(ã)
Amor de amigo(a)
Amor do amor
E o mais difícil deles é amar ao inimigo
Mas ame e ame como JESUS
Este amor, esta essência
deve ser vivenciados por todos
Para sempre.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Crianças de hoje, profissionais de amanhã. Crianças manhosas e hiperativas: saiba que tipo de profissional elas poderão ser. Se estas características não forem corrigidas pelos adultos responsáveis poderão refletir negativamente na carreira.. e no futuro de sua vida adulta.



Birra, manha, insegurança e agitação são comuns a muita crianças. Mas se não forem “corrigidas” pelos pais ou por adultos responsáveis no tempo adequado, poderão refletir inclusive na vida profissional. “Tudo isso é comum em uma criança, mas tem um limite. É uma fase. Se não for tratada da maneira correta, será levado para a adolescência e para a vida adulta”, é o que explica a psicóloga e psicoterapeuta, Clarice Barbosa.

Ela explica que estas características afetam principalmente o comportamento dos profissionais, o que nos dias de hoje, é um dos fatores determinantes para o crescimento e desenvolvimento da carreira.


Crianças de hoje, profissionais de amanhã
Pensando nisso, a especialista analisou três tipos de características facilmente encontradas nas crianças. Confira abaixo:


Mimada e birrenta: este tipo de criança não tem noção de limite. Se isso não for corrigido durante a infância, esta pessoa pode ser tornar um profissional que não consegue seguir regras. Ou seja, não conseguirá se adaptar as normas do mundo corporativo e será mal visto tanto pelas empresas, como pelo chefe e pelos colegas. A especialista acrescenta ainda que estes profissionais podem não conseguir lidar com frustrações e não aprender a lidar com seus erros. “A pessoa pode ser competente em relação ao desenvolvimento intelectual, mas no nível emocional será um fracasso”.


Insegura: este tipo de criança tem muita dependência emocional em relação aos pais. Com o passar dos anos, ela passa a acreditar que é incapaz de realizar o que deseja. É um profissional que sempre dúvida da sua capacidade, “que nunca se valoriza”. Além disso, este profissional pode não ter capacidade de liderar, por isso dificilmente ocupará cargos mais altos. “Ela depende do aval dos outros, ela espera um reconhecimento e tem autoestima baixa”.

Hiperativa: esta pessoa tem dificuldade extrema de concentração, são muito agitadas e inquietas. Os primeiros sinais de uma pessoa hiperativa é percebida ainda na fase escolar. Vale destacar que a hiperatividade é uma dos sinais do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade e deve ser diagnosticada por um especialista. Se não for tratada, o profissional continuará com dificuldade de se concentrar, o que pode ser muito prejudicial de acordo com o trabalho desenvolvido. Ele também terá dificuldade de cumprir prazos.



Os 7 erros mais comuns de um profissional mal sucedido. Veja o que você não deve fazer jamais para se dar bem na carreira




Imagem: Thinkstock  Marcos Morita Administradores.

Vejamos então, sete dicas do que não fazer para se dar bem.



Cuidar somente do próprio quintal: duvido quem nunca tenha escutado a célebre frase: "isto não é minha responsabilidade". Apesar dos colegas que abusam da boa vontade dos bem intencionados, dispará-la ao primeiro questionamento não é a melhor atitude. Avalie e veja realmente se o problema não é de sua alçada, assim poderá colaborar.







Ter medo de errar: compartilho a frase que ouvi de diversos gestores: "prefiro os que erram por fazer aos que não fazem por medo de errar". O erro, dentro de padrões aceitáveis, demonstra a próatividade do colaborador. O gestor competente deve aproveitá-lo para apontar, corrigir a rota e sugerir melhorias. Isto não justifica persistir no erro, lembre-se.







Não querer se molhar: imagine a situação: fechamento mensal de vendas em uma distribuidora numa sexta-feira, quase final do expediente. O frenesi toma conta de todos, cujo objetivo é fechar as metas propostas. Agendar uma sessão de acupuntura, ou sair mais cedo para ir à praia, pode demonstrar que prefira ficar alheio. Imagine quem não será lembrado em uma eventual promoção...






Trazer a farinha, não o bolo ou a receita: conheço colaboradores que adoram trazer problemas para a chefia imediata, apresentando-os e cobrando sua resolução. Saliento a estes que já tive diversos funcionários, os quais traziam o bolo pronto ou pelo menos algumas receitas para prepará-lo. Infelizmente já não os tenho em minha equipe, uma vez que invariavelmente progrediram em suas carreiras.






Preferir o meio de campo: apesar da importância em jogar pelo time, trazer resultados individuais certamente fará com que se destaque na equipe. Engana-se que apenas os que trabalham em áreas de negócio ou em altas funções podem fazer a diferença. Grandes sacadas surgem na linha de frente, a qual convive e vive os problemas dos clientes no dia a dia. Tenha ideias, sugira, implemente e divulgue-as.






Não ser político: apesar das notícias podres do Planalto, algo pode ser aprendido com os nobres deputados e senadores. Alianças e coligações devem fazer parte do seu dia a dia, independentemente do nível ou função. Em situações de estresse e alta demanda, é o bom relacionamento que muitas vezes fará com que seu pedido seja atendido com prioridade por outro colega de trabalho.






Agir e não pensar: não parar de tempos em tempos para avaliar suas atitudes e comportamentos pode ser um erro fatal. O dia a dia opressor do mundo corporativo muitas vezes criam feridas, cujas cicatrizes nos deixam mais intolerantes e menos sensíveis. Pare de vez em quando e converse com seu superior, colegas e subordinados de maneira aberta, solicitando que pontuem sobre suas atitudes e comportamentos.






Apesar da trivialidade das sugestões, há profissionais com currículos irretocáveis que não conseguem construir carreiras consistentes, pulando de empresa em empresa. Conheço por outro lado pessoas simples e com baixa instrução formal, as quais, devido às características mencionadas, tornaram-se essenciais nos locais em que trabalham. Quantas vezes você já não escolheu o restaurante pelo garçom ou a padaria pelo simpático atendente? Pense nisto antes de tomar sua próxima atitude.






quinta-feira, 31 de maio de 2012

Livre-se dos maus hábitos. A ciência descobriu como programar sua rotina. Aprenda a substituir um hábito ruim por um bom . Pesquisadores do Departamento de Ciência do Cérebro e Cognitiva do MIT descobriram que o hábito é um ciclo composto de 3 etapas.



Sílvia Lisboa  reportagem: Fronteira Agência de Jornalismo fotos: Sendi Morais / Revista Galileu


O despertador toca às 7h, mas você sai da cama meia hora depois. Pela terceira vez na semana chegará atrasado ao trabalho. No almoço, o suco natural é de graça, mas você paga por um refrigerante. Ao chegar em casa cansado à noite, passa horas na internet até se dar conta de que são 1h da manhã. No dia seguinte, o despertador irá tocar às 7h novamente e você já sabe o que vai acontecer. A consequência é que o chefe sempre olha torto, o ponteiro da balança só sobe. Você se sente frustrado por saber o quanto esses comportamentos repetitivos atrapalham — mas não consegue mudá-los. Que bom seria se existisse uma fórmula para eliminar os maus hábitos. Pois a ciência aponta que sim. Mais do que subtrair comportamentos ruins, você poderá somar bons. O resultado será uma vida muito melhor.



Nos últimos anos, pesquisas vêm mostrando que o caminho para se livrar de um mau costume não é tentar eliminá-lo, mas trocá-lo por um bom. “Se você consegue diagnosticar seus hábitos, pode transformá-los no que quiser”, diz Charles Duhigg, jornalista americano que compilou os mais importantes estudos sobre o tema em seu recente livro The Power of Habit: Why We Do What We Do in Life and Business (O poder do hábito: por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios, ainda sem edição no Brasil).


Pesquisas mostram que não é verdadeira a máxima de que mudamos pouco ao longo da vida. É possível deixar para trás comportamentos que nos incomodam — como assistir à TV até de madrugada, tomar café demais ou enrolar no trabalho. Basta seguir alguns conselhos cientificamente comprovados.
A FÓRMULA DO HÁBITO
Para reverter um mau costume, primeiro é preciso entendê-lo. Pesquisadores do Departamento de Ciência do Cérebro e Cognitiva do MIT descobriram que o hábito é um ciclo composto de 3 etapas. Primeiro surgem os gatilhos que acionam determinado comportamento; depois, uma rotina se instaura; em seguida, vem a recompensa que motivou a busca.

O padrão foi observado em ratos que foram colocados dentro de uma caixa em forma de T com um chocolate na ponta esquerda. Os roedores ouviam um estalo alto quando a porta de acesso às pontas do T era aberta. O barulho era a pista. Os animais cheiravam a caixa, iam à direita e depois encontravam o chocolate à esquerda. O experimento foi repetido várias vezes. À medida que as cobaias aprendiam onde estava o chocolate, elas ouviam o estalo (gatilho), iam diretamente à esquerda do T (rotina) para comer o doce (recompensa), sem ter dúvidas sobre o caminho. Pronto: estava criado o hábito.


Nós também passamos por esse processo constantemente. Afinal, hábitos são uma estratégia da natureza para nos poupar. Eles funcionam como um atalho do cérebro para executar algumas ações de forma automática, sem pensar. Imagine ter que queimar neurônios em tarefas simples como escovar os dentes, comer, dormir ou amarrar os sapatos. “Hábitos permitem preservar energia para coisas complicadas”, diz Wolfram Schultz, professor de neurociência da Universidade de Cambridge, Inglaterra. A economia não é pouca. Cerca de 45% de nossas ações diárias são automáticas. Elas estão entranhadas em nossos neurônios.
A história de um americano de meia idade ilustra bem isso. Após sofrer uma encefalite viral, que prejudicou sua capacidade de reter informações básicas, como a própria idade, Eugene Pauly continuou seguindo sua rotina. Mesmo incapaz de dizer onde ficava a cozinha de casa, se dirigia ao local quando sentia fome. Ele não conseguia explicar ao médico por que sabia que na cozinha tinha comida, mas uma parte do seu cérebro não afetada pelo vírus havia guardado aquela informação e o levava automaticamente para lá. Pauly ainda podia prestar atenção nos gatilhos — seu estômago roncando — e tinha a rotina de se dirigir à cozinha para conseguir a recompensa de se alimentar. Ou seja, ele ainda podia seguir o ciclo do hábito.
O estudo do caso levou o pesquisador Larry Squire, da Universidade da Califórnia, a descobrir que existe uma área cerebral responsável por armazenar hábitos: o núcleo da base, região próxima à nuca e mais antiga do cérebro do ponto de vista evolutivo. É lá que guardamos os aprendizados por repetição. Quando você liga o carro, por exemplo, esta região aciona automaticamente os ensinamentos que você teve na auto-escola e você sai dirigindo, com o resto dos neurônios praticamente adormecidos.
O problema é que, ao mesmo tempo em que nosso cérebro segue a lei do mínimo esforço, ele busca prazer a todo custo. E hábitos trazem recompensas, daí o risco de serem desenvolvidos em excesso — e de automatizarmos comportamentos que nos prejudicam.
A solução é entrar no jogo e seguir o ciclo do hábito, mas a nosso favor. Precisamos, então, criar gatilhos, rotinas e recompensas que só nos façam bem. “Para o cérebro, não faz diferença de onde veio a gratificação, se da comida ou da prática de esportes. Ele só quer sua injeção de dopamina”, afirma o psiquiatra Paulo Knapp, autor do livro Terapia Cognitivo-Comportamental na Prática Psiquiátrica, abordagem terapêutica focada em mudança de comportamentos e crenças.
Já que nossa cabeça não está interessada em saber a origem do prazer que move um hábito, ela pode ser treinada para automatizar apenas os bons. Aí sim começa a verdadeira mudança.



SOMAR PARA SUBTRAIR



Depois de levar indiretas da esposa sobre sua recém-adquirida barriguinha, Charles Duhigg, que trabalha no New York Times, decidiu parar de comer rosquinhas com gotas de chocolate no café da tarde todo dia. O desafio estava lançado e, para alcançá-lo, Duhigg fez um verdadeiro diagnóstico de sua rotina: passou a anotar o horário em que sentia vontade de comer os biscoitos, o que fazia logo antes e depois. Observou que, sempre por volta das 15h, quando se entediava com o trabalho, deixava sua mesa e ia até a lanchonete do jornal saborear os biscoitos, enquanto batia papo com os amigos.

Mas Duhigg decidiu quebrar o ciclo. Ele passou a testar várias hipóteses de substituição dos biscoitos quando o gatilho fosse disparado. No primeiro dia, quando o relógio apontou 15h, levantou e deu uma volta na quadra. No segundo, voltou à cafeteria, mas comprou outro doce. No terceiro, foi até lá de novo, mas não comeu nada, apenas bateu papo com os amigos. “Estava tentando descobrir a gratificação de que eu realmente necessitava.”
Duhigg percebeu que o hábito não tinha nada a ver com os cookies, mas com a vontade de socializar. “Agora, às 15h, eu levanto, bato papo com um amigo por 10 minutos e volto para a mesa”, diz. A nova rotina levou embora cerca de 5,5 kg, bem mais do que os 3,5 kg que ele havia adquirido. O jornalista usou o mesmo gatilho (tédio às 15h) para chegar à recompensa (prazer de estar com os amigos), porém com uma rotina diferente: levantar para conversar, não para ir comer.
Moral da história: identificar as 3 etapas de um hábito ruim é o primeiro passo para mudá-lo. “Esse simples exercício ajuda as pessoas a entender determinados comportamentos e encontrar formas de resolvê-lo”, diz o professor de psicologia da Universidade de Virgínia, nos EUA, Timothy Wilson, autor de Redirect: The Surprising New Science of Psychological Change (Redirecione: a surpreendente ciência da mudança psicológica, ainda sem edição no Brasil), lançado em setembro de 2011. Conhecer todas as fases do ciclo é importante para atacarmos a rotina, etapa em que mais temos poder contra os maus hábitos.
Tome como exemplo um experimento feito por um major do exército americano na cidade de Kufa, no Iraque. Após analisar vídeos de brigas em uma praça, ele percebeu que as confusões eram frequentemente precedidas pela aglomeração de gente. Ao longo de horas, as pessoas, assim como os carrinhos de kebab, iam chegando ao local. Até que, em um momento, alguém jogava uma pedra ou uma garrafa e, pronto, estava instalada a confusão.
Percebendo o padrão, o major pediu ao prefeito para proibir a venda de comida na praça. Algum tempo depois, as brigas acabaram. As pessoas continuavam chegando aos poucos ao local no mesmo horário. Às vezes, alguém até gritava um palavrão. Mas logo as pessoas ficavam com fome e, sem ter o que comer, iam embora. Antes das 20h, a praça já estava vazia — e em paz. “Entender hábitos é a coisa mais importante que aprendi no exército”, diz o major. Se funciona até em situações de conflito, imagine na guerra contra os brigadeiros ou o despertador. Até mesmo quem tem uma lista de maus hábitos tem chance de vencê-los, desde que saiba escolher o alvo certo.

O X DA QUESTÃO

Um estudo ainda em curso financiado pelo governo dos EUA vem mostrando que não importa o tipo de hábito que você quer abandonar: excesso de café, atrasos na aula ou perda de tempo na internet. Todos podem ser substituídos por outros melhores, desde que você concentre esforços em apenas um deles. “O hábito nunca vem sozinho. É um pacote. Precisamos saber qual é o hábito-mestre para desmontá-lo”, diz a bióloga e geneticista da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, Ivana da Cruz.
No estudo americano, neurologistas, psicólogos, geneticistas e um sociólogo pesquisam há 3 anos a rotina, o cérebro e até as sequências de DNA de 24 voluntários que conseguiram mudar hábitos difíceis em um prazo curto. A ideia é descobrir o que exatamente leva as pessoas a abandonarem comportamentos prejudiciais — e o que ocorre no cérebro ao se livrar deles. Uma das participantes da pesquisa, a americana Lisa Allen, elegeu o cigarro como seu hábito-mestre a ser atacado e tornou-se o caso mais emblemático analisado pelos cientistas americanos.
Lisa tinha começado a fumar e beber com 16 anos. Aos 20, suas dívidas bateram a casa dos US$ 10 mil e ela não parava em emprego algum. Perto dos 30, seu casamento ruiu. E Lisa decidiu dar uma guinada na vida. Primeiro, cortou o cigarro, e, num ciclo virtuoso, passou a correr, se alimentar melhor e ter disciplina no trabalho. Após 6 meses, havia emagrecido 27 quilos e tinha as finanças em perfeita ordem.
Durante os experimentos, ao expor Lisa a imagens de seus antigos vícios, como cigarro e comida, os pesquisadores observavam que o sistema de recompensa em seu cérebro era ativado, ou seja, seus neurônios ficavam ávidos pela satisfação proporcionada por aqueles maus comportamentos. Porém, agora, a mesma gratificação também era obtida pela endorfina liberada no corpo de Lisa quando ela sentia o vento bater no rosto durante os treinos de uma maratona. Isso passou a ocorrer porque uma nova área cerebral, responsável pela inibição e a autodisciplina, entrou em ação de modo mais acentuado.
Ao mudar seus comportamentos, Lisa também transformou seu cérebro. Ela o reeducou para se satisfazer com o que lhe fazia bem. Para isso é preciso empenho. Pois, em tese, hábitos não foram feitos para serem mudados.
VONTADE²
No cérebro, os hábitos formam rotas neuronais bem sedimentadas, feitas justamente para não serem alteradas. “Em teoria, o sistema do hábito está imune à razão e emoção, ocorre de forma independente e é resistente à mudança”, diz Claudio Da Cunha, biólogo da Universidade Federal do Paraná (UFPR), líder de uma das pesquisas mais citadas nesse campo.

Um estudo com 1.024 universitários feito na UFSM mostrou como um hábito ruim, comer demais, se torna inconsciente. Primeiro, os pesquisadores fotografaram e pesaram os pratos dos estudantes no Restaurante Universitário. Seis meses depois, enviaram 4 fotos dos pratos por e-mail para 209 voluntários e pediram para que elegessem um deles.
Dentre os 77 que responderam, a maioria com sobrepeso e obesidade escolheu o mesmo prato de meio ano antes. “Isso mostra como o hábito de comer aquela quantidade e tipo de alimento está tão arraigado que a pessoa não tem mais juízo crítico”, diz Da Cruz, líder da pesquisa. “É por essa razão que a maioria dos regimes não dá certo, pois pressupõe mudança de comportamentos inconscientes.” Um hábito é fruto de um aprendizado. E mudá-lo requer outro aprendizado capaz de promover o nascimento de novos neurônios. Para isso, é preciso mais do que querer.
A simples motivação para fazer ginástica diz muito pouco sobre o sucesso do objetivo, mostrou um estudo de Peter Gollwitzer, professor de psicologia da Universidade de Nova York, nos EUA. Ou seja, querer muito entrar em forma não basta para levá-lo à academia. Baseado nessa constatação, Gollwitzer criou um método que ensina o indivíduo a colocar em prática suas intenções de mudança.
Digamos que você quer começar amanhã a malhar. Então, planeje hoje o grande início, deixando fora do armário a roupa de ginástica (que funcionará como gatilho) para você não ter de procurá-la sonolento no dia seguinte. Depois, coloque o despertador para uma hora mais cedo (criando uma rotina). Faça isso 2 ou 3 vezes por semana. Não se force todos os dias para não tornar o objetivo irreal. “As metas têm de ser realistas para funcionar”, diz o neurocientista e presidente do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino do Rio Jorge Moll, que trabalhou com Gollwitzer nos EUA.
Você também pode se premiar quando conseguir levar adiante o plano: faça uma viagem para compensar o esforço, por exemplo. Mas puna-se se não conseguir cumprir tudo no prazo estipulado. Se as recaídas eventualmente ocorrerem, não desista.
Hábitos só se formam com a repetição. São caminhos gravados em nossos neurônios e não adianta querer eliminá-los, pois eles irão voltar. A não ser que você grave novos (e, de preferência, bons) hábitos por cima. Afinal, nosso cérebro prefere essas ações automáticas a pensar.
Então, aproveite-se dessa preguiça da sua cabeça. Com uma dose de disciplina e persistência, você poderá reprogramá-la. Basta identificar os comportamentos que o incomodam e entender o que os dispara. Logo ficará mais simples substituí-los por coisas que só façam bem. Seja trocar os biscoitos gordurosos por uma conversa com os amigos ou assistir a menos séries de TV e ganhar boas noites de sono. Pense no que você quer mudar e seja positivo. Quando a coisa parecer difícil demais, lembre-se: a vantagem é que só precisamos fazer o esforço uma vez para automatizar o bom comportamento para toda a vida.
MANUAL PARA DIAGNOSTICAR SEU MAU HÁBITO E CONVERTÊ-LO EM UM BOM
PASSO 1: IDENTIFIQUE O CICLO:



Pense primeiro na rotina. Neste manual, tomaremos como exemplo comer um brigadeiro toda tarde (mas a lógica serve para qualquer hábito). O que dispara o comportamento: fome? Tédio? Pouco açúcar no sangue? E a recompensa: é o brigadeiro em si? Mudar de ambiente? A distração temporária? Socializar com os amigos? Para facilitar a investigação, sempre que comer o doce, coloque o relógio para despertar em 15 minutos e se pergunte: você continua com vontade de comer brigadeiro? Se sim, seu hábito não deve ser motivado pelo açúcar. Agora, se você preferiu fofocar com os amigos e agora só pensa em comer brigadeiro, seu hábito não é dirigido pelo contato humano. Para entender isso melhor, vá ao passo seguinte.
PASSO 2: TESTE A RECOMPENSA


No primeiro dia, quando tiver vontade de comprar o brigadeiro, dê uma volta no quarteirão. No segundo, vá à lanchonete, mas compre um biscoito e coma em sua mesa. No terceiro, opte por uma maçã e coma-a enquanto bate papo com colegas.No dia seguinte, experimente apenas fofocar um pouco. A ideia é descobrir a recompensa que você de fato procura.
PASSO 3: ISOLE O GATILHO


Quando surgir a vontade de comer brigadeiro, examine: onde você está? Que horas são? Qual seu estado emocional (entediado, alegre, ansioso)? Quem está por perto? O que você tinha acabado de fazer e o que fará na sequência? Faça isso por 3 dias e descobrirá o gatilho de seu hábito, se é um lugar, horário ou pessoa.
PASSO 4: ELABORE UM PLANO


Se o que dispara seu hábito é um local, evite passar por lá. Se é um horário, programe outra coisa para aquele momento (eleja o que mais deu certo no Passo 2). Vale colocar o alarme para o horário e forçar-se à nova atividade. Com o tempo, ela irá se automatizar e você terá adquirido um bom hábito no lugar do ruim.
 
( Agradecemos a amiga Loiva Karnopp pela contribuição).

domingo, 27 de maio de 2012

Atitudes Positivas para o Trabalho.( Profissional e Voluntário) O mundo é movido não só pelos vigorosos empurrões dos seus heróis mas também pelo conjunto dos pequenos empurrões de cada trabalhador honesto



1 – BASEIE SUA LIDERANÇA EM VALORES ÉTICOS – Os verdadeiros líderes se perguntam sempre qual é seu papel no mundo e se estão mobilizados para a verdade, a bondade e a beleza.


2 – ABRA SUA CABEÇA PARA AS NOVAS IDÉIAS – O único meio de fortalecer o intelecto é não ter opinião rígida sobre nada – deixar a mente ser estrada aberta a todos os pensamentos. (John Keats, poeta britânico)

3 – SEJA ORGANIZADO E DISCIPLINADO – Quem a cada manhã planeja as atividades do dia e segue esse plano, usa um fio que vai guiá-lo através de um labirinto de uma vida bastante atarefada. (Vitor Hugo)

4 – MENTALlZE SEMPRE O MELHOR – Sempre que estiver envolvido em algum desafio profissional, mentalize coisas positivas. Imagine seu interlocutor calmo e a conversação transcorrendo em clima amigável.


5 – EQUILIBRE TRABALHO E VIDA PESSOAL – É um erro contar com o trabalho como única fonte de satisfação. Do mesmo modo que os humanos precisam de uma dieta variada para manter a saúde, também precisamos de atividades variadas que nos dêem a sensação de prazer e a satisfação. (Dalai Lama)


6 – MUDE SUA ROTINA – Quando se sentir desgastado pelas tarefas rotineiras, é hora de descobrir como incorporar algum tipo de inovação em seu trabalho. Pesquise, estude, olhe a seu redor e procure novas e mais estimulantes formas de executar suas velhas tarefas.

7 – ELEJA PRIORIDADES – Ao lado da nobre arte de conseguir fazer coisas, existe a nobre arte de deixar as coisas por fazer. A sabedoria da vida consiste em eliminar o que não é essencial. (Lin Yutang, filólogo e escritor chinês)


8 – OUÇA REALMENTE O QUE DIZEM A VOCÊ – O ouvinte ativo tenta ver as coisas como quem fala as vê, e sentir as coisas como quem fala as sente. (James C. Hunter, consultor de relações de trabalho americano)


9 – FOCALIZE-SE NO PRESENTE – Concentre sua energia no momento, sem se envolver demais com fatos do passado e expectativas sobre futuro.


10 – SEU TRABALHO É PARA VOCÊ MESMO – Quando temos a ilusão de estar doando nossa energia em proveito do chefe ou do empregador, corremos o risco de encarar as obrigações e responsabilidades como fardos.


11 – ABRA UM SORRISO E O CORAÇÃO – Sorria, seja prestativo e bem-humorado. Se conseguimos nos tornar um ouvinte que melhora a auto-estima dos outros, as pessoas vão naturalmente nos procurar e depositarão confiança em nós. (Gerald Michaelson e Steven Michaelson)


12 – PERCEBA A GRANDEZA DE SEU OFICIO – O mundo é movido não só pelos vigorosos empurrões dos seus heróis mas também pelo conjunto dos pequenos empurrões de cada trabalhador honesto. (Helen Keller, escritora e ativista americana)


13 – SAIA DA RODA DA NEGATIVIDADE – Sempre que estiver sob intensa pressão ou dominado por sentimentos negativos, simplesmente pare. Saia da sala, tome um chá, respire, se possível dê uma caminhada e desvie a mente do foco do problema.


14 – PRATIQUE A COMPETIÇÃO SAUDÁVEL – A competição é salutar quando serve de parâmetro para clarear nossos objetivos e servir de alavanca para o crescimento pessoal.



15 – SAIBA DELEGAR – Ninguém, com certeza, é capaz de assumir a liderança em todos os campos, pois para um homem os deuses concederam as proezas da guerra, a outro, da dança, para outro, a da música e do canto e, em um outro, o todo-poderoso Zeus colocou uma boa cabeça. (Homero, poeta grego)


16 – ACEITE AS MUDANÇAS – Aprenda com o budismo: tudo no Universo está constantemente se transformando. Nada nem ninguém nos pertence, e temos sempre que deixar algo para trás e começar de novo.


17 – EXPRESSE EMOÇÕES SINCERAS – Compartilhar com os outros nossas opiniões e nossos sentimentos sinceros gera uma relação de proximidade com as pessoas. Conquistamos algo ainda mais importante: fazemos com que os outros se interessem pelo nosso desenvolvimento pessoal. (G. Michaelson e S. Michaelson, consultores)


18 – SEJA EXIGENTE NA MEDIDA CERTA – Não busque todas as qualidades em uma só pessoa. (Confúcio)


19 – DESCUBRA SUA VOCAÇÃO E ESTABELEÇA SUA META – Conhecer quais são nossas metas mais íntimas é parte fundamental para se sentir realizado profissionalmente. (Mário Enzio, consultor)


20 – COLOQUE-SE NO LUGAR DOS OUTROS – Grande Espírito, ajuda-me a jamais julgar o outro até que eu tenha andado em seus mocassins. (Prece dos índios sioux americanos)


21 – COMPREENDA PARA SER COMPREENDIDO – Quando ouvimos mais com a intenção de compreender os outros do que com a de retrucar, começamos a construir a verdadeira comunicação. (Stephen Covey)


22 – NãO TOME OS CONFLITOS PELO LADO PESSOAL – Se você está numa situação em que há colegas hostis, ou supervisores ríspidos, adotar uma perspectiva mais ampla pode ajudar: perceber que o comportamento daquela pessoa pode não ter nada a ver com você, que devem existir outros motivos para aquele comportamento e não levar a coisa para o lado pessoal. (Dalai-lama, “A Arte da Felicidade no Trabalho”)


23 – ADOCE AS PALAVRAS – Elogio ruidosamente, reprovo suavemente. (Catarina li, imperatriz da Rússia)


24 – E, DEPOIS DO TRABALHO, RELAXE… – Os arqueiros curvam seus arcos quando querem atirar e os afrouxam quando o alvo é atingido. Se o arco fosse mantido sempre retesado, quebraria e falharia quando o arqueiro precisasse dele. Assim é com os homens. (Heródoto, filósofo grego)


25 – FAÇA PAUSAS PARA REFLEXÃO – Todos os dias, pare alguns minutos e faça uma meditação. Tente observar de fora seus pensamentos. Saia do turbilhão mental, e consiga separar o que é realmente importante do que é descartável. Com a mente calma, sinta que é você, e não os outros, quem dirige seus atos.


(Adaptado de artigo da Revista BONS FLUIDOS, Ed. Maio de 2005)



Novo Filme Espírita "E a Vida Continua" deve estrear em agosto nos cinemas brasileiros.


Em agosto, deverá estrear nos cinemas brasileiros, o filme “E a Vida Continua”. A película, que tem como um de seus diretores o cineasta Oceano Vieira de Melo, é baseada no livro homônimo, ditado pelo Espírito André Luiz e psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier.

assista ao trailler do Filme em:

http://www.youtube.com/watch?v=Il0ksWS1ciM











quinta-feira, 24 de maio de 2012

Resiliência ”.” È A ARTE DE TRANSFORMAR TODA ENERGIA DE UM PROBLEMA EM UMA SOLUÇÃO CRIATIVA” O equilíbrio humano é como a estrutura de um prédio, se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras como doenças psicossomáticas que se manifestam nos indivíduos que não possuem esta característica ex: gastrite entre outras.


Resiliência é a capacidade concreta de retornar ao estado natural de excelência, superando uma situação critica. Segundo dicionário Aurélio, é a propriedade de pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de tal de formação elástica”.” È A ARTE DE TRANSFORMAR TODA ENERGIA

DE UM PROBLEMA EM UMA SOLUÇÃO CRIATIVA” GRAPEIA/2004


Resiliência surgiu na física e significa a capacidade humana de superar tudo, tirando proveito dos sofrimentos, inerentes às dificuldades, é trabalhado em todas as áreas como saúde, finanças, indústria, sociologia, e psicologia. Embora seja um assunto muito recente entre nós, já é trabalhado à anos na América do Norte, com sucesso.
O estresse profissional é uma realidade observada hoje nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho, diferentemente do que muitos imaginam, não está restrito apenas para profissionais que exercem altos cargos em grandes empresas. O problema está presente nos mais distintos níveis hierárquicos, em empresas de todos os portes, isso se intensifica à medida que se aumentam cobrança, pressão etc. Neste mundo globalizado um grande diferencial representa a pessoa resiliente, pois o mercado procura profissionais que saibam trabalhar com altos níveis de cobrança. Esses profissionais recuperam-se e se moldam a cada “deformação” (obstáculo)situacional.


O equilíbrio humano é como a estrutura de um prédio, se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras como doenças psicossomáticas que se manifestam nos indivíduos que não possuem esta característica ex: gastrite entre outras.


O ser humano resiliente desenvolve a capacidade de recuperar – se e moldar – se novamente a cada obstáculo e a cada desafio. Quando mais resiliente for o indivíduo maior será o desenvolvimento pessoal, isso torna uma pessoa mais motivada e com capacidade de contornar situações que apresente maior grau de tensão.


Um indivíduo submetido a situações de estresse que tem a capacidade de superá-las sem lesões mais severas (“rachaduras”) é um resiliente. Já o profissional que não possui este perfil é o chamado “homem de vidro”, que se “quebra” ao ser submetido às pressões e situações estressantes.


A idéia de resiliência pode ser comparada às modificações da forma de uma bexiga parcialmente inflada. Se comprimida, pode adquirir as formas mais diversas e em seguida retorna ao estado inicial.


Existe dois tipos de indivíduos, aqueles que nascem e os que se tornam resilientes.


Todos nós podemos nos tornar resiliêntes. Seguem algumas dicas:


• Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade


• Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação


• Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, conseqüentemente, proporcionam sensação de bem-estar


• Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o “ponto de apoio para recuperar-se”


• Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança


• Transformar-se em um otimista incurável, visualizando sempre um futuro bom


• Assumir riscos (ter coragem)


• Tornar-se um “sobrevivente” repleto de recursos no mercado profissional


• Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas)


• Separar bem quem você é e o que faz


• Usar a criatividade para quebrar a rotina


• Examinar e sobre a sua relação com o dinheiro


• Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer para em seguida retornar ao estado original .


A resiliência consiste no equilíbrio entre a tensão e a habilidade de lutar, de atingir outro nível de consciência, que nos traz uma mudança de comportamento e a capacidade de lidar com os obstáculos da vida e do profissional.



Leonardo Soares Grapeia


terça-feira, 22 de maio de 2012

10 dicas para não perder tempo com as redes sociais. A questão é que as pessoas estão perdendo o controle na forma de utilizar os aparelhos, especialmente os smartphones – com acesso a internet e redes sociais. os perigos de vivermos desconectados da vida real



A partir do dia 19 de julho, todos os celulares da área 11 passarão a ter nove dígitos. O motivo da mudança é o aumento da capacidade de números, que passará dos atuais 37 milhões para 90 milhões. Todo mundo sabe que ter e manter um celular está cada vez mais acessível hoje em dia e isso acaba se revelando nessa avalanche de aparelhos e linhas existentes.

A questão é que as pessoas estão perdendo o controle na forma de utilizar os aparelhos, especialmente os smartphones – com acesso a internet e redes sociais. Quem tem um, sabe da necessidade inconsciente e viciante de após sair uns 10 minutos para almoçar, clicar no botão Enviar/Receber para checar seus e-mails. Eu já me peguei fazendo isso diversas vezes, muitas pessoas já me falaram que fazem isso. Por que, se acabamos de ver os e-mails? É o vício que a tecnologia gera.
Em meu novo livro "Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?", aponto como é chocante constatar quão conectadas estão as pessoas hoje em dia a seus smartphones, tablets, suas redes sociais, e-mail e toda essa tecnologia com a qual nos habituamos a viver. Vivemos conectados, mas será que estamos de fato conectados com o que verdadeiramente importa?
Pense no seu ambiente de trabalho, nas pessoas mais estressadas que se empenham durante longas jornadas. A maioria delas abdicou da vida pessoal, não consegue tempo para se dedicar a um esporte, nem a si mesma. Algumas até ganham dinheiro, mas não têm tempo para usá-lo em benefício próprio, vivem dependentes do e-mail, do smartphone, estão literalmente tão "conectadas" com essa vida de escravo que se desconectaram da vida real!
Em reuniões de famílias e amigos é fácil identificarmos uma ou duas pessoas completamente ausentes das conversas, mergulhadas em seu mundo particular de e-mails e mensagens. Até mesmo casais pouco se falam em seus encontros.







Utilizando como simbologia o filme Matrix, que tem tudo a ver com gestão de tempo, percebemos que muitas pessoas estão presas na Matriz da Vida, vivendo como se fossem robôs comandados por qualquer coisa além de sua própria vontade, que foi substituída pelo estresse e pela falta de sentido


E se você ainda não tem um smartphone, fique tranquilo, que isso é temporário. Os pesquisadores acreditam que até 2015 todos os celulares terão algum tipo de conexão com e-mail/internet.


Não podemos negar que o uso de smartphones, notebooks, netbooks etc. ajudou a aumentar a produtividade. Porém, podem nos fazer trabalhar muito mais, sem a metodologia certa! Método é mais importante que ferramenta. Nunca se esqueça disso!
Aproveitando, elenco abaixo 10 dicas para você não perder tempo com outro grande vilão nesse âmbito: as redes sociais.


1 – Seja seletivo nas suas redes – Quantidade de redes não é qualidade. Para que participar de redes sociais que não sejam relevantes? O ideal é focar nas principais redes onde seus amigos e interesses estão localizados. Eu por exemplo, uso apenas 4 redes (Facebook, LinkedIn, Twitter e Orkut -> nessa ordem de importância).






2 – Cancele e-mails de notificações – Todas as redes permitem configurar o aviso de recebimento de e-mails, o melhor é cancelar todos, assim você comanda a rede e acessa quando quiser, caso contrário vai ser difícil controlar a vontade de saber porque você foi "taggeado" na foto da sua amiga.






3 – Determine um foco nas redes – Quem tenta agradar a gregos e troianos ao mesmo tempo se complica com um dos lados. Crie uma estratégia para cada rede que você tiver, por exemplo, se você for utilizar o twitter para fins profissionais, não misture com coisas pessoais. Muitas empresas utilizam as redes sociais na hora de contratar um profissional e vai pegar muito mal se houver fotos suas bêbado depois da balada. Mantenha coerência no perfil que você definir, com fotos, textos e comentários! Muita gente tem se queimado sem perceber por falta de estratégia!






4 – Determine horários – Eu não sou contra ver seu Facebook durante o horário de expediente, sou contra o abuso desse uso. Utilize seus horários antes ou após o expediente e seu horário de almoço para caso queira acessar as redes no trabalho para fins pessoais. Eu costumo ver e responder minhas redes no final do dia, em casa.






5 – Siga poucas pessoas, mas relevantes – Para que seguir gente que não tem nada a ver ou que o conteúdo se tornou irrelevante? Faça uma dieta de pessoas que você segue, repare nos próximos dias quem não tem agregado valor e simplesmente deixe de seguir esta pessoa.






6 – Utilize agregadores – Existem sites e softwares que permitem centralizar suas redes sociais ou atualizar a partir de um único post. Eu tenho utilizado o Tweetdeck que me permite atualizar meu Facebook, Twitter e Linkedin de uma só vez. Um site que vale a pena dar uma olhada é o http://www.threadsy.com/ que junta e-mails e suas redes em um só lugar.






7 – Seja relevante nas suas redes – As pessoas gostam de seguir pessoas que fornecem um conteúdo relevante, na medida certa e com periodicidade. Aquele chato que "twitta" muito de uma vez só, acaba perdendo seguidores. E o que "twitta" posts dizendo que acordou de mau humor também não agrega.






8 – Aproveite seu tempo de espera – Eu gosto muito de atualizar minhas redes quanto estou no aeroporto ou esperando para começar um evento. Aproveitar esse tempinho é muito válido desde que seu celular ou tablet estejam habilitados para tal. Existem centenas de softwares para esses dispositivos que mandam muito bem!






9 – Rede social não requer "real time answer" – Não sinta-se obrigado a responder uma mensagem na mesma hora que a pessoa te enviou. Se fosse urgente de verdade, ela encontraria outra forma de falar com você. Se você cria esse péssimo hábito de responder assim que chega, além de acostumar mal as pessoas, vai perder muito tempo desnecessariamente!






10 – Existe vida lá fora – Não é porque a vida social se tornou digital que você vai se esconder atrás de um computador em seus relacionamentos. É preciso reservar um tempo para estar junto com os amigos e família presencialmente!



Pesquisa indica como se comportam 80 milhões de brasileiros na internet .

Os laptops já somam 59% dos acessos e os smartphones, 40% (Imagem: Thinkstock)
Os brasileiros estão passando cada vez mais tempo online, mostram-se receptivos ao Marketing Digital e mais confiantes na internet. É o que indica o estudo "Como 80 milhões de brasileiros acessam a internet no Brasil", desenvolvido pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), em parceria com a comScore, para compreender a audiência online no país e os hábitos dos consumidores no ambiente digital.

De acordo com o levantamento, 36% dos entrevistados passam ao menos duas horas por dia navegando na internet para fins pessoais. A web também é a atividade preferida por todas as faixas etárias, de renda, gênero e região: se tivessem 15 minutos livres, 62% dos respondentes optariam por dedicar a atividades online.
"O usuário brasileiro está cada vez mais conectado e por mais tempo, seja acessando pelo computador, tablet ou celular. O tempo de consumo só tende a crescer, com pessoas acessando a internet em vários dispositivos, inclusive o televisor", explica Ari Meneghini, Diretor Executivo do IAB Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Maior participação dos dispositivos móveis
De 6 a 14 de fevereiro, a pesquisa entrevistou 2.075 pessoas usuárias de internet, entre 15 e 55 anos, sendo 51% homens e 49% mulheres. A presença da web é tanta, que, em casa, o uso já supera o de jornal pela manhã (69% contra 14%, respectivamente) e o de TV à noite (78% acessam a web no período contra 46% que assistem à televisão).
Para 80%, a internet é considerada a mídia mais importante. A TV foi citada por 50% dos pesquisados e o jornal por apenas 37%. Mesmo quando estão assistindo à televisão, 61% costumam estar navegando online. A frequência de acessos à rede também é maior. Enquanto 79% afirmam conectar na internet várias vezes por dia, 56% assistem à TV mais de uma vez no mesmo período.

A mudança de comportamento está ligada ao crescimento da participação de dispositivos móveis. Desktops ainda são a principal forma para acessar a web, com 77%. Os laptops, no entanto, já somam 59% dos acessos e os smartphones, 40%. Tablets em geral e iPads também vêm ganhando representatividade, com 16% e 15%, respectivamente.
Não é à toa que a internet é a mídia mais utilizada em lugares e situações como trabalho (60%), na casa de amigos ou familiares (52%,) escola (44%), restaurantes e cafés (44%), em reuniões com amigos (43%) e no shopping/fazendo compras (34%).


E-commerce em expansão

Na opinião de 57% dos entrevistados, as ações de Marketing online têm motivado a comprar produtos (57%) ou visitar lojas anunciadas (56%) (Imagem: Thinkstock)
A penetração da web e a mobilidade colaboram para o fortalecimento e a expansão do e-commerce. Além de 65% afirmarem que pesquisam na internet produtos que gostariam de comprar online, 60% já consideram o ambiente digital o mais conveniente para fazer compras.
"Algumas mudanças saltaram aos olhos. A primeira delas é a confiança na internet, que aumentou muito, devido ao número de pessoas que passaram a fazer compras online (32 milhões no total, segundo dados da e-bit)", conta o Diretor Executivo do IAB Brasil.